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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Mito ou realidade: mulheres preferem homens com traços mais viris?

// Em 1999, um estudo mostrou que, durante a primeira metade do ciclo menstrual (quando as chances de engravidar são maiores), as mulheres se sentem mais atraídas por homens com traços mais masculinos (com o rosto mais quadrado, por exemplo) e que, na segunda metade do ciclo, não havia tanta “preferência” por essas características. Desde então, a ideia de que as mulheres no começo da evolução humana buscavam homens com mais testosterona ganhou força. Seguindo essa lógica, muita gente acredita que esses homens teriam “melhor material genético”, mas ao mesmo tempo estariam mais propensos a ser infiéis; assim, as mulheres buscariam homens mais “viris”, mas os trocariam por aqueles com menos testosterona, supostamente mais fiéis. De acordo com pesquisa recente, contudo, o ciclo menstrual não afeta as preferências das mulheres. Ao replicar o estudo de 1999, a pesquisadora Christine Harris, da Universidade da Califórnia (EUA), não encontrou qualquer efeito do ciclo nessa preferência por traços mais fortes. E acrescenta: a teoria básica de que homens mais “masculinos” seriam mais atraentes ainda não foi comprovada por estudos. “Eles precisam mostrar que homens com rostos mais masculinos realmente têm bons genes”, aponta. Ainda assim, o estudo de Harris foi questionado por não ter levado em conta que diversos outros tiveram resultados similares aos de 1999. “Estranhamente, ela parecia não saber que 15 dos 20 artigos publicados depois de 1999 tiveram o mesmo resultado”, diz Lisa DeBruine, da Universidade de Glasgow (Reino Unido). Harris, por sua vez, lembra que várias pesquisas usaram definições diferentes para o “período fértil”, o que poderia levar os autores a interpretar erroneamente os resultados e ver efeitos que, na verdade, não existem. E vocês, leitoras? O que acham dessa ideia de “preferência genética”?[LiveScience]
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As 10 doenças mais dolorosas do mundo

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Cada pessoa tem um nível de tolerância a dor. Contudo, mesmo as mais resistentes iriam suplicar por alívio se tivessem alguma das doenças que listamos a seguir. Confira:
10 – Endometriose
Não bastassem os incômodos do ciclo menstrual e as dores do parte, as mulheres também estão sujeitas à dolorosa endometriose. A doença, que atinge em média uma em cada 10 mulheres, ocorre quando células do endométrio (que normalmente só se encontram dentro do útero) migram e crescem em outros órgãos – como os ovários, as tubas uterinas e até mesmo o intestino. Existem diversos tratamentos para aliviar os sintomas, mas não há cura para a endometriose.
9 – Gastroenterite
Os sintomas dessa doença, causada por bactérias ou vírus, não são bonitos de ver (e, menos ainda, de sentir): náusea, vômito, diarreia (que pode causar desidratação), febre, calafrios e dolorosos espasmos abdominais. Em alguns casos, a infecção pode se estender por mais de uma semana.
8 – Abcesso dentário
A dor causada pelo acúmulo de pus em volta da raiz de um dente pode fazer qualquer um esquecer o “medo de ir ao dentista” e correr em busca de tratamento. O pior é que muitas vezes o paciente precisa tomar antibióticos antes que o dentista possa resolver o problema, já que a infecção pode “devorar” qualquer dose segura de anestesia.
7 – Otite
A inflamação do ouvido é relativamente comum entre crianças, e a dor que causa pode tirar o sono de qualquer um. Dependendo do caso, pode causar vertigem severa – e ficar de pé se torna uma tortura.
6 – Peritonite
Emergência cirúrgica, a peritonite pode levar o paciente à morte. Ocorre quando o peritônio (membrana que cobre vários órgãos abdominais) é inflamado, e a dor é tão forte que a pessoa quase sempre pede (ou suplica) para ser operada imediatamente.
5 – Torção do testículo ou do ovário
Muita gente fica agoniada só de ler sobre doenças envolvendo os órgãos sexuais – e não é por acaso. Quando os testículos ou ovários se torcem em seus próprios ligamentos (o que, infelizmente, pode ocorrer espontaneamente), a dor extrema vem acompanhada de um risco de necrose e de esterilidade. A condição é considerada uma emergência médica.
4 – Herpes-zóster
Qualquer pessoa que já tenha tido varicela/catapora pode acabar desenvolvendo herpes-zóster em algum momento da vida, já que as duas condições são causadas pelo mesmo vírus (que, depois de uma infecção, nunca é totalmente removido do organismo). A dor é intensa e contínua, e não tem cura – apenas remédios para aliviar os sintomas enquanto o próprio corpo luta contra a infecção. Estresse e baixa imunidade aumentam as chances de se desenvolver herpes-zóster.
3 – Pedra na vesícula
Formadas por colesterol, as pedras (também chamadas de cálculos biliares) podem escapar da vesícula e atravessar o duto biliar, o que causa uma dor extremamente forte. O problema é mais comum entre mulheres e obesos. Dependendo do caso, só se consegue remover as pedras por meio de cirurgia. Para diminuir os riscos, é recomendado evitar o excesso de gordura na dieta.
2 – Cefaleia em salvas
Imagine uma enxaqueca dez vezes mais dolorosa. Ao contrário da convencional, a cefaleia em salvas é mais comum entre homens e afeta cerca de 0,1% da população. A dor é tão intensa que já levou pacientes a cometer suicídio. É possível diminuir a frequência e a intensidade das dores, mas ainda não há cura definitiva para a doença.
1 – Pedra nos rins
Quem sofre com essa condição garante: a dor causada por pedras/cálculos nos rins é a pior que uma pessoa pode sentir sem morrer. Não há uma explicação definitiva para o problema (pode ser excesso de sódio, excesso de cálcio, desidratação, fatores genéticos), nem cura. Em alguns casos, é preciso remover as pedras cirurgicamente.[ListVerse]
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terça-feira, 30 de outubro de 2012

TARADO AMARRA JUMENTA PARA MANTER RELAÇÕES SEXUAIS E MATA O ANIMAL

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Ao chegar ao local policia e populares encontraram a jumenta agonizando para morrer

Mauricio:preso pela policia
na ultima tentativa de
estupro a uma adolescente
no bairro Piauí


Na rua Anhanguera, no Bairro Piauí ,em Parnaíba, um homem identificado por Mauricio, imobilizou uma jumenta amarrando a boca do animal para tentar manter relação sexual.
Não sentindo-se satisfeito por não ter conseguido a ereção devido ao estado alcoólico no qual se encontrava, introduziu um pedaço de madeira na vagina da jumenta e com outro pedaço de madeira aplicou vários golpes na cabeça da jumenta.
Populares ao chegarem no local encontraram o animal já agonizando. A jumenta,que estava prenha, não resistiu a brutalidade e morreu.
"A comunidade assustada clama por justiça,pois o agressor já tem passagem pela policia por tentativa de estupro a uma garota do bairro e agora fez isso com a pobrezinha da jumenta",diz um morador.
O local onde aconteceu o caso não tem iluminação pública, causando medo a quem transita,inclusive aos jovens e adolescentes que frequentam as escolas do bairro no período noturno.


Fonte: Portalparnaíba
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Cientistas bloqueiam o “suicídio” de células

// As células têm um mecanismo de suicídio programado, ou autodestruição, chamado apoptose, que é disparado por agentes internos ou externos. Por exemplo, quando estamos em formação no útero, nossa mão tem uma membrana que une nossos dedos. Para que eles se separem, é preciso que as células desta membrana morram, e é o que elas fazem, através da apoptose. As células também cometem suicídio quando se tornam prejudiciais ou indesejáveis ao corpo. Isso ocorre às vezes “sem querer”, como depois de ataques cardíacos ou derrames (o que aumenta o dano causado pelos mesmos). Por isso, cientistas estão estudando formas de impedir o suicídio em massa de células saudáveis no caso de doenças como infarto. Apoptose A apoptose é causada por proteínas, as proteases, que normalmente ficam bem guardadas na célula. Quando as proteases são liberadas, a célula encolhe, se separa de seus vizinhos, sua membrana enruga e começa a se desfazer, seu DNA condensa até seu núcleo entrar em colapso e, por fim, a célula segue o colapso do núcleo. Mas será que uma célula pode “voltar”? Será que dá para interromper a apoptose? Será que podemos reverter a apoptose? A resposta é sim. Cientistas descobriram que células que começaram o processo de apoptose podem “voltar” se o gatilho que disparou o processo for removido. A membrana volta a ser lisinha, o DNA que foi fragmentado volta a se ligar, e a célula “volta à vida”. Cientistas da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins (EUA) usaram uma toxina que induz a apoptose, o etanol, em células de fígado de rato. Em poucas horas, elas manifestaram sinais de morte iminente. Em seguida, os pesquisadores removeram o álcool, e as células se recuperaram. O fenômeno, que eles chamaram de anastasis (palavra grega que significa algo como “voltando à vida”) foi observado também em células cardíacas e cerebrais de ratos. As mudanças durante a anastasis iam além da aparência da célula: os padrões de atividade dos genes eram recuperados, e o próprio DNA que havia se partido durante a apoptose era “colado” novamente. Ocasionalmente aconteciam alguns erros, e uma pequena porcentagem das células crescia anormalmente e desenvolvia sinais de câncer. Como a anastasis tem o potencial de prevenir ou tratar condições nas quais a sobrevivência das células ou o excesso de morte de células é perigoso, os cientistas vão continuar pesquisando para compreender seus mecanismos. [LiveScience]
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O que tem dentro dos planetas?

// Raramente as pessoas pensam sobre isso, mas o fato é que vivemos apenas na superfície da Terra, um planeta muito grande composto de vários elementos. Muitos devem se lembrar das aulas de ciência dos primeiros anos escolares, em que aprendíamos que a Terra tem camadas, como a crosta, o manto e o núcleo. Então é isso que todos os planetas têm? O que há dentro dos planetas? * Astrônomos capturam imagem de planeta em formação O nosso sistema solar, por exemplo, possui um diversificado leque de ingredientes. Planetas terrestres ou rochosos, gasosos, planetas anões, satélites, cometas… Todos formados por variados componentes e distribuídos numa extensa região de quase vinte bilhões de quilômetros. Os nossos planetas diferem entre em si em alguns quesitos, mas também possuem uma série de elementos em comum. Nesse artigo, vamos falar um pouco sobre os mundos terrestres, e sobre o que há dentro deles (pelo menos que temos conhecimento). Planetas terrestres Os planetas são corpos celestes cuja massa não é suficiente para gerar energia como as estrelas. Eles estão orbitam ao redor de uma. Os planetas do nosso sistema orbitam o sol, uma estrela anã amarela. Os planetas telúricos, interiores ou terrestres são os que apresentam massa pequena, grande densidade, pequena distância do sol, poucos ou nenhum satélite e são compostos de elementos pesados. * Mercúrio: Mercúrio tem uma densidade média de 5.430 kg por metro cúbico, tornando-o o segundo mais denso do sistema solar depois da Terra. Estima-se que Mercúrio, como a Terra, tenha um núcleo ferroso, o que significa que é feito de ferro, com um tamanho equivalente a dois terços a três quartos do raio global do planeta. Esse núcleo é provavelmente composto por uma liga de ferro-níquel coberta por um manto e uma crosta superficial. * Vênus: Acredita-se que a composição do planeta Vênus é semelhante à da Terra. Sua crosta se estende a cerca de 10 a 30 km abaixo da superfície, e o manto atinge uma profundidade de cerca de 3.000 km. O núcleo planeta é feito de uma liga de ferro-níquel líquido. Sua densidade média é de 5.240 kg por metro cúbico. * Terra: Nosso planeta é composto por três camadas separadas – uma crosta, um manto e um núcleo (em ordem decrescente a partir da superfície). A média da espessura da crosta varia de 30 km na terra a 5 km no fundo do mar. O manto estende-se logo abaixo da crosta para cerca de 2.900 km de profundidade. O núcleo abaixo da manta começa a uma profundidade de cerca de 5.100 km, e compreende um núcleo exterior (liga de níquel-ferro líquido) e um núcleo interior (liga de níquel-ferro sólido). A crosta é composta principalmente de granito, no caso da terra, e basalto, no caso dos fundos marinhos. O manto é composto principalmente por peridotito e sais minerais de alta pressão. A densidade média da Terra é de 5.520 kg por metro cúbico. * Marte: Marte tem cerca de metade do diâmetro da Terra. Devido ao seu pequeno tamanho, acredita-se que o centro marciano tenha esfriado. Sua estrutura geológica é principalmente de rocha e metal. O manto abaixo da crosta é constituído de óxido de ferro-silicato. O núcleo é feito de uma liga de níquel-ferro e sulfureto de ferro. A densidade média do planeta é de 3.930 kg por metro cúbico. * Projeto de U$ 1 bilhão planeja trazer amostras do manto da Terra Plutão Ok, o Plutão é o diferente dessa lista porque foi “rebaixado” a planeta anão, e porque fica bem mais longe do sol. Mais intrigante ainda é o fato de que a estrutura de Plutão não é muito bem compreendida. Sua superfície é coberta com metano congelado, que tem uma coloração brilhante. No entanto, com exceção das calotas polares, a superfície de metano congelado fica vermelha escura quando eclipsada pela lua Charon. A densidade média de Plutão é de 2.060 kg por metro cúbico. Essa densidade média baixa sugere que o planeta seja uma mistura de gelo e rocha.[LiffesLittleMyteries, USP]
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Fumante: saiba quanto tempo você vai perder de expectativa de vida

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Não é segredo que o tabagismo pode prejudicar a saúde, especialmente se você fuma muitos cigarros por dia. Muita gente acredita, porém, que o problema não é “tão grave assim” – e, até pouco tempo atrás, estudos realizados no Japão sugeriam que o cigarro poderia diminuir em “apenas” quatro anos a expectativa de vida da pessoa. Contudo, uma nova pesquisa mostrou que o impacto pode ser maior do que se imaginava: 10 anos a menos.
Em 1950 teve início o Life Span Study, que tinha como objetivo investigar os efeitos da radiação na saúde de moradores de Hiroshima e Nagasaki – cidades que haviam sido bombardeadas pelos Estados Unidos cinco anos antes. Cientistas acompanharam 100 mil cidadãos e, como grande parte não foi exposta a níveis altos de radiação, o estudo trouxe informações importantes sobre outros fatores de risco para a saúde.
Foram acompanhados 68 mil fumantes durante uma média de 23 anos. Por terem começado a fumar em geral depois de adultos, aqueles que nasceram antes de 1920 sofreram um impacto menor em sua expectativa de vida (cerca de 4 anos, resultado que aparecia em estudos anteriores). Na geração seguinte (1920-1945), porém, era muito comum que a pessoa começasse a fumar antes dos 20 anos – nesses casos, a expectativa de vida caiu em média 10 anos, e o índice de mortalidade era duas vezes maior do que o de não fumantes.
Além dos riscos do tabagismo, os pesquisadores também analisaram os benefícios de se cortar o hábito: aqueles que largaram o cigarro antes dos 35 anos acabaram evitando praticamente todos os riscos excessivos enfrentados pelos fumantes (parar antes dos 40 também se mostrou efetivo).
O estudo foi publicado no periódico British Medical Journal.[ScienceDaily, Foto]
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O homem-macaco brasileiro de 1937

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A foto acima foi tirada na década de 1930. Ela retrata um suposto homem-macaco encontrado nas selvas do Brasil (na Amazônia), e que seria a prova do muito procurado “elo perdido” entre os macacos e os seres humanos.
A revista holandesa Het Leven publicou essas imagens em 1937, descrevendo-as como as de um homem-macaco misterioso. Recentemente, elas reapareceram, inundando plataformas sociais na internet.
Mas será que esse “tesouro perdido” realmente significa alguma coisa? Seriam as imagens reais? Ou melhor: seria esse homem-macaco real?
A maioria das pessoas na internet especula que não. Muitos observadores apontam sinais indicadores de prótese e maquiagem no rosto da suposta criatura. Por exemplo, uma pessoa afirma que em uma imagem é visível uma linha protética que cobre seu queixo até a ponta do seu nariz.
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Outros observadores disseram que o fato da testa estar sempre coberta de pelos é para esconder os sinais da prótese e maquiagem. Como sua boca parece não se mexer e a criatura está sempre de cenho franzido, a imagem passa a impressão de que nada nela é natural.
Outros ainda argumentam que, para uma criatura selvagem encontrada recentemente vivendo na floresta, o homem-macaco está muito bem barbeado e tem um corte de cabelo quase elegante.
Por fim, há até quem considere a triste alegação de que este homem-macaco é mais provavelmente uma pessoa que nasceu com defeitos congênitos e foi explorada para usar a maquiagem e próteses e fingir ser um homem-macaco recém-descoberto (o que, pelo que temos visto da humanidade, não é nada impossível).

Ainda assim, muitos parecem ansiosos para acreditar que isso é uma evidência histórica de uma maravilha antropológica.
Talvez isso seja só um reflexo do espírito otimista e em busca do inacreditável do ser humano, talvez seja um sentimento guiado por outros boatos de que tal criatura existe.

Homem-macaco e a história

Ao longo dos séculos 20 e 21, relatos de criaturas selvagens e míticas que vivem em locais remotos e distantes têm fascinado pessoas de todo o mundo, o homem-macaco em especial.
Existem tantas lendas diferentes de tal “animal humano” que uma hora temos que nos dar ao luxo de admitir a possibilidade de que ele exista.
Por exemplo, a maioria das culturas antigas tem uma mitologia de uma criatura simiesca que não é nem homem, nem macaco, e habita as florestas selvagens de propósito para ser raramente visto. Os dois exemplos mais famosos são o Pé Grande da América do Norte e o Yeti ou Homem das Neves do Himalaia. Mesmo na Austrália, os aborígenes falam de um Yowie, que seria ainda maior que os dois últimos.
Milhões de expedições tentaram encontrar essas criaturas. Milhões de avistamentos reclamam ter confirmado sua existência.
Na América do Sul, uma história parecida, protagonizada por François De Loys, um suíço que liderou uma expedição ao longo da fronteira entre Colômbia e Venezuela, ocorreu entre 1917 e 1920.
Ele e sua equipe estavam acampados perto do rio Tarra em 1920 quando dois grandes animais parecidos com macacos, de 1,57 metros de altura, se aproximaram e começaram a uivar e gesticular.
Temendo pela sua segurança, o grupo afirma que matou o macho a tiros para então perceber que estavam diante de uma criatura estranha. Apesar de parecido com um macaco-aranha, o animal não tinha cauda e tinha 32 dentes, em comparação com 36 da maioria dos macacos americanos.
Apoiando a criatura em pé com uma vara sob seu queixo, De Loys tirou uma foto dela e depois retirou sua pele com a intenção de guardá-la, bem como seu crânio. No entanto, estes dois itens foram ditos perdidos durante sérias dificuldades no momento em que a expedição deixava a densa selva.

Ao retornar para a Europa, o chefe da equipe não contou o que aconteceu a ninguém até 1929, quando seu amigo, o antropólogo George Montandon, descobriu a fotografia tirada anos antes ao mexer nos registros de De Loys.
Os críticos imediatamente atacaram a imagem dizendo que ela não era prova suficiente de uma criatura desconhecida, ressaltando que a reivindicação de que ela não tem uma cauda não pode ser confirmada a partir do ângulo da fotografia.
Outros disseram que o tamanho do macaco não poderia ser devidamente apurado a partir da imagem e que, no máximo, a caixa em que ele está sentado tem 38 centímetros de altura, tornando o animal menor do que De Loys afirmou.
Por outro lado, criptozoólogos (que estudam espécies animais lendárias, mitológicas, hipotéticas ou avistadas por poucas pessoas) dizem que a criatura da fotografia tem peito e mãos diferentes de macacos-aranha, e uma testa muito maior.
Vai saber né… Nesse jogo de que descobridores não podem provar que essas criaturas existem, enquanto críticos não podem provar que elas não são reais, o que nos resta é imaginação.[DailyMail]



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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vício em sexo: como diagnosticar

// ma pesquisa mostrou que o vício em sexo é realmente um distúrbio de saúde mental, que pode ser facilmente diagnosticado com precisão.
Publicado no periódico Journal of Sexual Medicine, o estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) sugere que, através de alguns parâmetros, pessoas com a chamada desordem ou distúrbio hipersexual podem ser corretamente diagnosticadas com a doença.
Não há métrica para se dizer quanto sexo é muito sexo, embora o estudo que testou alguns critérios para o vício em sexo descobriu que os viciados relatam uma média de 15 parceiros em um ano.
O psicólogo e professor de psiquiatria Rory Reid liderou a pesquisa. Os cientistas entrevistaram 207 pacientes em clínicas de saúde mental por todos os EUA (a maioria dos pacientes eram homens brancos), cerca de 150 dos quais procuraram ajuda para seus problemas de dependência de sexo, e cerca de 50 estavam em busca de tratamento para depressão ou ansiedade.
Os critérios usados pelos pesquisadores foram bem sucedidos em diagnosticar 88% dos pacientes viciados em sexo como hipersexuais. Por outro lado, 93% dos pacientes que procuraram ajuda para outras doenças não satisfizeram os critérios para elas.
As pessoas diagnosticadas com distúrbio hipersexual não eram pessoas comuns que assistiam pornô e faziam sexo com frequência. Eram pessoas que disseram que não podiam controlar seus impulsos, que até perderam o emprego por causa da sua incapacidade de abster-se de pornografia no trabalho.
Dos 207 pacientes examinados, 17% tinham perdido um trabalho pelo menos uma vez, 39% tiveram um fim de relacionamento, a maioria disse que já tinha magoado um ente querido (68% magoaram pessoas queridas várias vezes), mais da metade tinha perdido dinheiro, 28% contraíram uma infecção transmitida sexualmente, e 78% consideraram que os comportamentos associados à sua hipersexualidade interferiram na possibilidade de terem sexo saudável – tudo isso por causa do distúrbio.
“Não é que um monte de pessoas não corra riscos sexuais de vez em quando, ou use sexo de vez em quando para lidar com o estresse”, disse Reid. “Mas, para esses pacientes, é um padrão constante que se agrava, até que seu desejo sexual controle todos os aspectos de suas vidas”.
  • Quando o prazer se torna vício

O diagnóstico

Depois de analisar cada paciente, os pesquisadores chegaram a algumas definições do que é vício em sexo. O vício em sexo é formalmente chamado de “desordem hipersexual”, e é muito mais do que apreciar sexo mais do que o normal. Os critérios para a doença são:
Um padrão recorrente de fantasias sexuais, impulsos e comportamentos com duração de seis meses ou mais, que não são causados por outros fatores como o abuso de substâncias, outra condição médica ou episódios maníacos associados com transtorno bipolar;
Um padrão de atividade sexual em resposta a estados de humor desagradáveis, como o sentimento de depressão, ou um padrão de usar repetidamente o sexo como uma maneira de lidar com o estresse;
Falta de capacidade de reduzir ou interromper as atividades sexuais que o paciente acredita serem problemáticos;
Evidência de “angústia pessoal” causada pelo comportamento, como interferência com o trabalho ou relacionamentos.
Embora esses critérios pareçam bastante gerais, os pesquisadores afirmam que os profissionais de saúde mental poderiam usar esses sintomas para diagnosticar corretamente pessoas com um vício clínico em sexo, como eles fizeram no estudo.

Doença catalogada

Essa nova pesquisa pode impulsionar os esforços para incluir o vício em sexo no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, uma espécie de “manual de instruções” de várias condições mentais, que são catalogadas junto com seus critérios para auxiliar profissionais no diagnóstico de doenças mentais, de autismo a esquizofrenia.
O manual está passando por sua primeira grande revisão em mais de uma década, o que há um tempo vêm provocando debates acalorados sobre quais distúrbios devem e não devem ser incluídos nele como verdadeiras doenças, incluindo a dependência de sexo.
O vício em sexo tem chances de ser incluído no manual, já que, recentemente, especialistas criaram uma nova definição de vício (no geral) que o coloca como sendo uma desordem cerebral crônica, e não simplesmente um problema de comportamento que pode envolver álcool, drogas, jogos de azar ou sexo.
A definição foi feita pela Sociedade Americana de Medicina do Vício (ASAM, na sigla em inglês), após um processo de quatro anos envolvendo mais de 80 especialistas. A conclusão foi de que o vício, na sua essência, não é apenas um problema social, moral ou criminal. É um problema cerebral cujos comportamentos se manifestam em todas essas outras áreas.[POPSCI, Jezebel]
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domingo, 21 de outubro de 2012

Nova droga pode remover memórias ruins durante o sono

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Segundo um estudo da Universidade Stanford (EUA), memórias traumáticas podem ser manipuladas durante o sono para remover ou diminuir respostas de medo causadas por elas.
Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é uma doença psicológica bem conhecida que ainda não tem tratamento eficiente.
Quando uma pessoa passa por um evento traumático (digamos, uma explosão), ela pode desenvolver a condição e começar a ser atormentada pela lembrança do acontecimento; pior: qualquer visão ou barulho que lembre o evento (como o estouro do escapamento de um carro) pode causar uma resposta de medo.
Atualmente, um dos tratamentos mais usados para TEPT é terapia em consultório psiquiátrico, em que a pessoa precisa relembrar do trauma original para superá-lo. Ao falar sobre ele e ser exposto repetidamente à memória, os especialistas esperam que as pessoas percam o medo. Isso geralmente funciona, mas a maioria dos pacientes relapsa, ou seja, volta a ter respostas de medo eventualmente.
Os pesquisadores acreditam que isso ocorra porque as técnicas estão muito ligadas ao consultório médico e não são aplicadas ou generalizadas no mundo exterior. Por isso, diversos estudos têm procurado uma forma mais “permanente” de apagar a memória ruim ou remover a resposta de medo diretamente do cérebro das pessoas.

Dormiu, esqueceu

Essa não é a primeira vez que pesquisadores procuram um jeito de apagar memórias. O novo estudo se baseou na pesquisa emergente que sugere que o sono tem uma configuração única interessante para manipular lembranças.
Os cientistas treinaram ratos para temerem o cheiro de jasmim, fazendo com que eles cheirassem baforadas de acetato de amilo ao mesmo tempo em que levavam fracos choques elétricos nos pés.
Após 24 horas, os ratos congelavam (uma resposta clássica ao medo) quando sentiam o mesmo cheiro, mesmo que não levassem choque.
Em seguida, os pesquisadores separaram os ratos em dois grupos. Um grupo recebeu o tratamento convencional, chamado de “terapia de extinção”: foi exposto repetidamente ao aroma, sem o choque. O medo se dissipou, mas retornou quando esses ratos foram colocados em ambientes diferentes da onde tinham feito a terapia.
O outro grupo recebeu um tratamento medicamentoso durante o sono, para bloquear a síntese de proteínas da amígdala basolateral, a parte do cérebro que supostamente armazena memórias ruins, enquanto cheiravam o perfume de jasmim. Quando acordaram, o medo tinha diminuído, mesmo quando eles foram colocados em outro ambiente.
Os resultados mostram que, com a administração da droga, as memórias de medo são menos propensas a ressurgir após a terapia.
“Eu acho que o remédio causa uma reativação dos mesmos neurônios que codificam as informações durante o período que estamos acordados”, diz Gina Poe, pesquisadora do sono na Universidade de Michigan (EUA). Ela suspeita que a droga não permite que a memória volte a ser armazenada da mesma maneira como foi antes.
Por enquanto, essa exata droga de síntese de proteínas não seria segura para uso em humanos. Porém, medicamentos antiansiedade existentes no mercado poderiam ter efeitos similares, se tomados durante o sono e baseados em terapia de exposição.
Embora o conceito de “apagar memórias durante o sono” tenha sido comprovado, futuras pesquisas serão necessárias para desvendar os mecanismos celulares de tratamento e aprovar um remédio para comercialização.[POPSCI, Nature]
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Google finalmente abre as portas de seus data centers secretos

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O Google é, sem dúvida alguma, uma das empresas mais influentes do universo, senão a mais influente, por ter mudado permanentemente a forma como navegamos na internet.
Toda vez que alguém compara o Google a um “Big Brother”, o olho que tudo vê e tudo sabe sobre todo mundo no planeta, tenho certeza que lhe surge uma imagem mental de labirintos de informação à espera para serem usadas contra você.
Você não precisa mais imaginar: pode conferir essas imagens dos data centers do Google, feitas pela própria empresa, e divulgadas no Street View.
Elas revelam a capacidade do Google de construir, organizar e operar uma rede enorme de servidores e cabos de fibra óptica com eficiência e velocidade inexplicáveis através de um arquipélago global de grandes edifícios.
Cerca de uma dúzia desses “palácios de informação” estão espalhados por locais tão diversos como Iowa (EUA), St. Ghislain (Bélgica), Hong Kong e Cingapura, onde um número não especificado, mas com certeza enorme de máquinas processam continuamente as experiências humanas na internet.
Essa infraestrutura bilionária permite que a empresa indexe 20 bilhões de páginas por dia, lide com mais de 3 bilhões de buscas diárias, conduza milhões de leilões de anúncios em tempo real, ofereça armazenamento de e-mail gratuito a 425 milhões de usuários do Gmail, compacte milhões de vídeos do YouTube para usuários todos os dias, mostre resultados de busca antes de o usuário terminar de digitar sua consulta, etc.
Esses centros de dados do Google são sua vantagem competitiva mais importante, é claro. Até agora, apenas os funcionários mais altos na hierarquia da empresa podiam sequer “dar uma olhada” nos data centers. O que mudou? Bom, a empresa deve ter relaxado um pouco sua segurança, porque pelo menos um visitante pode adentrar a fortaleza digital mais famosa do mundo: Steven Levy, do site tecnológico Wired.
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O primeiro data center

Conforme o Google crescia, percebeu que, para ter sucesso, teria que construir e operar seus próprios data center, de forma mais barata e eficiente do que qualquer outra empresa.
A missão recebeu o codinome de “Willpower” (em português, “força de vontade”). O primeiro construído a partir do zero foi o de The Dalles, uma cidade no Oregon (EUA).
A equipe criou uma unidade que custou US$ 600 milhões (cerca de R$ 1,2 bi) baseado no conceito de que salas de servidores não tinham que ser mantidas tão frias. As máquinas liberam quantidades prodigiosas de calor e, tradicionalmente, os centros de dados resfriam esse calor com gigantes condicionadores que requerem grandes quantidades de energia (data centers consomem até 1,5% de toda a eletricidade do mundo). O Google inventou um sistema mais eficiente, dispensando tal tecnologia de esfriamento cara.
A empresa também acabou com mais uma fonte de desperdício: os sistemas de abastecimento que protegem servidores de falhas de energia na maioria dos data centers. Google otimizou essa tecnologia e reduziu a perda de energia elétrica em cerca de 15%.
Todas as inovações da empresa ajudaram o Google a economizar energia sem precedentes. A medida padrão de eficiência de um data center é chamada de eficácia de uso de energia. Um número perfeito seria 1,0, ou seja, toda a energia do local está sendo aproveitada. Especialistas consideram 2,0, indicando que metade da energia é desperdiçada, um número razoável para um centro de dados. Google estabeleceu um 1,2 inédito.

Segredo de indústria

O Google tinha ouro em suas mãos, um diferencial que tornava seus produtos mais eficientes e baratos. Seria lógico escondê-lo dos competidores. Mas isso foi ficando cada vez mais difícil.
Em 2007, a empresa se comprometeu formalmente com a neutralidade de carbono, o que significa que cada molécula de carbono produzida por suas atividades operacionais seria compensada (neutralizada).
Manter sigilo sobre sua economia de energia minaria esse ideal: se os concorrentes soubessem o quanto de energia Google estava economizando e fizessem o mesmo, isso poderia ter um verdadeiro impacto ambiental positivo, o que tinha tudo a ver com os objetivos “verdes” da empresa.
Além disso, a propriedade do Google no Oregon tornou-se uma questão de registro público, e seria cômico se a empresa continuasse negando o data center por muito tempo.
Em 2009, em um evento, o Google anunciou seus resultados mais recentes de economia de energia e deu algumas dicas sobre suas técnicas. Foi como um divisor de águas para a indústria, e agora empresas como Facebook e Yahoo têm taxas de aproveitamento semelhantes.
Os avanços do Google, no entanto, vão muito além da energia, o que significa que a empresa ainda possui vantagens.
Enquanto o Google é pensado como uma empresa de internet, também tem crescido como um dos maiores fabricantes de hardware do mundo, graças ao fato de que constrói grande parte de seu próprio equipamento (nem preciso dizer o que isso economiza para eles).
Até agora, porém, há uma área na qual o Google ainda não se aventurou: projetar seus próprios chips. Mas o encarregado de plataformas da empresa, Bart Sano, sugere que até isso pode mudar. “Nunca diga nunca”, contou. “Na verdade, eu ouço essa pergunta todo ano. Do Larry [dono da empresa]”.
Já a velocidade do serviço Google tem a ver com outra tecnologia. Seria lento e pesado para a empresa se milhões de pessoas assistem vídeos do YouTube vindos somente dos “poucos” data centers do Google. Então, a empresa criou várias “mini redes” de fibras ópticas, o que significa que você provavelmente não está recebendo seu vídeo de gato engraçado de The Dalles, mas de uma rede a poucos quilômetros de onde você está.
Por fim, no quesito segurança, Google tem uma equipe de “teste de recuperação de desastres”, que ataca a própria empresa todos os anos, tentando roubar informações, desligar servidores, dentre outras ações, para que a companhia tenha certeza de que é segura o suficiente e consegue controlar os ataques. Em caso negativo, a missão é abortada para não prejudicar usuários.
Problemas reais também já foram contidos com sucesso. Como na manhã de 17 de abril desse ano, em que 1,4 % dos usuários do Gmail (um grande número de pessoas) não conseguiram acessar suas contas. Imediatamente, uma conferência identificou que o problema tinha sido uma mudança de programação feita no Gmail. O diagnóstico do erro levou 20 minutos, e a correção mais 25 minutos.

Visitando Lenoir

O data center visitado por Levy foi Lenoir, na Carolina do Norte (EUA). O repórter relatou que “grande” nem começa a descrever o lugar.
No dia de sua visita, havia 49.923 funcionários operacionais na instalação. Ele também fala sobre uma placa datada de 9 de julho de 2008 que comemora o milionésimo servidor do Google. Levy conta que os executivos da empresa explicaram que este é um número cumulativo, não necessariamente uma indicação de que o Google tem um milhão de servidores em operação ao mesmo tempo.
Encantando com o “santuário do Google”, Levy descobre algumas semanas depois porque sua visita foi concedida. A intenção da empresa é tornar esse data center obsoleto.
Levy perguntou o que mudaria nos próximos data centers do Google. Os especialistas responderam design, velocidade de implantação e flexibilidade. Detalhes? Nenhum. Segundo a empresa, eles gastam o próprio sangue, suor e lágrimas nessas inovações, e os competidores terão que fazer o mesmo se quiserem avanços.
Confira aqui uma galeria de fotos dos data centers do Google. Abaixo, um vídeo do Street View para você explorar Lenoir.[Wired]

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Vídeo mostra golfinho 'tarado' saltando sobre mulher

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Incidente curioso aconteceu em Cuba.
Golfinho aparece fazendo movimentos com a cauda.

Um vídeo publicado pelo site romeno "Cancan" mostra um golfinho "tarado" saltando sobre uma mulher e fazendo movimentos com a cauda. O incidente curioso aconteceu em Cuba. A mulher tinha sentado na beira da piscina na tentativa de ter contato com o mamífero marinho, mas  levou um susto, quando o golfinho saltou sobre ela e começou a sacudir a cauda.
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Som poderoso 'arremessa' jovens dentro de carro na Rússia

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Graves da música eram amplificados pelo 'subwoofer' do veículo.
Homens foram quase jogados para o banco da frente.

 

Um grupo de russos decidiu colocar uma câmera no carro enquanto ouviam uma música a partir de um sistema de som extremamente poderoso. Quando as batidas graves da música surgem em um volume extremamente alto, a reação é tão forte que os homens são arremessados dentro do veículo, e os passageiros quase pulam para o banco da frente
.Apesar do título do vídeo dizer, em russo, " Apenas bass" (ou apenas grave), dando a entender que o resultado foi alcançado pelo sistema de som, não fica claro se esse feito poderia ser reproduzido apenas com o som do veículo, ou se o motorista também dirigia por um percurso acidentado. //



fonte: G1

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Encontrado o mais antigo artrópode com cérebro fossilizado

Um achado raro pode ajudar a entender mistérios da evolução: encontrado na China, um fóssil de artrópode (classe de invertebrados que inclui insetos e crustáceos) de 520 milhões de anos teve parte do cérebro preservada – e, curiosamente, a estrutura é muito parecida com a que vemos em artrópodes modernos. “O resto do animal é incrivelmente simples, por isso é uma surpresa ver nele um cérebro tão avançado”, explica o pesquisador Nicholas Strausfeld, da Universidade do Arizona (EUA). Recentemente, Strausfeld e sua equipe viajaram para a China, onde estudaram fósseis encontrados na província de Yunnan. Durante cinco dias, eles buscaram, sem sucesso, uma peça em que o cérebro tivesse sido preservado (algo muito raro). Com pouco tempo nas mãos devido a um planejamento apertado, Strausfeld pediu à colega Xiaoya Ma, do Museu de História Natural de Londres (Inglaterra) que procurasse um fóssil de um último animal, sobre o qual ele havia lido recentemente: Fuxianhuia protensa, extinto há milhões de anos. Para seu espanto, o pesquisador encontrou vestígios do cérebro da criatura.
Da mesma forma que ocorre com artrópodes modernos, o cérebro do F. protensa era dividido em três partes. De acordo com Strausfeld, esse achado sugere que artrópodes, mesmo os mais simples, teriam evoluído a partir de um ancestral com cérebro complexo – há controvérsias a respeito da evolução desses animais. Com o passar das gerações, muitos artrópodes teriam mantido a complexidade da estrutura enquanto outras, como os branquiópodes, teriam regredido. Strausfeld pretende voltar à China e “cavar mais fundo” no passado.[LiveScience]

domingo, 14 de outubro de 2012

Faça dinheiro com o que está sem uso em casa.

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Cientistas criam tabela que mostra chances de engravidar

Não é segredo que, com o passar dos anos, as chances de uma mulher engravidar diminuem. Mas qual seria, mais precisamente, o impacto da idade? E, mais do que isso, como saber se é hora de procurar ajuda médica antes que a biologia impeça o casal de ter filhos? Com base em estatísticas sobre queda de fertilidade e tempo médio que casais levam para conceber, pesquisadores da Universidade de Warwick e da Escola de Economia de Londres (ambas no Reino Unido) desenvolveram uma fórmula que ajuda a calcular as chances de um casal engravidar ao longo de até 36 meses de tentativas. De acordo com os cálculos, uma mulher de 25 anos tem em média 15% de chances (mensais) de engravidar ao longo de seis meses tentando, por exemplo. Aos 30, as chances diminuem um pouco (13%) e, aos 40, caem para 5% por mês.De acordo com os autores do estudo, essas informações podem ajudar o casal a saber se deve procurar aconselhamento com um médico. “Com o passar do tempo, o casal pode acabar ficando estressado, afetando suas relações sexuais e, portanto, suas chances de engravidar”, explica a professora Geraldine Hartshorne. “Levar a um médico um assunto tão pessoal pode ser incômodo, por isso saber a hora certa de começar a investigar é um bom passo”.
O estudo pode ajudar o próprio médico a avaliar se é melhor pedir aos pacientes para se submeterem a exames (que podem ser custosos e desconfortáveis) ou sugerir que tentem mais um pouco. No futuro, talvez seja possível criar uma calculadora online para que casais tenham uma previsão “personalizada”, baseada em suas informações e não apenas em médias.[Daily Mail UK]

10 maneiras de evitar brigar com alguém

Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos). Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – Meça suas emoções
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – Tome fôlego
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – Verifique se as coisas são realmente tão ruins quanto você pensa
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
4 – Lembre-se da sua meta
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
5 – Atenção à linguagem
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – Seja suave
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – Ouça
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – Seja positivo
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – Pense no futuro
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.
10 – Há força na fraqueza
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

domingo, 26 de agosto de 2012

Como antibióticos são combustíveis para a obesidade

Você já deve ter ouvido falar que tomamos antibióticos demais, e que o abuso desse tipo de medicamento pode levar a mais problemas do que soluções (pesquisas americanas mostram que pediatras prescrevem mais de 10 milhões de antibióticos desnecessários todos os anos para crianças).

Em primeiro lugar, porque quanto mais antibióticos nós tomamos, mais as bactérias se acostumam com eles. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna: no futuro, todo antibiótico comum pode se tornar inútil.

Além disso, outra afirmação é bastante corriqueira: a de que os antibióticos não matam apenas as bactérias más, como as boas também.

Todo antibiótico pode ser perigoso

Opa! Que bactérias boas? As que vivem no nosso organismo e que nos ajudam com tarefas importantes todos os dias.

3 perfis bacterianos: um deles vive no seu organismo

Muitas comunidades de bactérias vivem em nós – o suficiente para encher um prato grande de sopa, ou 1,36 a 2,27 quilos de bactérias. Na verdade, tem mais bactéria do que “a gente mesmo” em nosso corpo: as células de bactérias superam as células humanas em 10 para 1 no nosso organismo. Porém, como elas são muito menores do que as células humanas, representam apenas cerca de 1 a 2% da nossa massa corporal (embora componham cerca de metade dos nossos resíduos corporais).

As bactérias gastrointestinais estão entre as mais importantes do nosso corpo. Isso porque elas nos ajudam a coletar a energia dos alimentos ao quebrar as moléculas complexas que nossas células não conseguem quebrar. Elas também constroem vitaminas que não podemos fabricar, e “conversam” com nosso sistema imunológico para que ele funcione corretamente, evitando invasões de outros micróbios mais prejudiciais. Enfim, as bactérias são nossas parceiras e, sem elas, com certeza algumas coisas iriam mudar no nosso corpo.
Até o nosso peso

O resultado de uma observação com animais despertou a curiosidade de cientistas quanto aos efeitos do antibiótico no corpo humano.

Há mais de 50 anos, fazendeiros percebem que baixas doses de antibióticos em animais saudáveis engordam seu gado em até 15%. Isso funciona com vacas, ovelhas, porcos e galinhas, e com qualquer remédio, como penicilinas ou tetraciclinas. O efeito é sempre o mesmo: mais peso.



Para descobrir o porquê de tal efeito, Ilseung Cho, da Universidade de Nova York (EUA), deu antibióticos para ratos jovens, e concluiu que as drogas mudaram drasticamente as comunidades microscópicas de seus organismos, aumentando a quantidade de calorias que eles “colhiam” dos alimentos. O resultado: os ratos se tornaram mais gordos.

Cho usou uma gama de antibióticos diferentes, incluindo penicilina, vancomicina, os dois juntos, ou clortetraciclina. Após 7 semanas, os ratos tratados não ficaram mais pesados, mas ganharam mais gordura corporal – cerca de 23%, em comparação com os típicos 20%.

As comunidades bacterianas dos ratos medicados também mudaram. Eles tinham os mesmos números de micróbios, mas possuíam mais bactérias do filo Firmicutes, e menos do filo Bacteroidetes.

Esse padrão é interessante, pois muitos estudos descobriram que o equilíbrio entre estes dois grupos de bactérias pende a favor das Firmicutes em indivíduos obesos.

Os antibióticos também mudaram a forma como as bactérias agiam. Nos ratos tratados, certos genes eram mais ativos, incluindo aqueles que quebram os carboidratos complexos em ácidos graxos de cadeia (substâncias que fornecem energia para as células intestinais e desencadeiam a produção de gordura do corpo). Genes envolvidos no armazenamento de calorias não utilizadas, criando substâncias como gorduras e triglicérides, também tendiam a ser mais ativos.
Conclusão

O efeito foi visto com todo e qualquer antibiótico. Isso significa que o uso desse remédio pode alterar as comunidades
bacterianas e a forma como elas agem, fazendo o organismo colher mais calorias dos alimentos e acumulá-las mais em gordura.

Mas, como o estudo foi realizado com ratos, que, apesar de parecidos conosco, têm comunidades bacterianas e organismos diferentes, os pesquisadores ainda não podem afirmar que as alterações são iguais em nós.

No entanto, um passo já foi dado para provar que o mesmo deve estar acontecendo conosco: um segundo estudo de Martin Blaser, que liderou a pesquisa de Cho, seguiu 11.532 crianças britânicas nascidas entre 1991 e 1992, e mostrou que aquelas que tomaram antibióticos nos primeiros seis meses de vida também ganharam mais peso nos primeiros anos de vida.

“O uso excessivo de antibióticos pode estar alimentando o aumento dramático de condições como a obesidade, diabetes tipo 1, doença inflamatória intestinal, alergias e asma. Devemos fazer uso da tecnologia disponível para proteger e estudar os nossos benfeitores bacterianos antes que seja tarde demais”, disse Blaser.[DiscoverMagazine]

Como antibióticos são combustíveis para a obesidade

Você já deve ter ouvido falar que tomamos antibióticos demais, e que o abuso desse tipo de medicamento pode levar a mais problemas do que soluções (pesquisas americanas mostram que pediatras prescrevem mais de 10 milhões de antibióticos desnecessários todos os anos para crianças).

Em primeiro lugar, porque quanto mais antibióticos nós tomamos, mais as bactérias se acostumam com eles. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna: no futuro, todo antibiótico comum pode se tornar inútil.

Além disso, outra afirmação é bastante corriqueira: a de que os antibióticos não matam apenas as bactérias más, como as boas também.

Todo antibiótico pode ser perigoso

Opa! Que bactérias boas? As que vivem no nosso organismo e que nos ajudam com tarefas importantes todos os dias.

3 perfis bacterianos: um deles vive no seu organismo

Muitas comunidades de bactérias vivem em nós – o suficiente para encher um prato grande de sopa, ou 1,36 a 2,27 quilos de bactérias. Na verdade, tem mais bactéria do que “a gente mesmo” em nosso corpo: as células de bactérias superam as células humanas em 10 para 1 no nosso organismo. Porém, como elas são muito menores do que as células humanas, representam apenas cerca de 1 a 2% da nossa massa corporal (embora componham cerca de metade dos nossos resíduos corporais).

As bactérias gastrointestinais estão entre as mais importantes do nosso corpo. Isso porque elas nos ajudam a coletar a energia dos alimentos ao quebrar as moléculas complexas que nossas células não conseguem quebrar. Elas também constroem vitaminas que não podemos fabricar, e “conversam” com nosso sistema imunológico para que ele funcione corretamente, evitando invasões de outros micróbios mais prejudiciais. Enfim, as bactérias são nossas parceiras e, sem elas, com certeza algumas coisas iriam mudar no nosso corpo.
Até o nosso peso

O resultado de uma observação com animais despertou a curiosidade de cientistas quanto aos efeitos do antibiótico no corpo humano.

Há mais de 50 anos, fazendeiros percebem que baixas doses de antibióticos em animais saudáveis engordam seu gado em até 15%. Isso funciona com vacas, ovelhas, porcos e galinhas, e com qualquer remédio, como penicilinas ou tetraciclinas. O efeito é sempre o mesmo: mais peso.



Para descobrir o porquê de tal efeito, Ilseung Cho, da Universidade de Nova York (EUA), deu antibióticos para ratos jovens, e concluiu que as drogas mudaram drasticamente as comunidades microscópicas de seus organismos, aumentando a quantidade de calorias que eles “colhiam” dos alimentos. O resultado: os ratos se tornaram mais gordos.

Cho usou uma gama de antibióticos diferentes, incluindo penicilina, vancomicina, os dois juntos, ou clortetraciclina. Após 7 semanas, os ratos tratados não ficaram mais pesados, mas ganharam mais gordura corporal – cerca de 23%, em comparação com os típicos 20%.

As comunidades bacterianas dos ratos medicados também mudaram. Eles tinham os mesmos números de micróbios, mas possuíam mais bactérias do filo Firmicutes, e menos do filo Bacteroidetes.

Esse padrão é interessante, pois muitos estudos descobriram que o equilíbrio entre estes dois grupos de bactérias pende a favor das Firmicutes em indivíduos obesos.

Os antibióticos também mudaram a forma como as bactérias agiam. Nos ratos tratados, certos genes eram mais ativos, incluindo aqueles que quebram os carboidratos complexos em ácidos graxos de cadeia (substâncias que fornecem energia para as células intestinais e desencadeiam a produção de gordura do corpo). Genes envolvidos no armazenamento de calorias não utilizadas, criando substâncias como gorduras e triglicérides, também tendiam a ser mais ativos.
Conclusão

O efeito foi visto com todo e qualquer antibiótico. Isso significa que o uso desse remédio pode alterar as comunidades
bacterianas e a forma como elas agem, fazendo o organismo colher mais calorias dos alimentos e acumulá-las mais em gordura.

Mas, como o estudo foi realizado com ratos, que, apesar de parecidos conosco, têm comunidades bacterianas e organismos diferentes, os pesquisadores ainda não podem afirmar que as alterações são iguais em nós.

No entanto, um passo já foi dado para provar que o mesmo deve estar acontecendo conosco: um segundo estudo de Martin Blaser, que liderou a pesquisa de Cho, seguiu 11.532 crianças britânicas nascidas entre 1991 e 1992, e mostrou que aquelas que tomaram antibióticos nos primeiros seis meses de vida também ganharam mais peso nos primeiros anos de vida.

“O uso excessivo de antibióticos pode estar alimentando o aumento dramático de condições como a obesidade, diabetes tipo 1, doença inflamatória intestinal, alergias e asma. Devemos fazer uso da tecnologia disponível para proteger e estudar os nossos benfeitores bacterianos antes que seja tarde demais”, disse Blaser.[DiscoverMagazine]

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Tal cão, tal dono: donos de cães considerados agressivos são mais agressivos

Segundo um novo estudo da Universidade da Rainha em Belfast, Reino Unido, os donos de cães de raças consideradas agressivas são também mais agressivos.
Isso não significa, é claro, que aquele cão será uma ameaça à sociedade – afinal de contas, o coitado do animalzinho não tem culpa (nem nunca teve) de ter tal fama, pois raças como a famosa rottweiler é que foram criadas como cães de luta pelos inescrupulosos humanos.
De qualquer maneira, o que estudo sugere é que sua companhia canina pode dizer muito sobre você.
Donos de cachorros realmente se parecem com animais
De acordo com a pesquisadora Deborah Wells, os proprietários de raças de cães agressivos, tais como os estereotipados pastores alemães e rottweilers, são mais propensos a ser hostis e agressivos, em comparação com os proprietários de cães mais tipicamente descontraídos, como labradores.
10 coisas que você não sabia sobre cachorros
Outra pesquisa de outubro de 2012, divulgada na revista Personality and Individual Differences, disse que donos de cães “brinquedo” – cães pequenos de companhia – pontuam bastante no traço de personalidade “abertura”, caracterizado pela valorização de novas experiências, enquanto os proprietários de raças pastorais e utilitárias, como collies, são os mais extrovertidos.
Da mesma forma, um estudo publicado em maio na revista Anthrozoos descobriu que pessoas com personalidades mais argumentativas são mais propensas a ter cães das raças bull terrier ou outras raças com mais reputação de agressividade do que raças mais agradáveis.
Qual cão você tem e o que isso diz sobre você? Veja aqui.
Agressividade x personalidade
147 donos de cães na Irlanda do Norte participaram da pesquisa. Só os proprietários de pastores alemães, rottweilers, labradores e Golden Retrievers preencheram um questionário de personalidade.
Os pesquisadores quiseram concentrar o questionário em raças que são comumente adotadas, mas em extremos opostos do espectro em termos de percepção pública do temperamento – pastores alemães e rottweilers são comumente percebidos como agressivos, enquanto labradores e retrievers são mais propensos a ser considerados como não agressivos, até brincalhões.
Dos traços de personalidade estudados, a única diferença entre os donos dos dois tipos de raças foi na pontuação de psicoticismo.
Calma! Não estamos dizendo que donos de cães agressivos são psicopatas, e sim mais propensos a serem psicóticos. O psicoticismo é um traço de personalidade marcado pela hostilidade, raiva e agressão. Psicoticismo é diferente de psicopatia, um distúrbio de personalidade caracterizado por manipulação e falta de empatia.
Sendo assim, os proprietários de raças estereotipicamente agressivas são mais propensos a serem agressivos do que proprietários de cães mais relaxados.
10 raças de cães subestimadas
Uma pergunta que não respondida pelo estudo é se as pessoas agressivas escolhem raças de cães agressivos de propósito, ou até mesmo se os treinam intencionalmente para serem viciosos. Outros fatores além da personalidade, tais como alergia e tamanho, também podem influenciar a escolha da raça do cão. [NBCNews, LiveScience]

Tal cão, tal dono: donos de cães considerados agressivos são mais agressivos

Segundo um novo estudo da Universidade da Rainha em Belfast, Reino Unido, os donos de cães de raças consideradas agressivas são também mais agressivos.
Isso não significa, é claro, que aquele cão será uma ameaça à sociedade – afinal de contas, o coitado do animalzinho não tem culpa (nem nunca teve) de ter tal fama, pois raças como a famosa rottweiler é que foram criadas como cães de luta pelos inescrupulosos humanos.
De qualquer maneira, o que estudo sugere é que sua companhia canina pode dizer muito sobre você.
Donos de cachorros realmente se parecem com animais
De acordo com a pesquisadora Deborah Wells, os proprietários de raças de cães agressivos, tais como os estereotipados pastores alemães e rottweilers, são mais propensos a ser hostis e agressivos, em comparação com os proprietários de cães mais tipicamente descontraídos, como labradores.
10 coisas que você não sabia sobre cachorros
Outra pesquisa de outubro de 2012, divulgada na revista Personality and Individual Differences, disse que donos de cães “brinquedo” – cães pequenos de companhia – pontuam bastante no traço de personalidade “abertura”, caracterizado pela valorização de novas experiências, enquanto os proprietários de raças pastorais e utilitárias, como collies, são os mais extrovertidos.
Da mesma forma, um estudo publicado em maio na revista Anthrozoos descobriu que pessoas com personalidades mais argumentativas são mais propensas a ter cães das raças bull terrier ou outras raças com mais reputação de agressividade do que raças mais agradáveis.
Qual cão você tem e o que isso diz sobre você? Veja aqui.
Agressividade x personalidade
147 donos de cães na Irlanda do Norte participaram da pesquisa. Só os proprietários de pastores alemães, rottweilers, labradores e Golden Retrievers preencheram um questionário de personalidade.
Os pesquisadores quiseram concentrar o questionário em raças que são comumente adotadas, mas em extremos opostos do espectro em termos de percepção pública do temperamento – pastores alemães e rottweilers são comumente percebidos como agressivos, enquanto labradores e retrievers são mais propensos a ser considerados como não agressivos, até brincalhões.
Dos traços de personalidade estudados, a única diferença entre os donos dos dois tipos de raças foi na pontuação de psicoticismo.
Calma! Não estamos dizendo que donos de cães agressivos são psicopatas, e sim mais propensos a serem psicóticos. O psicoticismo é um traço de personalidade marcado pela hostilidade, raiva e agressão. Psicoticismo é diferente de psicopatia, um distúrbio de personalidade caracterizado por manipulação e falta de empatia.
Sendo assim, os proprietários de raças estereotipicamente agressivas são mais propensos a serem agressivos do que proprietários de cães mais relaxados.
10 raças de cães subestimadas
Uma pergunta que não respondida pelo estudo é se as pessoas agressivas escolhem raças de cães agressivos de propósito, ou até mesmo se os treinam intencionalmente para serem viciosos. Outros fatores além da personalidade, tais como alergia e tamanho, também podem influenciar a escolha da raça do cão. [NBCNews, LiveScience]