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Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

As 10 doenças mais dolorosas do mundo

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Cada pessoa tem um nível de tolerância a dor. Contudo, mesmo as mais resistentes iriam suplicar por alívio se tivessem alguma das doenças que listamos a seguir. Confira:
10 – Endometriose
Não bastassem os incômodos do ciclo menstrual e as dores do parte, as mulheres também estão sujeitas à dolorosa endometriose. A doença, que atinge em média uma em cada 10 mulheres, ocorre quando células do endométrio (que normalmente só se encontram dentro do útero) migram e crescem em outros órgãos – como os ovários, as tubas uterinas e até mesmo o intestino. Existem diversos tratamentos para aliviar os sintomas, mas não há cura para a endometriose.
9 – Gastroenterite
Os sintomas dessa doença, causada por bactérias ou vírus, não são bonitos de ver (e, menos ainda, de sentir): náusea, vômito, diarreia (que pode causar desidratação), febre, calafrios e dolorosos espasmos abdominais. Em alguns casos, a infecção pode se estender por mais de uma semana.
8 – Abcesso dentário
A dor causada pelo acúmulo de pus em volta da raiz de um dente pode fazer qualquer um esquecer o “medo de ir ao dentista” e correr em busca de tratamento. O pior é que muitas vezes o paciente precisa tomar antibióticos antes que o dentista possa resolver o problema, já que a infecção pode “devorar” qualquer dose segura de anestesia.
7 – Otite
A inflamação do ouvido é relativamente comum entre crianças, e a dor que causa pode tirar o sono de qualquer um. Dependendo do caso, pode causar vertigem severa – e ficar de pé se torna uma tortura.
6 – Peritonite
Emergência cirúrgica, a peritonite pode levar o paciente à morte. Ocorre quando o peritônio (membrana que cobre vários órgãos abdominais) é inflamado, e a dor é tão forte que a pessoa quase sempre pede (ou suplica) para ser operada imediatamente.
5 – Torção do testículo ou do ovário
Muita gente fica agoniada só de ler sobre doenças envolvendo os órgãos sexuais – e não é por acaso. Quando os testículos ou ovários se torcem em seus próprios ligamentos (o que, infelizmente, pode ocorrer espontaneamente), a dor extrema vem acompanhada de um risco de necrose e de esterilidade. A condição é considerada uma emergência médica.
4 – Herpes-zóster
Qualquer pessoa que já tenha tido varicela/catapora pode acabar desenvolvendo herpes-zóster em algum momento da vida, já que as duas condições são causadas pelo mesmo vírus (que, depois de uma infecção, nunca é totalmente removido do organismo). A dor é intensa e contínua, e não tem cura – apenas remédios para aliviar os sintomas enquanto o próprio corpo luta contra a infecção. Estresse e baixa imunidade aumentam as chances de se desenvolver herpes-zóster.
3 – Pedra na vesícula
Formadas por colesterol, as pedras (também chamadas de cálculos biliares) podem escapar da vesícula e atravessar o duto biliar, o que causa uma dor extremamente forte. O problema é mais comum entre mulheres e obesos. Dependendo do caso, só se consegue remover as pedras por meio de cirurgia. Para diminuir os riscos, é recomendado evitar o excesso de gordura na dieta.
2 – Cefaleia em salvas
Imagine uma enxaqueca dez vezes mais dolorosa. Ao contrário da convencional, a cefaleia em salvas é mais comum entre homens e afeta cerca de 0,1% da população. A dor é tão intensa que já levou pacientes a cometer suicídio. É possível diminuir a frequência e a intensidade das dores, mas ainda não há cura definitiva para a doença.
1 – Pedra nos rins
Quem sofre com essa condição garante: a dor causada por pedras/cálculos nos rins é a pior que uma pessoa pode sentir sem morrer. Não há uma explicação definitiva para o problema (pode ser excesso de sódio, excesso de cálcio, desidratação, fatores genéticos), nem cura. Em alguns casos, é preciso remover as pedras cirurgicamente.[ListVerse]
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ORÇAMENTO DE 2013 DA PREFEITURA DE EUSÉBIO PRIORIZA EDUCAÇÃO E SAÚDE

 Fonte Tv Eusebio  

// A Prefeitura Municipal de Eusébio encaminhou para a Câmara Municipal a Lei Orçamentária Anual para o exercício de 2013, que totaliza o valor de R$ 170,8 milhões, 19,1% a mais que a arrecadação deste ano, sendo que 61,4% desse montante serão destinados para o setor social. Educação e Saúde continuam sendo prioridade para a próxima administração. Para a Educação será destinados 29,52% da arrecadação municipal, superior a determinação constitucional que indica 25% das despesas anuais); Já para a Saúde o montante chega a 20.94%, também superior a determinação de 15% indicada pela Carta Magna. Para a Ação Social o percentual chega a 12%. O setor de obras ficará com 15% do total, incluindo ação de meio ambiente, urbanismo, habitação e saneamento básico. A Administração municipal também prevê o percentual de 5,5% para o setor de Segurança Pública, 2% para Cultura e Turismo e 2% para Esporte e Juventude. Somente com pessoal a previsão é de investimentos de R$ 78,6 milhões, ou 51,3% do total, cumprindo o limite da Lei Complementar 101/2000. A Câmara tem até o dia 20 de dezembro para votar e aprovar a proposta, antes e entrar em recesso. Para o prefeito Acilon Gonçalves “o aumento da previsão de receitas para 2013 ocorre pelo crescimento das transferências de convênios, que possibilitarão a realização de parcerias com as demais esferas de governo, do aumento do índice de participação no rateio do ICMS e da melhoria das transferências constitucionais legais da parte do Governo Federal, dos ingressos do RPPS, sem deixar de destacar o excelente desempenho da arrecadação tributária municipal que reflete o nosso zelo no lançamento e cobrança dos tributos sob nossa responsabilidade”. “Mas, o mais importante é que a população vê o retorno do imposto que paga, nas ações de Educação, Saúde, Ação Social, Cultura, Esporte, Habitação, Saneamento, Urbanismo, Segurança Pública, fazendo com que a melhoria da qualidade de vida em nossa cidade seja uma meta constante”, asseverou o prefeito. //

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Porque o HIV é muito pior do que podíamos imaginar

Uma epidemia devastadora de salmonela atingiu a África Subsaariana recentemente. Por conta da baixa imunidade da população, causada por doenças como a Aids, os pacientes não estão respondendo ao primeiro conjunto de antibióticos usados para combater a doença, o que exige o uso de drogas mais caras no tratamento da condição. Chamada de salmonela não tifoidal (na sigla em inglês, iNTS, invasive Non-Typhoidal Salmonella), essa é uma forma relativamente nova da salmonela Typhimurium pathovariants, que se espalhou a partir de diferentes focos no centro e sul da África, emergindo em duas ondas separadas, a primeira em 1960 e a segunda em 1977. Diferente da salmonela comum, que ataca o sistema digestivo e causa uma diarreia, a iNTS é uma infecção do sangue, que mata ente 25% e 45% dos africanos subsaarianos que contraem a mesma, contra 1% dos infectados no resto do mundo. A razão para ela ser tão letal pode ser desnutrição, infecção paralela com a malária ou com HIV, ou até possivelmente com a nova versão mutante da bactéria salmonela.
Em um novo estudo, pesquisadores analisaram o genoma da bactéria e descobriram que ela está evoluindo para uma forma mais parecida com a tifoide, que se espalha de forma mais eficiente pelo corpo humano. Esse conjunto de fatores – HIV, malária e desnutrição – permitiu que esta bactéria penetrasse, se adaptasse, circulasse e sobrevivesse. O vírus da Aids forneceu à bactéria da salmonela uma população humana enfraquecida que a permitiu evoluir para uma forma mais letal. Outro fator importante para o sucesso da disseminação da iNTS foi o desenvolvimento humano de resistência a várias drogas usadas para tratar infecções no sangue (você já deve ter ouvido falar que, quanto mais nós usamos determinados remédios, mais bactérias mutantes que resistem a eles sobrevivem e se reproduzem, as chamadas “superbactérias”). Mas nem tudo são más notícias. O estudo representa o primeiro uso do sequenciamento completo do genoma para rastrear a disseminação da iNTS, conhecimento que ajudará os pesquisadores a determinem como a doença é de fato transmitida na população africana subsaariana, um mistério ainda não resolvido, embora existam evidências de que ela é transmitida de pessoa para pessoa.[io9, Nature]

domingo, 26 de agosto de 2012

Como antibióticos são combustíveis para a obesidade

Você já deve ter ouvido falar que tomamos antibióticos demais, e que o abuso desse tipo de medicamento pode levar a mais problemas do que soluções (pesquisas americanas mostram que pediatras prescrevem mais de 10 milhões de antibióticos desnecessários todos os anos para crianças).

Em primeiro lugar, porque quanto mais antibióticos nós tomamos, mais as bactérias se acostumam com eles. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna: no futuro, todo antibiótico comum pode se tornar inútil.

Além disso, outra afirmação é bastante corriqueira: a de que os antibióticos não matam apenas as bactérias más, como as boas também.

Todo antibiótico pode ser perigoso

Opa! Que bactérias boas? As que vivem no nosso organismo e que nos ajudam com tarefas importantes todos os dias.

3 perfis bacterianos: um deles vive no seu organismo

Muitas comunidades de bactérias vivem em nós – o suficiente para encher um prato grande de sopa, ou 1,36 a 2,27 quilos de bactérias. Na verdade, tem mais bactéria do que “a gente mesmo” em nosso corpo: as células de bactérias superam as células humanas em 10 para 1 no nosso organismo. Porém, como elas são muito menores do que as células humanas, representam apenas cerca de 1 a 2% da nossa massa corporal (embora componham cerca de metade dos nossos resíduos corporais).

As bactérias gastrointestinais estão entre as mais importantes do nosso corpo. Isso porque elas nos ajudam a coletar a energia dos alimentos ao quebrar as moléculas complexas que nossas células não conseguem quebrar. Elas também constroem vitaminas que não podemos fabricar, e “conversam” com nosso sistema imunológico para que ele funcione corretamente, evitando invasões de outros micróbios mais prejudiciais. Enfim, as bactérias são nossas parceiras e, sem elas, com certeza algumas coisas iriam mudar no nosso corpo.
Até o nosso peso

O resultado de uma observação com animais despertou a curiosidade de cientistas quanto aos efeitos do antibiótico no corpo humano.

Há mais de 50 anos, fazendeiros percebem que baixas doses de antibióticos em animais saudáveis engordam seu gado em até 15%. Isso funciona com vacas, ovelhas, porcos e galinhas, e com qualquer remédio, como penicilinas ou tetraciclinas. O efeito é sempre o mesmo: mais peso.



Para descobrir o porquê de tal efeito, Ilseung Cho, da Universidade de Nova York (EUA), deu antibióticos para ratos jovens, e concluiu que as drogas mudaram drasticamente as comunidades microscópicas de seus organismos, aumentando a quantidade de calorias que eles “colhiam” dos alimentos. O resultado: os ratos se tornaram mais gordos.

Cho usou uma gama de antibióticos diferentes, incluindo penicilina, vancomicina, os dois juntos, ou clortetraciclina. Após 7 semanas, os ratos tratados não ficaram mais pesados, mas ganharam mais gordura corporal – cerca de 23%, em comparação com os típicos 20%.

As comunidades bacterianas dos ratos medicados também mudaram. Eles tinham os mesmos números de micróbios, mas possuíam mais bactérias do filo Firmicutes, e menos do filo Bacteroidetes.

Esse padrão é interessante, pois muitos estudos descobriram que o equilíbrio entre estes dois grupos de bactérias pende a favor das Firmicutes em indivíduos obesos.

Os antibióticos também mudaram a forma como as bactérias agiam. Nos ratos tratados, certos genes eram mais ativos, incluindo aqueles que quebram os carboidratos complexos em ácidos graxos de cadeia (substâncias que fornecem energia para as células intestinais e desencadeiam a produção de gordura do corpo). Genes envolvidos no armazenamento de calorias não utilizadas, criando substâncias como gorduras e triglicérides, também tendiam a ser mais ativos.
Conclusão

O efeito foi visto com todo e qualquer antibiótico. Isso significa que o uso desse remédio pode alterar as comunidades
bacterianas e a forma como elas agem, fazendo o organismo colher mais calorias dos alimentos e acumulá-las mais em gordura.

Mas, como o estudo foi realizado com ratos, que, apesar de parecidos conosco, têm comunidades bacterianas e organismos diferentes, os pesquisadores ainda não podem afirmar que as alterações são iguais em nós.

No entanto, um passo já foi dado para provar que o mesmo deve estar acontecendo conosco: um segundo estudo de Martin Blaser, que liderou a pesquisa de Cho, seguiu 11.532 crianças britânicas nascidas entre 1991 e 1992, e mostrou que aquelas que tomaram antibióticos nos primeiros seis meses de vida também ganharam mais peso nos primeiros anos de vida.

“O uso excessivo de antibióticos pode estar alimentando o aumento dramático de condições como a obesidade, diabetes tipo 1, doença inflamatória intestinal, alergias e asma. Devemos fazer uso da tecnologia disponível para proteger e estudar os nossos benfeitores bacterianos antes que seja tarde demais”, disse Blaser.[DiscoverMagazine]

Como antibióticos são combustíveis para a obesidade

Você já deve ter ouvido falar que tomamos antibióticos demais, e que o abuso desse tipo de medicamento pode levar a mais problemas do que soluções (pesquisas americanas mostram que pediatras prescrevem mais de 10 milhões de antibióticos desnecessários todos os anos para crianças).

Em primeiro lugar, porque quanto mais antibióticos nós tomamos, mais as bactérias se acostumam com eles. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna: no futuro, todo antibiótico comum pode se tornar inútil.

Além disso, outra afirmação é bastante corriqueira: a de que os antibióticos não matam apenas as bactérias más, como as boas também.

Todo antibiótico pode ser perigoso

Opa! Que bactérias boas? As que vivem no nosso organismo e que nos ajudam com tarefas importantes todos os dias.

3 perfis bacterianos: um deles vive no seu organismo

Muitas comunidades de bactérias vivem em nós – o suficiente para encher um prato grande de sopa, ou 1,36 a 2,27 quilos de bactérias. Na verdade, tem mais bactéria do que “a gente mesmo” em nosso corpo: as células de bactérias superam as células humanas em 10 para 1 no nosso organismo. Porém, como elas são muito menores do que as células humanas, representam apenas cerca de 1 a 2% da nossa massa corporal (embora componham cerca de metade dos nossos resíduos corporais).

As bactérias gastrointestinais estão entre as mais importantes do nosso corpo. Isso porque elas nos ajudam a coletar a energia dos alimentos ao quebrar as moléculas complexas que nossas células não conseguem quebrar. Elas também constroem vitaminas que não podemos fabricar, e “conversam” com nosso sistema imunológico para que ele funcione corretamente, evitando invasões de outros micróbios mais prejudiciais. Enfim, as bactérias são nossas parceiras e, sem elas, com certeza algumas coisas iriam mudar no nosso corpo.
Até o nosso peso

O resultado de uma observação com animais despertou a curiosidade de cientistas quanto aos efeitos do antibiótico no corpo humano.

Há mais de 50 anos, fazendeiros percebem que baixas doses de antibióticos em animais saudáveis engordam seu gado em até 15%. Isso funciona com vacas, ovelhas, porcos e galinhas, e com qualquer remédio, como penicilinas ou tetraciclinas. O efeito é sempre o mesmo: mais peso.



Para descobrir o porquê de tal efeito, Ilseung Cho, da Universidade de Nova York (EUA), deu antibióticos para ratos jovens, e concluiu que as drogas mudaram drasticamente as comunidades microscópicas de seus organismos, aumentando a quantidade de calorias que eles “colhiam” dos alimentos. O resultado: os ratos se tornaram mais gordos.

Cho usou uma gama de antibióticos diferentes, incluindo penicilina, vancomicina, os dois juntos, ou clortetraciclina. Após 7 semanas, os ratos tratados não ficaram mais pesados, mas ganharam mais gordura corporal – cerca de 23%, em comparação com os típicos 20%.

As comunidades bacterianas dos ratos medicados também mudaram. Eles tinham os mesmos números de micróbios, mas possuíam mais bactérias do filo Firmicutes, e menos do filo Bacteroidetes.

Esse padrão é interessante, pois muitos estudos descobriram que o equilíbrio entre estes dois grupos de bactérias pende a favor das Firmicutes em indivíduos obesos.

Os antibióticos também mudaram a forma como as bactérias agiam. Nos ratos tratados, certos genes eram mais ativos, incluindo aqueles que quebram os carboidratos complexos em ácidos graxos de cadeia (substâncias que fornecem energia para as células intestinais e desencadeiam a produção de gordura do corpo). Genes envolvidos no armazenamento de calorias não utilizadas, criando substâncias como gorduras e triglicérides, também tendiam a ser mais ativos.
Conclusão

O efeito foi visto com todo e qualquer antibiótico. Isso significa que o uso desse remédio pode alterar as comunidades
bacterianas e a forma como elas agem, fazendo o organismo colher mais calorias dos alimentos e acumulá-las mais em gordura.

Mas, como o estudo foi realizado com ratos, que, apesar de parecidos conosco, têm comunidades bacterianas e organismos diferentes, os pesquisadores ainda não podem afirmar que as alterações são iguais em nós.

No entanto, um passo já foi dado para provar que o mesmo deve estar acontecendo conosco: um segundo estudo de Martin Blaser, que liderou a pesquisa de Cho, seguiu 11.532 crianças britânicas nascidas entre 1991 e 1992, e mostrou que aquelas que tomaram antibióticos nos primeiros seis meses de vida também ganharam mais peso nos primeiros anos de vida.

“O uso excessivo de antibióticos pode estar alimentando o aumento dramático de condições como a obesidade, diabetes tipo 1, doença inflamatória intestinal, alergias e asma. Devemos fazer uso da tecnologia disponível para proteger e estudar os nossos benfeitores bacterianos antes que seja tarde demais”, disse Blaser.[DiscoverMagazine]

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como o Twitter pode prever quando você ficará doente

Entrar em contato com gente que está gripada aumenta suas chances de ficar doente também. Até aí, nenhum segredo. Imagine, agora, se você pudesse descobrir em que regiões da sua cidade têm surgido mais casos de gripe e, assim, prever quando você vai acabar ficando doente – com até oito dias de antecedência.
Aproveitando o fato de muita gente reclamar via Twitter quando está gripada, o cientista da computação Adam Sadilek desenvolveu, junto com outros pesquisadores, uma ferramenta para coletar informações sobre casos de gripe e prever novos casos.
Para isso, eles compilaram 4,4 milhões de tweets publicados por mais de 630 mil usuários da cidade de Nova York (EUA) durante um mês em 2010. Feita a coleta, eles “treinaram” um algoritmo de computador para saber reconhecer mensagens de pessoas que estavam saudáveis (e diziam coisas do tipo “fiquei doente de preocupação”) e tweets de quem estava com sintomas de gripe.
Com base nesses dados, eles puderam prever novos casos de gripe com 90% de acerto e até oito dias de antecedência.

É claro que esse tipo de análise tem várias limitações: nem todo mundo publica tweets reclamando que está doente, e há outros fatores envolvidos em novos casos, além da exposição – como estado emocional, alimentação e rotina de exercícios. Seja como for, talvez seja o embrião de uma tecnologia que, no futuro, poderá indicar em tempo real se você entrou em um lugar em que há muitas pessoas doentes – e evitar uma exposição desnecessária.[Gizmodo]

Como o Twitter pode prever quando você ficará doente

Entrar em contato com gente que está gripada aumenta suas chances de ficar doente também. Até aí, nenhum segredo. Imagine, agora, se você pudesse descobrir em que regiões da sua cidade têm surgido mais casos de gripe e, assim, prever quando você vai acabar ficando doente – com até oito dias de antecedência.
Aproveitando o fato de muita gente reclamar via Twitter quando está gripada, o cientista da computação Adam Sadilek desenvolveu, junto com outros pesquisadores, uma ferramenta para coletar informações sobre casos de gripe e prever novos casos.
Para isso, eles compilaram 4,4 milhões de tweets publicados por mais de 630 mil usuários da cidade de Nova York (EUA) durante um mês em 2010. Feita a coleta, eles “treinaram” um algoritmo de computador para saber reconhecer mensagens de pessoas que estavam saudáveis (e diziam coisas do tipo “fiquei doente de preocupação”) e tweets de quem estava com sintomas de gripe.
Com base nesses dados, eles puderam prever novos casos de gripe com 90% de acerto e até oito dias de antecedência.

É claro que esse tipo de análise tem várias limitações: nem todo mundo publica tweets reclamando que está doente, e há outros fatores envolvidos em novos casos, além da exposição – como estado emocional, alimentação e rotina de exercícios. Seja como for, talvez seja o embrião de uma tecnologia que, no futuro, poderá indicar em tempo real se você entrou em um lugar em que há muitas pessoas doentes – e evitar uma exposição desnecessária.[Gizmodo]

Como o Twitter pode prever quando você ficará doente

Entrar em contato com gente que está gripada aumenta suas chances de ficar doente também. Até aí, nenhum segredo. Imagine, agora, se você pudesse descobrir em que regiões da sua cidade têm surgido mais casos de gripe e, assim, prever quando você vai acabar ficando doente – com até oito dias de antecedência.
Aproveitando o fato de muita gente reclamar via Twitter quando está gripada, o cientista da computação Adam Sadilek desenvolveu, junto com outros pesquisadores, uma ferramenta para coletar informações sobre casos de gripe e prever novos casos.
Para isso, eles compilaram 4,4 milhões de tweets publicados por mais de 630 mil usuários da cidade de Nova York (EUA) durante um mês em 2010. Feita a coleta, eles “treinaram” um algoritmo de computador para saber reconhecer mensagens de pessoas que estavam saudáveis (e diziam coisas do tipo “fiquei doente de preocupação”) e tweets de quem estava com sintomas de gripe.
Com base nesses dados, eles puderam prever novos casos de gripe com 90% de acerto e até oito dias de antecedência.

É claro que esse tipo de análise tem várias limitações: nem todo mundo publica tweets reclamando que está doente, e há outros fatores envolvidos em novos casos, além da exposição – como estado emocional, alimentação e rotina de exercícios. Seja como for, talvez seja o embrião de uma tecnologia que, no futuro, poderá indicar em tempo real se você entrou em um lugar em que há muitas pessoas doentes – e evitar uma exposição desnecessária.[Gizmodo]

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Qsymia: novo remédio para emagrecer permite a perda de 10% do peso em 1 ano

Na última terça-feira (17), o painel regulador de medicamentos dos Estados Unidos aprovou a droga contra a obesidade Qsymia, antiga Qnexa, da Vivus.

O novo remédio é uma combinação de dois outros medicamentos existentes no mercado, a “fentermina”, um derivado da anfetamina que reduz o apetite, e o “topiramato”, um antiepiléptico usado para tratar convulsões, que não deve ser tomado por grávidas porque pode causar malformações do feto.

Justamente por conta do risco de defeitos de nascimento, assim como elevada frequência cardíaca, a Food and Drug Administration (FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) demorou três meses para revisar o plano da Vivus e liberar a droga.

Já a fentermina teve seu uso proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro de 2011, e o topiramato (ou topiramento) é aprovado para uso no Brasil, indicado para casos de enxaqueca e convulsões.
O problema obesidade

Depois de 13 anos sem aprovar nenhum medicamento para emagrecer por causa dos riscos que eles traziam à saúde, finalmente o FDA aprovou não só um, mas dois remédios. Além do Qsymia, mês passado o Belviq, da Arena Pharmaceuticals, foi aprovado para comercialização.

No entanto, especialistas acreditam que o Qsymia venderá melhor, pois é mais eficaz: em testes clínicos, a pílula ajudou pacientes a perderem até 10% do seu peso após um ano de tratamento, em comparação com a média de perda de peso de 5% no mesmo período nos testes com Belviq.

Em maiores detalhes, os pacientes que receberam a dose recomendada de 7,5 miligramas de fentermina e 46 de topiramato perderam, em média, 6,7% do seu peso. Os que receberam uma dose mais elevada, de 15 miligramas de fentermina e de 92 de topiramato, perderam, em média, 8,9% do seu peso total.

Orexigen Therapeutics é outra empresa que também está esperando aprovação para lançar sua droga contra a obesidade, mas o FDA a obrigou a conduzir um estudo de segurança para verificar riscos de condições cardíacas primeiro.

Por enquanto, os efeitos secundários mais comuns do Qsymia são formigamento das mãos e pés (parestesia), tonturas, sensação de sabor alterado, insônia, constipação e boca seca. Porém, a Vivus também terá de realizar um estudo de longo
prazo para provar que o medicamento não provoca ataques cardíacos ou derrames.

De acordo com o FDA, o medicamento não deve ser usado durante a gestação porque aumenta os riscos de lábio leporinos nos fetos. Também não deve ser usado por pacientes com glaucoma e hipertireoidismo, e não é recomendado para pacientes que tiveram, dentro de seis meses, problemas cardíacos ou derrame, já que pode aumentar o ritmo cardíaco.

Alguns podem se perguntar: então porque a droga já foi aprovada? Com cerca de dois terços dos norte-americanos considerados com sobrepeso ou obesos (no Brasil, 50% dos homens e 48% das mulheres têm sobrepeso, e 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres são obesos) e os grandes custos relacionados com a saúde pública e a economia, o FDA sofre uma boa pressão para aprovar novos tratamentos para a perda de peso.

“O grau e gravidade da obesidade e da falta de eficácia das intervenções farmacológicas são duas razões principais para o desenvolvimento de Qsymia”, disse o presidente da Vivus, Peter Tam.

Qsymia pode ser prescrito para adultos obesos (IMC 30 ou maior) ou adultos com sobrepeso (IMC 27 ou maior) com pelo menos uma condição de saúde relacionada ao peso, como pressão alta, diabetes tipo 2 ou níveis elevados de colesterol.


“Qsymia, se utilizado de forma responsável em combinação com um estilo de vida saudável, que inclui dieta e exercícios, oferece uma outra opção de tratamento para controle de peso em adultos obesos e com problemas de saúde relacionados ao peso”, conclui a Dra. Janet Woodcock, diretora do centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas do FDA.[Reuters, RCMPHARMA, MedicaldoBrasil, Abril]

Qsymia: novo remédio para emagrecer permite a perda de 10% do peso em 1 ano

Na última terça-feira (17), o painel regulador de medicamentos dos Estados Unidos aprovou a droga contra a obesidade Qsymia, antiga Qnexa, da Vivus.

O novo remédio é uma combinação de dois outros medicamentos existentes no mercado, a “fentermina”, um derivado da anfetamina que reduz o apetite, e o “topiramato”, um antiepiléptico usado para tratar convulsões, que não deve ser tomado por grávidas porque pode causar malformações do feto.

Justamente por conta do risco de defeitos de nascimento, assim como elevada frequência cardíaca, a Food and Drug Administration (FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) demorou três meses para revisar o plano da Vivus e liberar a droga.

Já a fentermina teve seu uso proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro de 2011, e o topiramato (ou topiramento) é aprovado para uso no Brasil, indicado para casos de enxaqueca e convulsões.
O problema obesidade

Depois de 13 anos sem aprovar nenhum medicamento para emagrecer por causa dos riscos que eles traziam à saúde, finalmente o FDA aprovou não só um, mas dois remédios. Além do Qsymia, mês passado o Belviq, da Arena Pharmaceuticals, foi aprovado para comercialização.

No entanto, especialistas acreditam que o Qsymia venderá melhor, pois é mais eficaz: em testes clínicos, a pílula ajudou pacientes a perderem até 10% do seu peso após um ano de tratamento, em comparação com a média de perda de peso de 5% no mesmo período nos testes com Belviq.

Em maiores detalhes, os pacientes que receberam a dose recomendada de 7,5 miligramas de fentermina e 46 de topiramato perderam, em média, 6,7% do seu peso. Os que receberam uma dose mais elevada, de 15 miligramas de fentermina e de 92 de topiramato, perderam, em média, 8,9% do seu peso total.

Orexigen Therapeutics é outra empresa que também está esperando aprovação para lançar sua droga contra a obesidade, mas o FDA a obrigou a conduzir um estudo de segurança para verificar riscos de condições cardíacas primeiro.

Por enquanto, os efeitos secundários mais comuns do Qsymia são formigamento das mãos e pés (parestesia), tonturas, sensação de sabor alterado, insônia, constipação e boca seca. Porém, a Vivus também terá de realizar um estudo de longo
prazo para provar que o medicamento não provoca ataques cardíacos ou derrames.

De acordo com o FDA, o medicamento não deve ser usado durante a gestação porque aumenta os riscos de lábio leporinos nos fetos. Também não deve ser usado por pacientes com glaucoma e hipertireoidismo, e não é recomendado para pacientes que tiveram, dentro de seis meses, problemas cardíacos ou derrame, já que pode aumentar o ritmo cardíaco.

Alguns podem se perguntar: então porque a droga já foi aprovada? Com cerca de dois terços dos norte-americanos considerados com sobrepeso ou obesos (no Brasil, 50% dos homens e 48% das mulheres têm sobrepeso, e 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres são obesos) e os grandes custos relacionados com a saúde pública e a economia, o FDA sofre uma boa pressão para aprovar novos tratamentos para a perda de peso.

“O grau e gravidade da obesidade e da falta de eficácia das intervenções farmacológicas são duas razões principais para o desenvolvimento de Qsymia”, disse o presidente da Vivus, Peter Tam.

Qsymia pode ser prescrito para adultos obesos (IMC 30 ou maior) ou adultos com sobrepeso (IMC 27 ou maior) com pelo menos uma condição de saúde relacionada ao peso, como pressão alta, diabetes tipo 2 ou níveis elevados de colesterol.


“Qsymia, se utilizado de forma responsável em combinação com um estilo de vida saudável, que inclui dieta e exercícios, oferece uma outra opção de tratamento para controle de peso em adultos obesos e com problemas de saúde relacionados ao peso”, conclui a Dra. Janet Woodcock, diretora do centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas do FDA.[Reuters, RCMPHARMA, MedicaldoBrasil, Abril]

Qsymia: novo remédio para emagrecer permite a perda de 10% do peso em 1 ano

Na última terça-feira (17), o painel regulador de medicamentos dos Estados Unidos aprovou a droga contra a obesidade Qsymia, antiga Qnexa, da Vivus.

O novo remédio é uma combinação de dois outros medicamentos existentes no mercado, a “fentermina”, um derivado da anfetamina que reduz o apetite, e o “topiramato”, um antiepiléptico usado para tratar convulsões, que não deve ser tomado por grávidas porque pode causar malformações do feto.

Justamente por conta do risco de defeitos de nascimento, assim como elevada frequência cardíaca, a Food and Drug Administration (FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) demorou três meses para revisar o plano da Vivus e liberar a droga.

Já a fentermina teve seu uso proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro de 2011, e o topiramato (ou topiramento) é aprovado para uso no Brasil, indicado para casos de enxaqueca e convulsões.
O problema obesidade

Depois de 13 anos sem aprovar nenhum medicamento para emagrecer por causa dos riscos que eles traziam à saúde, finalmente o FDA aprovou não só um, mas dois remédios. Além do Qsymia, mês passado o Belviq, da Arena Pharmaceuticals, foi aprovado para comercialização.

No entanto, especialistas acreditam que o Qsymia venderá melhor, pois é mais eficaz: em testes clínicos, a pílula ajudou pacientes a perderem até 10% do seu peso após um ano de tratamento, em comparação com a média de perda de peso de 5% no mesmo período nos testes com Belviq.

Em maiores detalhes, os pacientes que receberam a dose recomendada de 7,5 miligramas de fentermina e 46 de topiramato perderam, em média, 6,7% do seu peso. Os que receberam uma dose mais elevada, de 15 miligramas de fentermina e de 92 de topiramato, perderam, em média, 8,9% do seu peso total.

Orexigen Therapeutics é outra empresa que também está esperando aprovação para lançar sua droga contra a obesidade, mas o FDA a obrigou a conduzir um estudo de segurança para verificar riscos de condições cardíacas primeiro.

Por enquanto, os efeitos secundários mais comuns do Qsymia são formigamento das mãos e pés (parestesia), tonturas, sensação de sabor alterado, insônia, constipação e boca seca. Porém, a Vivus também terá de realizar um estudo de longo
prazo para provar que o medicamento não provoca ataques cardíacos ou derrames.

De acordo com o FDA, o medicamento não deve ser usado durante a gestação porque aumenta os riscos de lábio leporinos nos fetos. Também não deve ser usado por pacientes com glaucoma e hipertireoidismo, e não é recomendado para pacientes que tiveram, dentro de seis meses, problemas cardíacos ou derrame, já que pode aumentar o ritmo cardíaco.

Alguns podem se perguntar: então porque a droga já foi aprovada? Com cerca de dois terços dos norte-americanos considerados com sobrepeso ou obesos (no Brasil, 50% dos homens e 48% das mulheres têm sobrepeso, e 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres são obesos) e os grandes custos relacionados com a saúde pública e a economia, o FDA sofre uma boa pressão para aprovar novos tratamentos para a perda de peso.

“O grau e gravidade da obesidade e da falta de eficácia das intervenções farmacológicas são duas razões principais para o desenvolvimento de Qsymia”, disse o presidente da Vivus, Peter Tam.

Qsymia pode ser prescrito para adultos obesos (IMC 30 ou maior) ou adultos com sobrepeso (IMC 27 ou maior) com pelo menos uma condição de saúde relacionada ao peso, como pressão alta, diabetes tipo 2 ou níveis elevados de colesterol.


“Qsymia, se utilizado de forma responsável em combinação com um estilo de vida saudável, que inclui dieta e exercícios, oferece uma outra opção de tratamento para controle de peso em adultos obesos e com problemas de saúde relacionados ao peso”, conclui a Dra. Janet Woodcock, diretora do centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas do FDA.[Reuters, RCMPHARMA, MedicaldoBrasil, Abril]

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cientista cria pizza saudável que você pode comer 3 vezes ao dia

Se você está tentando seguir uma dieta balanceada, deve ter o mesmo problema do professor Mike Lean, da Universidade de Glasgow, que ficou frustrado com os alimentos que se encontram em supermercados da Escócia: muito sal, muita gordura saturada, e com nutrientes importantes ausentes na composição.

Pensando nisto, o professor Lean associou-se com o empresário Donnie Maclean para produzir a primeira pizza “balanceada”: pão com algas diminuem o sódio de 40% para 3,5%, além de acrescentarem vitamina B12, iodine e outros componentes.

Com pimenta vermelha acrescida à base de tomate, a pizza também tem vitamina C, magnésio, potássio, folatos e vitamina A, respondendo por cerca de 30% das necessidades diárias de nutrientes de um adulto.

Uma rede de supermercados já manifestou interesse em vender a pizza, que só pode ser oferecida congelada para que os ingredientes sejam preservados. Só que das pizzas congeladas, esta será a mais cara.


Uma pesquisa recente indicou que sete em cada dez ingleses come pizza, e o mercado deve movimentar um bilhão de libras em 2016 (R$ 3,13 bilhões). A dupla já está pensando em atacar outros pratos típicos de “fast-food”.

Enquanto esta novidade não chega no Brasil, você pode tornar a sua pizza mais saudável colocando mais verduras e maneirando nas carnes e queijos da cobertura.[BBC]

Cientista cria pizza saudável que você pode comer 3 vezes ao dia

Se você está tentando seguir uma dieta balanceada, deve ter o mesmo problema do professor Mike Lean, da Universidade de Glasgow, que ficou frustrado com os alimentos que se encontram em supermercados da Escócia: muito sal, muita gordura saturada, e com nutrientes importantes ausentes na composição.

Pensando nisto, o professor Lean associou-se com o empresário Donnie Maclean para produzir a primeira pizza “balanceada”: pão com algas diminuem o sódio de 40% para 3,5%, além de acrescentarem vitamina B12, iodine e outros componentes.

Com pimenta vermelha acrescida à base de tomate, a pizza também tem vitamina C, magnésio, potássio, folatos e vitamina A, respondendo por cerca de 30% das necessidades diárias de nutrientes de um adulto.

Uma rede de supermercados já manifestou interesse em vender a pizza, que só pode ser oferecida congelada para que os ingredientes sejam preservados. Só que das pizzas congeladas, esta será a mais cara.


Uma pesquisa recente indicou que sete em cada dez ingleses come pizza, e o mercado deve movimentar um bilhão de libras em 2016 (R$ 3,13 bilhões). A dupla já está pensando em atacar outros pratos típicos de “fast-food”.

Enquanto esta novidade não chega no Brasil, você pode tornar a sua pizza mais saudável colocando mais verduras e maneirando nas carnes e queijos da cobertura.[BBC]

Cientista cria pizza saudável que você pode comer 3 vezes ao dia

Se você está tentando seguir uma dieta balanceada, deve ter o mesmo problema do professor Mike Lean, da Universidade de Glasgow, que ficou frustrado com os alimentos que se encontram em supermercados da Escócia: muito sal, muita gordura saturada, e com nutrientes importantes ausentes na composição.

Pensando nisto, o professor Lean associou-se com o empresário Donnie Maclean para produzir a primeira pizza “balanceada”: pão com algas diminuem o sódio de 40% para 3,5%, além de acrescentarem vitamina B12, iodine e outros componentes.

Com pimenta vermelha acrescida à base de tomate, a pizza também tem vitamina C, magnésio, potássio, folatos e vitamina A, respondendo por cerca de 30% das necessidades diárias de nutrientes de um adulto.

Uma rede de supermercados já manifestou interesse em vender a pizza, que só pode ser oferecida congelada para que os ingredientes sejam preservados. Só que das pizzas congeladas, esta será a mais cara.


Uma pesquisa recente indicou que sete em cada dez ingleses come pizza, e o mercado deve movimentar um bilhão de libras em 2016 (R$ 3,13 bilhões). A dupla já está pensando em atacar outros pratos típicos de “fast-food”.

Enquanto esta novidade não chega no Brasil, você pode tornar a sua pizza mais saudável colocando mais verduras e maneirando nas carnes e queijos da cobertura.[BBC]

Cientista cria pizza saudável que você pode comer 3 vezes ao dia

Se você está tentando seguir uma dieta balanceada, deve ter o mesmo problema do professor Mike Lean, da Universidade de Glasgow, que ficou frustrado com os alimentos que se encontram em supermercados da Escócia: muito sal, muita gordura saturada, e com nutrientes importantes ausentes na composição.

Pensando nisto, o professor Lean associou-se com o empresário Donnie Maclean para produzir a primeira pizza “balanceada”: pão com algas diminuem o sódio de 40% para 3,5%, além de acrescentarem vitamina B12, iodine e outros componentes.

Com pimenta vermelha acrescida à base de tomate, a pizza também tem vitamina C, magnésio, potássio, folatos e vitamina A, respondendo por cerca de 30% das necessidades diárias de nutrientes de um adulto.

Uma rede de supermercados já manifestou interesse em vender a pizza, que só pode ser oferecida congelada para que os ingredientes sejam preservados. Só que das pizzas congeladas, esta será a mais cara.


Uma pesquisa recente indicou que sete em cada dez ingleses come pizza, e o mercado deve movimentar um bilhão de libras em 2016 (R$ 3,13 bilhões). A dupla já está pensando em atacar outros pratos típicos de “fast-food”.

Enquanto esta novidade não chega no Brasil, você pode tornar a sua pizza mais saudável colocando mais verduras e maneirando nas carnes e queijos da cobertura.[BBC]

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dietas de baixa gordura não funcionam e fazem mal para você

Mais difícil do que perder peso, é manter o peso ideal. Pesquisas indicam que apenas uma em cada seis pessoas com sobrepeso conseguem manter mesmo apenas 10% de sua perda de peso.

Eu sei o que você deve estar pensando: é porque as pessoas fecham a boca quando fazem dieta, mas depois que perdem peso, voltam a comer de tudo e engordam novamente. Porém, os cientistas informam que o “reganho” de peso nem sempre tem a ver com “relaxamento” da pessoa: a biologia também desempenha um papel importante.

Após a perda de peso, a taxa com que as pessoas queimam calorias diminui – deixando o metabolismo mais lento. O menor gasto energético aumenta a dificuldade em manter o peso. Outra prova de que a biologia interfere na dieta é uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, que descobriu que mesmo depois de um ano em dieta, nossos hormônios ainda ficam fora de controle – nos dando uma sensação de fome. Essa é uma batalha que temos que lutar todos os dias para não comer exageradamente.

Por conta disso, um novo estudo afirma que a escolha de uma dieta adequada – que combine com a biologia de seu organismo – é fundamental para impedir que os quilos perdidos voltem para seu corpo.
Que dieta devo fazer?

Enquanto cada pessoa precisa testar o que funciona melhor para si – e a ajuda de um especialista nisso é importante –, algumas descobertas mostram do que devemos ficar longe.

Conheça a dieta mediterrânica, a mais saudável do mundo

Por exemplo, o estudo do Hospital Infantil de Boston (EUA) revelou que as populares dietas de baixa gordura não são boas em termos de manter o peso mais tarde, além de não fazerem bem para a saúde. Dietas com baixo açúcar ou baixo carboidrato, que reduzem o aumento do açúcar no sangue após uma refeição, são preferíveis.

Indo além, a dieta de baixo açúcar (baixo índice glicêmico) é ainda melhor porque tem benefícios parecidos com a de baixo carboidrato, sem os efeitos negativos da mesma (estresse e inflamação).
As dietas


Dieta de baixo índice glicêmico (variedade de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e gorduras saudáveis): ajuda a estabilizar o nível de açúcar no sangue e o metabolismo; afasta a fome; promove bem-estar e performance física e mental.

Dieta de baixa gordura (reduz todo tipo de gordura, e foca em grãos, frutas e vegetais): desacelera (torna lento) o metabolismo; impacta negativamente a resistência à insulina e lipídios; pode aumentar a fome; é difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.

Dieta de baixo carboidrato (diminui os carboidratos, incluindo frutas e grãos): estabiliza o metabolismo; impacta negativamente no estresse e inflamação; pode diminuir a fome; pode ser difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.
O estudo

21 participantes adultos, com idades de 18 a 40 anos, tinham que perder 10 a 15% do seu peso corporal, e em seguida passar pelas três dietas em ordem aleatória, cada uma por quatro semanas.

Esse modelo permitiu que os cientistas observassem como cada dieta afetava os participantes, independentemente da ordem em que foram consumidas. As dietas usadas foram: Dieta baixa em gordura, que reduz a gordura dietética e enfatiza grãos integrais e uma variedade de frutas e vegetais, composta por 60% de carboidratos, 20% de gordura e 20% de proteína;
Dieta de baixo índice glicêmico, composta de grãos de minimamente processados, vegetais, gorduras saudáveis, legumes e frutas, com 40% de carboidratos, 40% de gordura e 20% de proteína (carboidratos com baixo índice glicêmico são digeridos lentamente, ajudando a manter o açúcar no sangue, assim como os hormônios, estáveis após a refeição);
Dieta baixa em carboidratos, modelada após a dieta de Atkins, composta por 10% de carboidratos, 60% de gordura e 30% de proteína.

Os pesquisadores mediram o gasto total de energia dos participantes enquanto eles seguiam cada dieta. A dieta muito pobre em carboidratos produziu as maiores melhorias no metabolismo, mas com uma ressalva importante: aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular, além de elevar os níveis de proteína C reativa, que também podem aumentar o risco de doença cardiovascular.

Já a dieta baixa em gorduras causou a maior redução no gasto de energia, um padrão lipídico insalubre e resistência à insulina.
Conclusão

Segundo os pesquisadores, ao contrário de dietas de baixo carboidrato e gordura, a dieta com baixo índice glicêmico não elimina classes inteiras de alimentos, o que a torna mais fácil de ser seguida e mais sustentável. Além disso, ela é a melhor para a saúde.

Como nunca mais precisar fazer uma dieta

Sendo assim, se você quer perder peso visando a mantê-los no futuro, essa é uma boa aposta.

Outro estudo também sugere que você mude de estratégia depois de perder peso – manter o peso é outra história, e além de hábitos saudáveis, a cabeça pode ajudar de duas formas: sempre nos lembrando o motivo pelo qual devemos controlar nosso peso, e nos dando pequenas gratificações depois de atingirmos metas de dietas e exercícios.[DailyMail]

Dietas de baixa gordura não funcionam e fazem mal para você

Mais difícil do que perder peso, é manter o peso ideal. Pesquisas indicam que apenas uma em cada seis pessoas com sobrepeso conseguem manter mesmo apenas 10% de sua perda de peso.

Eu sei o que você deve estar pensando: é porque as pessoas fecham a boca quando fazem dieta, mas depois que perdem peso, voltam a comer de tudo e engordam novamente. Porém, os cientistas informam que o “reganho” de peso nem sempre tem a ver com “relaxamento” da pessoa: a biologia também desempenha um papel importante.

Após a perda de peso, a taxa com que as pessoas queimam calorias diminui – deixando o metabolismo mais lento. O menor gasto energético aumenta a dificuldade em manter o peso. Outra prova de que a biologia interfere na dieta é uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, que descobriu que mesmo depois de um ano em dieta, nossos hormônios ainda ficam fora de controle – nos dando uma sensação de fome. Essa é uma batalha que temos que lutar todos os dias para não comer exageradamente.

Por conta disso, um novo estudo afirma que a escolha de uma dieta adequada – que combine com a biologia de seu organismo – é fundamental para impedir que os quilos perdidos voltem para seu corpo.
Que dieta devo fazer?

Enquanto cada pessoa precisa testar o que funciona melhor para si – e a ajuda de um especialista nisso é importante –, algumas descobertas mostram do que devemos ficar longe.

Conheça a dieta mediterrânica, a mais saudável do mundo

Por exemplo, o estudo do Hospital Infantil de Boston (EUA) revelou que as populares dietas de baixa gordura não são boas em termos de manter o peso mais tarde, além de não fazerem bem para a saúde. Dietas com baixo açúcar ou baixo carboidrato, que reduzem o aumento do açúcar no sangue após uma refeição, são preferíveis.

Indo além, a dieta de baixo açúcar (baixo índice glicêmico) é ainda melhor porque tem benefícios parecidos com a de baixo carboidrato, sem os efeitos negativos da mesma (estresse e inflamação).
As dietas


Dieta de baixo índice glicêmico (variedade de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e gorduras saudáveis): ajuda a estabilizar o nível de açúcar no sangue e o metabolismo; afasta a fome; promove bem-estar e performance física e mental.

Dieta de baixa gordura (reduz todo tipo de gordura, e foca em grãos, frutas e vegetais): desacelera (torna lento) o metabolismo; impacta negativamente a resistência à insulina e lipídios; pode aumentar a fome; é difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.

Dieta de baixo carboidrato (diminui os carboidratos, incluindo frutas e grãos): estabiliza o metabolismo; impacta negativamente no estresse e inflamação; pode diminuir a fome; pode ser difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.
O estudo

21 participantes adultos, com idades de 18 a 40 anos, tinham que perder 10 a 15% do seu peso corporal, e em seguida passar pelas três dietas em ordem aleatória, cada uma por quatro semanas.

Esse modelo permitiu que os cientistas observassem como cada dieta afetava os participantes, independentemente da ordem em que foram consumidas. As dietas usadas foram: Dieta baixa em gordura, que reduz a gordura dietética e enfatiza grãos integrais e uma variedade de frutas e vegetais, composta por 60% de carboidratos, 20% de gordura e 20% de proteína;
Dieta de baixo índice glicêmico, composta de grãos de minimamente processados, vegetais, gorduras saudáveis, legumes e frutas, com 40% de carboidratos, 40% de gordura e 20% de proteína (carboidratos com baixo índice glicêmico são digeridos lentamente, ajudando a manter o açúcar no sangue, assim como os hormônios, estáveis após a refeição);
Dieta baixa em carboidratos, modelada após a dieta de Atkins, composta por 10% de carboidratos, 60% de gordura e 30% de proteína.

Os pesquisadores mediram o gasto total de energia dos participantes enquanto eles seguiam cada dieta. A dieta muito pobre em carboidratos produziu as maiores melhorias no metabolismo, mas com uma ressalva importante: aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular, além de elevar os níveis de proteína C reativa, que também podem aumentar o risco de doença cardiovascular.

Já a dieta baixa em gorduras causou a maior redução no gasto de energia, um padrão lipídico insalubre e resistência à insulina.
Conclusão

Segundo os pesquisadores, ao contrário de dietas de baixo carboidrato e gordura, a dieta com baixo índice glicêmico não elimina classes inteiras de alimentos, o que a torna mais fácil de ser seguida e mais sustentável. Além disso, ela é a melhor para a saúde.

Como nunca mais precisar fazer uma dieta

Sendo assim, se você quer perder peso visando a mantê-los no futuro, essa é uma boa aposta.

Outro estudo também sugere que você mude de estratégia depois de perder peso – manter o peso é outra história, e além de hábitos saudáveis, a cabeça pode ajudar de duas formas: sempre nos lembrando o motivo pelo qual devemos controlar nosso peso, e nos dando pequenas gratificações depois de atingirmos metas de dietas e exercícios.[DailyMail]

Dietas de baixa gordura não funcionam e fazem mal para você

Mais difícil do que perder peso, é manter o peso ideal. Pesquisas indicam que apenas uma em cada seis pessoas com sobrepeso conseguem manter mesmo apenas 10% de sua perda de peso.

Eu sei o que você deve estar pensando: é porque as pessoas fecham a boca quando fazem dieta, mas depois que perdem peso, voltam a comer de tudo e engordam novamente. Porém, os cientistas informam que o “reganho” de peso nem sempre tem a ver com “relaxamento” da pessoa: a biologia também desempenha um papel importante.

Após a perda de peso, a taxa com que as pessoas queimam calorias diminui – deixando o metabolismo mais lento. O menor gasto energético aumenta a dificuldade em manter o peso. Outra prova de que a biologia interfere na dieta é uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, que descobriu que mesmo depois de um ano em dieta, nossos hormônios ainda ficam fora de controle – nos dando uma sensação de fome. Essa é uma batalha que temos que lutar todos os dias para não comer exageradamente.

Por conta disso, um novo estudo afirma que a escolha de uma dieta adequada – que combine com a biologia de seu organismo – é fundamental para impedir que os quilos perdidos voltem para seu corpo.
Que dieta devo fazer?

Enquanto cada pessoa precisa testar o que funciona melhor para si – e a ajuda de um especialista nisso é importante –, algumas descobertas mostram do que devemos ficar longe.

Conheça a dieta mediterrânica, a mais saudável do mundo

Por exemplo, o estudo do Hospital Infantil de Boston (EUA) revelou que as populares dietas de baixa gordura não são boas em termos de manter o peso mais tarde, além de não fazerem bem para a saúde. Dietas com baixo açúcar ou baixo carboidrato, que reduzem o aumento do açúcar no sangue após uma refeição, são preferíveis.

Indo além, a dieta de baixo açúcar (baixo índice glicêmico) é ainda melhor porque tem benefícios parecidos com a de baixo carboidrato, sem os efeitos negativos da mesma (estresse e inflamação).
As dietas


Dieta de baixo índice glicêmico (variedade de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e gorduras saudáveis): ajuda a estabilizar o nível de açúcar no sangue e o metabolismo; afasta a fome; promove bem-estar e performance física e mental.

Dieta de baixa gordura (reduz todo tipo de gordura, e foca em grãos, frutas e vegetais): desacelera (torna lento) o metabolismo; impacta negativamente a resistência à insulina e lipídios; pode aumentar a fome; é difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.

Dieta de baixo carboidrato (diminui os carboidratos, incluindo frutas e grãos): estabiliza o metabolismo; impacta negativamente no estresse e inflamação; pode diminuir a fome; pode ser difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.
O estudo

21 participantes adultos, com idades de 18 a 40 anos, tinham que perder 10 a 15% do seu peso corporal, e em seguida passar pelas três dietas em ordem aleatória, cada uma por quatro semanas.

Esse modelo permitiu que os cientistas observassem como cada dieta afetava os participantes, independentemente da ordem em que foram consumidas. As dietas usadas foram: Dieta baixa em gordura, que reduz a gordura dietética e enfatiza grãos integrais e uma variedade de frutas e vegetais, composta por 60% de carboidratos, 20% de gordura e 20% de proteína;
Dieta de baixo índice glicêmico, composta de grãos de minimamente processados, vegetais, gorduras saudáveis, legumes e frutas, com 40% de carboidratos, 40% de gordura e 20% de proteína (carboidratos com baixo índice glicêmico são digeridos lentamente, ajudando a manter o açúcar no sangue, assim como os hormônios, estáveis após a refeição);
Dieta baixa em carboidratos, modelada após a dieta de Atkins, composta por 10% de carboidratos, 60% de gordura e 30% de proteína.

Os pesquisadores mediram o gasto total de energia dos participantes enquanto eles seguiam cada dieta. A dieta muito pobre em carboidratos produziu as maiores melhorias no metabolismo, mas com uma ressalva importante: aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular, além de elevar os níveis de proteína C reativa, que também podem aumentar o risco de doença cardiovascular.

Já a dieta baixa em gorduras causou a maior redução no gasto de energia, um padrão lipídico insalubre e resistência à insulina.
Conclusão

Segundo os pesquisadores, ao contrário de dietas de baixo carboidrato e gordura, a dieta com baixo índice glicêmico não elimina classes inteiras de alimentos, o que a torna mais fácil de ser seguida e mais sustentável. Além disso, ela é a melhor para a saúde.

Como nunca mais precisar fazer uma dieta

Sendo assim, se você quer perder peso visando a mantê-los no futuro, essa é uma boa aposta.

Outro estudo também sugere que você mude de estratégia depois de perder peso – manter o peso é outra história, e além de hábitos saudáveis, a cabeça pode ajudar de duas formas: sempre nos lembrando o motivo pelo qual devemos controlar nosso peso, e nos dando pequenas gratificações depois de atingirmos metas de dietas e exercícios.[DailyMail]

Dietas de baixa gordura não funcionam e fazem mal para você

Mais difícil do que perder peso, é manter o peso ideal. Pesquisas indicam que apenas uma em cada seis pessoas com sobrepeso conseguem manter mesmo apenas 10% de sua perda de peso.

Eu sei o que você deve estar pensando: é porque as pessoas fecham a boca quando fazem dieta, mas depois que perdem peso, voltam a comer de tudo e engordam novamente. Porém, os cientistas informam que o “reganho” de peso nem sempre tem a ver com “relaxamento” da pessoa: a biologia também desempenha um papel importante.

Após a perda de peso, a taxa com que as pessoas queimam calorias diminui – deixando o metabolismo mais lento. O menor gasto energético aumenta a dificuldade em manter o peso. Outra prova de que a biologia interfere na dieta é uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, que descobriu que mesmo depois de um ano em dieta, nossos hormônios ainda ficam fora de controle – nos dando uma sensação de fome. Essa é uma batalha que temos que lutar todos os dias para não comer exageradamente.

Por conta disso, um novo estudo afirma que a escolha de uma dieta adequada – que combine com a biologia de seu organismo – é fundamental para impedir que os quilos perdidos voltem para seu corpo.
Que dieta devo fazer?

Enquanto cada pessoa precisa testar o que funciona melhor para si – e a ajuda de um especialista nisso é importante –, algumas descobertas mostram do que devemos ficar longe.

Conheça a dieta mediterrânica, a mais saudável do mundo

Por exemplo, o estudo do Hospital Infantil de Boston (EUA) revelou que as populares dietas de baixa gordura não são boas em termos de manter o peso mais tarde, além de não fazerem bem para a saúde. Dietas com baixo açúcar ou baixo carboidrato, que reduzem o aumento do açúcar no sangue após uma refeição, são preferíveis.

Indo além, a dieta de baixo açúcar (baixo índice glicêmico) é ainda melhor porque tem benefícios parecidos com a de baixo carboidrato, sem os efeitos negativos da mesma (estresse e inflamação).
As dietas


Dieta de baixo índice glicêmico (variedade de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e gorduras saudáveis): ajuda a estabilizar o nível de açúcar no sangue e o metabolismo; afasta a fome; promove bem-estar e performance física e mental.

Dieta de baixa gordura (reduz todo tipo de gordura, e foca em grãos, frutas e vegetais): desacelera (torna lento) o metabolismo; impacta negativamente a resistência à insulina e lipídios; pode aumentar a fome; é difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.

Dieta de baixo carboidrato (diminui os carboidratos, incluindo frutas e grãos): estabiliza o metabolismo; impacta negativamente no estresse e inflamação; pode diminuir a fome; pode ser difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes.
O estudo

21 participantes adultos, com idades de 18 a 40 anos, tinham que perder 10 a 15% do seu peso corporal, e em seguida passar pelas três dietas em ordem aleatória, cada uma por quatro semanas.

Esse modelo permitiu que os cientistas observassem como cada dieta afetava os participantes, independentemente da ordem em que foram consumidas. As dietas usadas foram: Dieta baixa em gordura, que reduz a gordura dietética e enfatiza grãos integrais e uma variedade de frutas e vegetais, composta por 60% de carboidratos, 20% de gordura e 20% de proteína;
Dieta de baixo índice glicêmico, composta de grãos de minimamente processados, vegetais, gorduras saudáveis, legumes e frutas, com 40% de carboidratos, 40% de gordura e 20% de proteína (carboidratos com baixo índice glicêmico são digeridos lentamente, ajudando a manter o açúcar no sangue, assim como os hormônios, estáveis após a refeição);
Dieta baixa em carboidratos, modelada após a dieta de Atkins, composta por 10% de carboidratos, 60% de gordura e 30% de proteína.

Os pesquisadores mediram o gasto total de energia dos participantes enquanto eles seguiam cada dieta. A dieta muito pobre em carboidratos produziu as maiores melhorias no metabolismo, mas com uma ressalva importante: aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular, além de elevar os níveis de proteína C reativa, que também podem aumentar o risco de doença cardiovascular.

Já a dieta baixa em gorduras causou a maior redução no gasto de energia, um padrão lipídico insalubre e resistência à insulina.
Conclusão

Segundo os pesquisadores, ao contrário de dietas de baixo carboidrato e gordura, a dieta com baixo índice glicêmico não elimina classes inteiras de alimentos, o que a torna mais fácil de ser seguida e mais sustentável. Além disso, ela é a melhor para a saúde.

Como nunca mais precisar fazer uma dieta

Sendo assim, se você quer perder peso visando a mantê-los no futuro, essa é uma boa aposta.

Outro estudo também sugere que você mude de estratégia depois de perder peso – manter o peso é outra história, e além de hábitos saudáveis, a cabeça pode ajudar de duas formas: sempre nos lembrando o motivo pelo qual devemos controlar nosso peso, e nos dando pequenas gratificações depois de atingirmos metas de dietas e exercícios.[DailyMail]

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Menina come mais do que um adulto para sobreviver

Imagine uma dieta rica em gordura, com bastante azeite de oliva e manteiga no cardápio. Agora, multiplique por três. Refeições que provavelmente matariam um adulto foram o que salvou a vida da pequena Amy Paterson, de apenas 9 anos.
Portadora de uma condição extremamente rara (no mundo todo, foram diagnosticadas 100 pessoas), Amy consome três vezes mais gordura do que outras crianças de sua idade e, em uma única refeição, o dobro de azeite ou creme que um adulto consumiria em um dia.
Devido a um gene defeituoso, seu corpo não consegue transportar glicose para o cérebro como deveria. Assim, apenas uma dieta extremamente rica em gordura é capaz de lhe dar energia suficiente para sobreviver.
Seus pais, Michele e Allan Paterson, têm de monitorar cuidadosamente suas refeições para garantir que a doença permaneça sob controle. “Temos um enorme par de balanças na cozinha, porque precisamos medir tudo”, conta Allan.
A condição (chamada Síndrome da Deficiência do Transportador de Glicose 1) causa letargia e convulsões, e se manifestou pela primeira vez quando Amy tinha apenas dois meses de idade. O diagnóstico correto – antes, pensava-se que era paralisia cerebral – só foi feito muito tempo

depois, aos 7 anos.
“Ela estava o tempo todo precisando de energia, e a gente não sabia que estava dando uma alimentação errada”, diz Michelle. “Os pais geralmente são orientados a reduzir a gordura da dieta de seus filhos, mas é exatamente dela que Amy precisa”.
Não bastasse o elevado consumo de gordura, Amy precisa evitar açúcar – o excesso pode causar convulsões. Recusar uma barra de chocolate, para uma criança, é dureza. Felizmente, Amy já de acostumou e está lidando bem com a dieta, garantem seus pais.[Daily Mail UK]