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Mostrando postagens com marcador para as mulheres. Mostrar todas as postagens
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domingo, 26 de agosto de 2012

Como antibióticos são combustíveis para a obesidade

Você já deve ter ouvido falar que tomamos antibióticos demais, e que o abuso desse tipo de medicamento pode levar a mais problemas do que soluções (pesquisas americanas mostram que pediatras prescrevem mais de 10 milhões de antibióticos desnecessários todos os anos para crianças).

Em primeiro lugar, porque quanto mais antibióticos nós tomamos, mais as bactérias se acostumam com eles. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna: no futuro, todo antibiótico comum pode se tornar inútil.

Além disso, outra afirmação é bastante corriqueira: a de que os antibióticos não matam apenas as bactérias más, como as boas também.

Todo antibiótico pode ser perigoso

Opa! Que bactérias boas? As que vivem no nosso organismo e que nos ajudam com tarefas importantes todos os dias.

3 perfis bacterianos: um deles vive no seu organismo

Muitas comunidades de bactérias vivem em nós – o suficiente para encher um prato grande de sopa, ou 1,36 a 2,27 quilos de bactérias. Na verdade, tem mais bactéria do que “a gente mesmo” em nosso corpo: as células de bactérias superam as células humanas em 10 para 1 no nosso organismo. Porém, como elas são muito menores do que as células humanas, representam apenas cerca de 1 a 2% da nossa massa corporal (embora componham cerca de metade dos nossos resíduos corporais).

As bactérias gastrointestinais estão entre as mais importantes do nosso corpo. Isso porque elas nos ajudam a coletar a energia dos alimentos ao quebrar as moléculas complexas que nossas células não conseguem quebrar. Elas também constroem vitaminas que não podemos fabricar, e “conversam” com nosso sistema imunológico para que ele funcione corretamente, evitando invasões de outros micróbios mais prejudiciais. Enfim, as bactérias são nossas parceiras e, sem elas, com certeza algumas coisas iriam mudar no nosso corpo.
Até o nosso peso

O resultado de uma observação com animais despertou a curiosidade de cientistas quanto aos efeitos do antibiótico no corpo humano.

Há mais de 50 anos, fazendeiros percebem que baixas doses de antibióticos em animais saudáveis engordam seu gado em até 15%. Isso funciona com vacas, ovelhas, porcos e galinhas, e com qualquer remédio, como penicilinas ou tetraciclinas. O efeito é sempre o mesmo: mais peso.



Para descobrir o porquê de tal efeito, Ilseung Cho, da Universidade de Nova York (EUA), deu antibióticos para ratos jovens, e concluiu que as drogas mudaram drasticamente as comunidades microscópicas de seus organismos, aumentando a quantidade de calorias que eles “colhiam” dos alimentos. O resultado: os ratos se tornaram mais gordos.

Cho usou uma gama de antibióticos diferentes, incluindo penicilina, vancomicina, os dois juntos, ou clortetraciclina. Após 7 semanas, os ratos tratados não ficaram mais pesados, mas ganharam mais gordura corporal – cerca de 23%, em comparação com os típicos 20%.

As comunidades bacterianas dos ratos medicados também mudaram. Eles tinham os mesmos números de micróbios, mas possuíam mais bactérias do filo Firmicutes, e menos do filo Bacteroidetes.

Esse padrão é interessante, pois muitos estudos descobriram que o equilíbrio entre estes dois grupos de bactérias pende a favor das Firmicutes em indivíduos obesos.

Os antibióticos também mudaram a forma como as bactérias agiam. Nos ratos tratados, certos genes eram mais ativos, incluindo aqueles que quebram os carboidratos complexos em ácidos graxos de cadeia (substâncias que fornecem energia para as células intestinais e desencadeiam a produção de gordura do corpo). Genes envolvidos no armazenamento de calorias não utilizadas, criando substâncias como gorduras e triglicérides, também tendiam a ser mais ativos.
Conclusão

O efeito foi visto com todo e qualquer antibiótico. Isso significa que o uso desse remédio pode alterar as comunidades
bacterianas e a forma como elas agem, fazendo o organismo colher mais calorias dos alimentos e acumulá-las mais em gordura.

Mas, como o estudo foi realizado com ratos, que, apesar de parecidos conosco, têm comunidades bacterianas e organismos diferentes, os pesquisadores ainda não podem afirmar que as alterações são iguais em nós.

No entanto, um passo já foi dado para provar que o mesmo deve estar acontecendo conosco: um segundo estudo de Martin Blaser, que liderou a pesquisa de Cho, seguiu 11.532 crianças britânicas nascidas entre 1991 e 1992, e mostrou que aquelas que tomaram antibióticos nos primeiros seis meses de vida também ganharam mais peso nos primeiros anos de vida.

“O uso excessivo de antibióticos pode estar alimentando o aumento dramático de condições como a obesidade, diabetes tipo 1, doença inflamatória intestinal, alergias e asma. Devemos fazer uso da tecnologia disponível para proteger e estudar os nossos benfeitores bacterianos antes que seja tarde demais”, disse Blaser.[DiscoverMagazine]

Como antibióticos são combustíveis para a obesidade

Você já deve ter ouvido falar que tomamos antibióticos demais, e que o abuso desse tipo de medicamento pode levar a mais problemas do que soluções (pesquisas americanas mostram que pediatras prescrevem mais de 10 milhões de antibióticos desnecessários todos os anos para crianças).

Em primeiro lugar, porque quanto mais antibióticos nós tomamos, mais as bactérias se acostumam com eles. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna: no futuro, todo antibiótico comum pode se tornar inútil.

Além disso, outra afirmação é bastante corriqueira: a de que os antibióticos não matam apenas as bactérias más, como as boas também.

Todo antibiótico pode ser perigoso

Opa! Que bactérias boas? As que vivem no nosso organismo e que nos ajudam com tarefas importantes todos os dias.

3 perfis bacterianos: um deles vive no seu organismo

Muitas comunidades de bactérias vivem em nós – o suficiente para encher um prato grande de sopa, ou 1,36 a 2,27 quilos de bactérias. Na verdade, tem mais bactéria do que “a gente mesmo” em nosso corpo: as células de bactérias superam as células humanas em 10 para 1 no nosso organismo. Porém, como elas são muito menores do que as células humanas, representam apenas cerca de 1 a 2% da nossa massa corporal (embora componham cerca de metade dos nossos resíduos corporais).

As bactérias gastrointestinais estão entre as mais importantes do nosso corpo. Isso porque elas nos ajudam a coletar a energia dos alimentos ao quebrar as moléculas complexas que nossas células não conseguem quebrar. Elas também constroem vitaminas que não podemos fabricar, e “conversam” com nosso sistema imunológico para que ele funcione corretamente, evitando invasões de outros micróbios mais prejudiciais. Enfim, as bactérias são nossas parceiras e, sem elas, com certeza algumas coisas iriam mudar no nosso corpo.
Até o nosso peso

O resultado de uma observação com animais despertou a curiosidade de cientistas quanto aos efeitos do antibiótico no corpo humano.

Há mais de 50 anos, fazendeiros percebem que baixas doses de antibióticos em animais saudáveis engordam seu gado em até 15%. Isso funciona com vacas, ovelhas, porcos e galinhas, e com qualquer remédio, como penicilinas ou tetraciclinas. O efeito é sempre o mesmo: mais peso.



Para descobrir o porquê de tal efeito, Ilseung Cho, da Universidade de Nova York (EUA), deu antibióticos para ratos jovens, e concluiu que as drogas mudaram drasticamente as comunidades microscópicas de seus organismos, aumentando a quantidade de calorias que eles “colhiam” dos alimentos. O resultado: os ratos se tornaram mais gordos.

Cho usou uma gama de antibióticos diferentes, incluindo penicilina, vancomicina, os dois juntos, ou clortetraciclina. Após 7 semanas, os ratos tratados não ficaram mais pesados, mas ganharam mais gordura corporal – cerca de 23%, em comparação com os típicos 20%.

As comunidades bacterianas dos ratos medicados também mudaram. Eles tinham os mesmos números de micróbios, mas possuíam mais bactérias do filo Firmicutes, e menos do filo Bacteroidetes.

Esse padrão é interessante, pois muitos estudos descobriram que o equilíbrio entre estes dois grupos de bactérias pende a favor das Firmicutes em indivíduos obesos.

Os antibióticos também mudaram a forma como as bactérias agiam. Nos ratos tratados, certos genes eram mais ativos, incluindo aqueles que quebram os carboidratos complexos em ácidos graxos de cadeia (substâncias que fornecem energia para as células intestinais e desencadeiam a produção de gordura do corpo). Genes envolvidos no armazenamento de calorias não utilizadas, criando substâncias como gorduras e triglicérides, também tendiam a ser mais ativos.
Conclusão

O efeito foi visto com todo e qualquer antibiótico. Isso significa que o uso desse remédio pode alterar as comunidades
bacterianas e a forma como elas agem, fazendo o organismo colher mais calorias dos alimentos e acumulá-las mais em gordura.

Mas, como o estudo foi realizado com ratos, que, apesar de parecidos conosco, têm comunidades bacterianas e organismos diferentes, os pesquisadores ainda não podem afirmar que as alterações são iguais em nós.

No entanto, um passo já foi dado para provar que o mesmo deve estar acontecendo conosco: um segundo estudo de Martin Blaser, que liderou a pesquisa de Cho, seguiu 11.532 crianças britânicas nascidas entre 1991 e 1992, e mostrou que aquelas que tomaram antibióticos nos primeiros seis meses de vida também ganharam mais peso nos primeiros anos de vida.

“O uso excessivo de antibióticos pode estar alimentando o aumento dramático de condições como a obesidade, diabetes tipo 1, doença inflamatória intestinal, alergias e asma. Devemos fazer uso da tecnologia disponível para proteger e estudar os nossos benfeitores bacterianos antes que seja tarde demais”, disse Blaser.[DiscoverMagazine]

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O Tipo de mulher que os homens querem

Que seja recatada, mas que não seja fresca.
Que seja engraçada, mas que não seja escadalosa.
Que seja bonita, mas que não seja muito a ponto de ser cobiçada por outros homens.
Que seja boazinha, mas que não seja boba.
Que seja inteligente, mas que não seja chata.
Que seja bem resolvida, mas que não seja esnobe.
Que seja trabalhadora, mas que possua tempo para namorar.
Que tenha opinião própria, mas que saiba respeitar e ouvir a opinião dos outros.
Que seja madura, mas que não seja chata.


Que tenha confiança, mas que não deixe de se interessar pelo que ele faz.
Que seja sociável, mas que não dê em cima dos amigos dele.
Que faça um charme, mas que não se ache o último biscoito do pacote.
Que seja de família, mas que não seja dependente da própria família.
Que seja prendada, mas que não esqueça de cuidar de si mesma.
Que seja agradável, mas que não saía agradando outros homens.
Que seja feminina, mas não seja vulgar.
Que tenha bom humor, mas que não seja prosa ruim.
Que saiba conversar, mas que não fale somente sobre futilidades.

O Tipo de mulher que os homens querem

Que seja recatada, mas que não seja fresca.
Que seja engraçada, mas que não seja escadalosa.
Que seja bonita, mas que não seja muito a ponto de ser cobiçada por outros homens.
Que seja boazinha, mas que não seja boba.
Que seja inteligente, mas que não seja chata.
Que seja bem resolvida, mas que não seja esnobe.
Que seja trabalhadora, mas que possua tempo para namorar.
Que tenha opinião própria, mas que saiba respeitar e ouvir a opinião dos outros.
Que seja madura, mas que não seja chata.


Que tenha confiança, mas que não deixe de se interessar pelo que ele faz.
Que seja sociável, mas que não dê em cima dos amigos dele.
Que faça um charme, mas que não se ache o último biscoito do pacote.
Que seja de família, mas que não seja dependente da própria família.
Que seja prendada, mas que não esqueça de cuidar de si mesma.
Que seja agradável, mas que não saía agradando outros homens.
Que seja feminina, mas não seja vulgar.
Que tenha bom humor, mas que não seja prosa ruim.
Que saiba conversar, mas que não fale somente sobre futilidades.

O Tipo de mulher que os homens querem

Que seja recatada, mas que não seja fresca.
Que seja engraçada, mas que não seja escadalosa.
Que seja bonita, mas que não seja muito a ponto de ser cobiçada por outros homens.
Que seja boazinha, mas que não seja boba.
Que seja inteligente, mas que não seja chata.
Que seja bem resolvida, mas que não seja esnobe.
Que seja trabalhadora, mas que possua tempo para namorar.
Que tenha opinião própria, mas que saiba respeitar e ouvir a opinião dos outros.
Que seja madura, mas que não seja chata.


Que tenha confiança, mas que não deixe de se interessar pelo que ele faz.
Que seja sociável, mas que não dê em cima dos amigos dele.
Que faça um charme, mas que não se ache o último biscoito do pacote.
Que seja de família, mas que não seja dependente da própria família.
Que seja prendada, mas que não esqueça de cuidar de si mesma.
Que seja agradável, mas que não saía agradando outros homens.
Que seja feminina, mas não seja vulgar.
Que tenha bom humor, mas que não seja prosa ruim.
Que saiba conversar, mas que não fale somente sobre futilidades.

O Tipo de mulher que os homens querem

Que seja recatada, mas que não seja fresca.
Que seja engraçada, mas que não seja escadalosa.
Que seja bonita, mas que não seja muito a ponto de ser cobiçada por outros homens.
Que seja boazinha, mas que não seja boba.
Que seja inteligente, mas que não seja chata.
Que seja bem resolvida, mas que não seja esnobe.
Que seja trabalhadora, mas que possua tempo para namorar.
Que tenha opinião própria, mas que saiba respeitar e ouvir a opinião dos outros.
Que seja madura, mas que não seja chata.


Que tenha confiança, mas que não deixe de se interessar pelo que ele faz.
Que seja sociável, mas que não dê em cima dos amigos dele.
Que faça um charme, mas que não se ache o último biscoito do pacote.
Que seja de família, mas que não seja dependente da própria família.
Que seja prendada, mas que não esqueça de cuidar de si mesma.
Que seja agradável, mas que não saía agradando outros homens.
Que seja feminina, mas não seja vulgar.
Que tenha bom humor, mas que não seja prosa ruim.
Que saiba conversar, mas que não fale somente sobre futilidades.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Os benefícios da seda na saúde de uma mulher


Nada como o que a seda pode fazer por uma mulher. O tecido sensual não é apenas ligado a fascínio e intimidade: uma nova pesquisa sugere que a seda realmente parece estar associada com qualidades curativas, que variam de aliviar os sintomas da menopausa ao antienvelhecimento até, mais recentemente, o alívio de infecções.
Um estudo italiano concluiu que uma nova gama de roupa íntima de seda reduziu drasticamente a coceira e a vermelhidão na vagina de mulheres com uma infecção fúngica comum, que afeta três em cada quatro mulheres em algum momento de suas vidas.
O tratamento típico em casos persistentes é com fluconazol, um agente antifúngico. No estudo, metade das mulheres usou um tecido de seda especial e outra metade usou algodão. Ninguém sabia qual tecido estava usando; a seda especial parecia algodão também, ao invés de uma “lingerie chic”.
Depois de seis meses, cerca de 90% do grupo da seda tinha sintomas reduzidos, e a recorrência da infecção foi cortada pela metade.
Mas de que forma exatamente a seda poderia ajudar? Segundo os pesquisadores, Candida albicans, o fungo que causa a infecção, prospera em ambientes quentes e úmidos. O tecido é feito de fibroína, uma seda que absorve o excesso de umidade.
O tecido também é impregnado com um agente antimicrobiano que mata uma grande variedade de bactérias e fungos em contato, e nunca perde sua plena atividade mesmo com lavagem regular (vale lembrar que a empresa que criou a seda usada na pesquisa, Alpretec, também financiou o estudo. De qualquer forma, o tecido é parte de uma linha de roupa disponível com receita médica).
Além disso, não há pesquisa substancial que explica como a seda ajuda as mulheres a gerenciar a menopausa, mas relatos de seus benefícios são comuns.
A maioria das mulheres fica louca durante a menopausa; manchas, vermelhidão, secura e ondas de calor são normais. Uma empresária de 51 anos teve rubor facial e vermelhidão, às vezes com espinhas, e uma fronha de seda pareceu aliviar as suas flutuações de temperatura e melhorar sua pele.
Os pesquisadores explicam que o algodão, ao invés de roupa de cama sintética, é normalmente recomendado para ajudar a aliviar ondas de calor, por isso faz sentido a seda ser eficaz também.
Também há alguma evidência científica que remonta quase 20 anos que pode explicar os benefícios da seda sobre a pele: cientistas suíços publicaram uma pesquisa mostrando que a sericina, uma proteína da seda, pode aderir à queratina, proteína da pele e do cabelo, resultando em um perceptível filme homogêneo de proteção.
Dessa forma, a seda pode formar uma camada que ajuda a reter a umidade e, possivelmente, ter um efeito antirrugas.
E as alegrias da seda não terminam por aí. A seda é produzida nas glândulas salivares do bicho da seda, o estágio larval de uma mariposa, formando seu casulo. A larva se alimenta de folhas de amoreira, e estudos mostram que as amoras contêm até 79% mais antioxidantes – que ajudam a reparar as células do corpo, renovando-o – do que outras frutas com bagas conhecidas pelos seus antioxidantes, como mirtilos, uvas do monte e amoras pretas.
Marilyn Monroe sabia exatamente o que estava fazendo quando insistia em lençóis de seda, não?[Telegraph]

Os benefícios da seda na saúde de uma mulher


Nada como o que a seda pode fazer por uma mulher. O tecido sensual não é apenas ligado a fascínio e intimidade: uma nova pesquisa sugere que a seda realmente parece estar associada com qualidades curativas, que variam de aliviar os sintomas da menopausa ao antienvelhecimento até, mais recentemente, o alívio de infecções.
Um estudo italiano concluiu que uma nova gama de roupa íntima de seda reduziu drasticamente a coceira e a vermelhidão na vagina de mulheres com uma infecção fúngica comum, que afeta três em cada quatro mulheres em algum momento de suas vidas.
O tratamento típico em casos persistentes é com fluconazol, um agente antifúngico. No estudo, metade das mulheres usou um tecido de seda especial e outra metade usou algodão. Ninguém sabia qual tecido estava usando; a seda especial parecia algodão também, ao invés de uma “lingerie chic”.
Depois de seis meses, cerca de 90% do grupo da seda tinha sintomas reduzidos, e a recorrência da infecção foi cortada pela metade.
Mas de que forma exatamente a seda poderia ajudar? Segundo os pesquisadores, Candida albicans, o fungo que causa a infecção, prospera em ambientes quentes e úmidos. O tecido é feito de fibroína, uma seda que absorve o excesso de umidade.
O tecido também é impregnado com um agente antimicrobiano que mata uma grande variedade de bactérias e fungos em contato, e nunca perde sua plena atividade mesmo com lavagem regular (vale lembrar que a empresa que criou a seda usada na pesquisa, Alpretec, também financiou o estudo. De qualquer forma, o tecido é parte de uma linha de roupa disponível com receita médica).
Além disso, não há pesquisa substancial que explica como a seda ajuda as mulheres a gerenciar a menopausa, mas relatos de seus benefícios são comuns.
A maioria das mulheres fica louca durante a menopausa; manchas, vermelhidão, secura e ondas de calor são normais. Uma empresária de 51 anos teve rubor facial e vermelhidão, às vezes com espinhas, e uma fronha de seda pareceu aliviar as suas flutuações de temperatura e melhorar sua pele.
Os pesquisadores explicam que o algodão, ao invés de roupa de cama sintética, é normalmente recomendado para ajudar a aliviar ondas de calor, por isso faz sentido a seda ser eficaz também.
Também há alguma evidência científica que remonta quase 20 anos que pode explicar os benefícios da seda sobre a pele: cientistas suíços publicaram uma pesquisa mostrando que a sericina, uma proteína da seda, pode aderir à queratina, proteína da pele e do cabelo, resultando em um perceptível filme homogêneo de proteção.
Dessa forma, a seda pode formar uma camada que ajuda a reter a umidade e, possivelmente, ter um efeito antirrugas.
E as alegrias da seda não terminam por aí. A seda é produzida nas glândulas salivares do bicho da seda, o estágio larval de uma mariposa, formando seu casulo. A larva se alimenta de folhas de amoreira, e estudos mostram que as amoras contêm até 79% mais antioxidantes – que ajudam a reparar as células do corpo, renovando-o – do que outras frutas com bagas conhecidas pelos seus antioxidantes, como mirtilos, uvas do monte e amoras pretas.
Marilyn Monroe sabia exatamente o que estava fazendo quando insistia em lençóis de seda, não?[Telegraph]

Os benefícios da seda na saúde de uma mulher


Nada como o que a seda pode fazer por uma mulher. O tecido sensual não é apenas ligado a fascínio e intimidade: uma nova pesquisa sugere que a seda realmente parece estar associada com qualidades curativas, que variam de aliviar os sintomas da menopausa ao antienvelhecimento até, mais recentemente, o alívio de infecções.
Um estudo italiano concluiu que uma nova gama de roupa íntima de seda reduziu drasticamente a coceira e a vermelhidão na vagina de mulheres com uma infecção fúngica comum, que afeta três em cada quatro mulheres em algum momento de suas vidas.
O tratamento típico em casos persistentes é com fluconazol, um agente antifúngico. No estudo, metade das mulheres usou um tecido de seda especial e outra metade usou algodão. Ninguém sabia qual tecido estava usando; a seda especial parecia algodão também, ao invés de uma “lingerie chic”.
Depois de seis meses, cerca de 90% do grupo da seda tinha sintomas reduzidos, e a recorrência da infecção foi cortada pela metade.
Mas de que forma exatamente a seda poderia ajudar? Segundo os pesquisadores, Candida albicans, o fungo que causa a infecção, prospera em ambientes quentes e úmidos. O tecido é feito de fibroína, uma seda que absorve o excesso de umidade.
O tecido também é impregnado com um agente antimicrobiano que mata uma grande variedade de bactérias e fungos em contato, e nunca perde sua plena atividade mesmo com lavagem regular (vale lembrar que a empresa que criou a seda usada na pesquisa, Alpretec, também financiou o estudo. De qualquer forma, o tecido é parte de uma linha de roupa disponível com receita médica).
Além disso, não há pesquisa substancial que explica como a seda ajuda as mulheres a gerenciar a menopausa, mas relatos de seus benefícios são comuns.
A maioria das mulheres fica louca durante a menopausa; manchas, vermelhidão, secura e ondas de calor são normais. Uma empresária de 51 anos teve rubor facial e vermelhidão, às vezes com espinhas, e uma fronha de seda pareceu aliviar as suas flutuações de temperatura e melhorar sua pele.
Os pesquisadores explicam que o algodão, ao invés de roupa de cama sintética, é normalmente recomendado para ajudar a aliviar ondas de calor, por isso faz sentido a seda ser eficaz também.
Também há alguma evidência científica que remonta quase 20 anos que pode explicar os benefícios da seda sobre a pele: cientistas suíços publicaram uma pesquisa mostrando que a sericina, uma proteína da seda, pode aderir à queratina, proteína da pele e do cabelo, resultando em um perceptível filme homogêneo de proteção.
Dessa forma, a seda pode formar uma camada que ajuda a reter a umidade e, possivelmente, ter um efeito antirrugas.
E as alegrias da seda não terminam por aí. A seda é produzida nas glândulas salivares do bicho da seda, o estágio larval de uma mariposa, formando seu casulo. A larva se alimenta de folhas de amoreira, e estudos mostram que as amoras contêm até 79% mais antioxidantes – que ajudam a reparar as células do corpo, renovando-o – do que outras frutas com bagas conhecidas pelos seus antioxidantes, como mirtilos, uvas do monte e amoras pretas.
Marilyn Monroe sabia exatamente o que estava fazendo quando insistia em lençóis de seda, não?[Telegraph]

Os benefícios da seda na saúde de uma mulher


Nada como o que a seda pode fazer por uma mulher. O tecido sensual não é apenas ligado a fascínio e intimidade: uma nova pesquisa sugere que a seda realmente parece estar associada com qualidades curativas, que variam de aliviar os sintomas da menopausa ao antienvelhecimento até, mais recentemente, o alívio de infecções.
Um estudo italiano concluiu que uma nova gama de roupa íntima de seda reduziu drasticamente a coceira e a vermelhidão na vagina de mulheres com uma infecção fúngica comum, que afeta três em cada quatro mulheres em algum momento de suas vidas.
O tratamento típico em casos persistentes é com fluconazol, um agente antifúngico. No estudo, metade das mulheres usou um tecido de seda especial e outra metade usou algodão. Ninguém sabia qual tecido estava usando; a seda especial parecia algodão também, ao invés de uma “lingerie chic”.
Depois de seis meses, cerca de 90% do grupo da seda tinha sintomas reduzidos, e a recorrência da infecção foi cortada pela metade.
Mas de que forma exatamente a seda poderia ajudar? Segundo os pesquisadores, Candida albicans, o fungo que causa a infecção, prospera em ambientes quentes e úmidos. O tecido é feito de fibroína, uma seda que absorve o excesso de umidade.
O tecido também é impregnado com um agente antimicrobiano que mata uma grande variedade de bactérias e fungos em contato, e nunca perde sua plena atividade mesmo com lavagem regular (vale lembrar que a empresa que criou a seda usada na pesquisa, Alpretec, também financiou o estudo. De qualquer forma, o tecido é parte de uma linha de roupa disponível com receita médica).
Além disso, não há pesquisa substancial que explica como a seda ajuda as mulheres a gerenciar a menopausa, mas relatos de seus benefícios são comuns.
A maioria das mulheres fica louca durante a menopausa; manchas, vermelhidão, secura e ondas de calor são normais. Uma empresária de 51 anos teve rubor facial e vermelhidão, às vezes com espinhas, e uma fronha de seda pareceu aliviar as suas flutuações de temperatura e melhorar sua pele.
Os pesquisadores explicam que o algodão, ao invés de roupa de cama sintética, é normalmente recomendado para ajudar a aliviar ondas de calor, por isso faz sentido a seda ser eficaz também.
Também há alguma evidência científica que remonta quase 20 anos que pode explicar os benefícios da seda sobre a pele: cientistas suíços publicaram uma pesquisa mostrando que a sericina, uma proteína da seda, pode aderir à queratina, proteína da pele e do cabelo, resultando em um perceptível filme homogêneo de proteção.
Dessa forma, a seda pode formar uma camada que ajuda a reter a umidade e, possivelmente, ter um efeito antirrugas.
E as alegrias da seda não terminam por aí. A seda é produzida nas glândulas salivares do bicho da seda, o estágio larval de uma mariposa, formando seu casulo. A larva se alimenta de folhas de amoreira, e estudos mostram que as amoras contêm até 79% mais antioxidantes – que ajudam a reparar as células do corpo, renovando-o – do que outras frutas com bagas conhecidas pelos seus antioxidantes, como mirtilos, uvas do monte e amoras pretas.
Marilyn Monroe sabia exatamente o que estava fazendo quando insistia em lençóis de seda, não?[Telegraph]