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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Tal cão, tal dono: donos de cães considerados agressivos são mais agressivos

Segundo um novo estudo da Universidade da Rainha em Belfast, Reino Unido, os donos de cães de raças consideradas agressivas são também mais agressivos.
Isso não significa, é claro, que aquele cão será uma ameaça à sociedade – afinal de contas, o coitado do animalzinho não tem culpa (nem nunca teve) de ter tal fama, pois raças como a famosa rottweiler é que foram criadas como cães de luta pelos inescrupulosos humanos.
De qualquer maneira, o que estudo sugere é que sua companhia canina pode dizer muito sobre você.
Donos de cachorros realmente se parecem com animais
De acordo com a pesquisadora Deborah Wells, os proprietários de raças de cães agressivos, tais como os estereotipados pastores alemães e rottweilers, são mais propensos a ser hostis e agressivos, em comparação com os proprietários de cães mais tipicamente descontraídos, como labradores.
10 coisas que você não sabia sobre cachorros
Outra pesquisa de outubro de 2012, divulgada na revista Personality and Individual Differences, disse que donos de cães “brinquedo” – cães pequenos de companhia – pontuam bastante no traço de personalidade “abertura”, caracterizado pela valorização de novas experiências, enquanto os proprietários de raças pastorais e utilitárias, como collies, são os mais extrovertidos.
Da mesma forma, um estudo publicado em maio na revista Anthrozoos descobriu que pessoas com personalidades mais argumentativas são mais propensas a ter cães das raças bull terrier ou outras raças com mais reputação de agressividade do que raças mais agradáveis.
Qual cão você tem e o que isso diz sobre você? Veja aqui.
Agressividade x personalidade
147 donos de cães na Irlanda do Norte participaram da pesquisa. Só os proprietários de pastores alemães, rottweilers, labradores e Golden Retrievers preencheram um questionário de personalidade.
Os pesquisadores quiseram concentrar o questionário em raças que são comumente adotadas, mas em extremos opostos do espectro em termos de percepção pública do temperamento – pastores alemães e rottweilers são comumente percebidos como agressivos, enquanto labradores e retrievers são mais propensos a ser considerados como não agressivos, até brincalhões.
Dos traços de personalidade estudados, a única diferença entre os donos dos dois tipos de raças foi na pontuação de psicoticismo.
Calma! Não estamos dizendo que donos de cães agressivos são psicopatas, e sim mais propensos a serem psicóticos. O psicoticismo é um traço de personalidade marcado pela hostilidade, raiva e agressão. Psicoticismo é diferente de psicopatia, um distúrbio de personalidade caracterizado por manipulação e falta de empatia.
Sendo assim, os proprietários de raças estereotipicamente agressivas são mais propensos a serem agressivos do que proprietários de cães mais relaxados.
10 raças de cães subestimadas
Uma pergunta que não respondida pelo estudo é se as pessoas agressivas escolhem raças de cães agressivos de propósito, ou até mesmo se os treinam intencionalmente para serem viciosos. Outros fatores além da personalidade, tais como alergia e tamanho, também podem influenciar a escolha da raça do cão. [NBCNews, LiveScience]

Tal cão, tal dono: donos de cães considerados agressivos são mais agressivos

Segundo um novo estudo da Universidade da Rainha em Belfast, Reino Unido, os donos de cães de raças consideradas agressivas são também mais agressivos.
Isso não significa, é claro, que aquele cão será uma ameaça à sociedade – afinal de contas, o coitado do animalzinho não tem culpa (nem nunca teve) de ter tal fama, pois raças como a famosa rottweiler é que foram criadas como cães de luta pelos inescrupulosos humanos.
De qualquer maneira, o que estudo sugere é que sua companhia canina pode dizer muito sobre você.
Donos de cachorros realmente se parecem com animais
De acordo com a pesquisadora Deborah Wells, os proprietários de raças de cães agressivos, tais como os estereotipados pastores alemães e rottweilers, são mais propensos a ser hostis e agressivos, em comparação com os proprietários de cães mais tipicamente descontraídos, como labradores.
10 coisas que você não sabia sobre cachorros
Outra pesquisa de outubro de 2012, divulgada na revista Personality and Individual Differences, disse que donos de cães “brinquedo” – cães pequenos de companhia – pontuam bastante no traço de personalidade “abertura”, caracterizado pela valorização de novas experiências, enquanto os proprietários de raças pastorais e utilitárias, como collies, são os mais extrovertidos.
Da mesma forma, um estudo publicado em maio na revista Anthrozoos descobriu que pessoas com personalidades mais argumentativas são mais propensas a ter cães das raças bull terrier ou outras raças com mais reputação de agressividade do que raças mais agradáveis.
Qual cão você tem e o que isso diz sobre você? Veja aqui.
Agressividade x personalidade
147 donos de cães na Irlanda do Norte participaram da pesquisa. Só os proprietários de pastores alemães, rottweilers, labradores e Golden Retrievers preencheram um questionário de personalidade.
Os pesquisadores quiseram concentrar o questionário em raças que são comumente adotadas, mas em extremos opostos do espectro em termos de percepção pública do temperamento – pastores alemães e rottweilers são comumente percebidos como agressivos, enquanto labradores e retrievers são mais propensos a ser considerados como não agressivos, até brincalhões.
Dos traços de personalidade estudados, a única diferença entre os donos dos dois tipos de raças foi na pontuação de psicoticismo.
Calma! Não estamos dizendo que donos de cães agressivos são psicopatas, e sim mais propensos a serem psicóticos. O psicoticismo é um traço de personalidade marcado pela hostilidade, raiva e agressão. Psicoticismo é diferente de psicopatia, um distúrbio de personalidade caracterizado por manipulação e falta de empatia.
Sendo assim, os proprietários de raças estereotipicamente agressivas são mais propensos a serem agressivos do que proprietários de cães mais relaxados.
10 raças de cães subestimadas
Uma pergunta que não respondida pelo estudo é se as pessoas agressivas escolhem raças de cães agressivos de propósito, ou até mesmo se os treinam intencionalmente para serem viciosos. Outros fatores além da personalidade, tais como alergia e tamanho, também podem influenciar a escolha da raça do cão. [NBCNews, LiveScience]

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Porque algumas pessoas arriscam suas vidas para salvar outras?

Desastres e atos violentos não geram apenas memórias ruins. Em muitos casos, imagens de heróis são as que fazem as manchetes.


Por exemplo, no último dia 5 de agosto, um atirador invadiu um templo sikh em Milwaukee (EUA) e disparou contra as pessoas que lá se encontravam. Enquanto alguns fugiram, outros saltaram para detê-lo.

Uma das seis vítimas do massacre foi o presidente do templo, Santwat Singh Kaleka, que testemunhas dizem ter tentado desarmar o atirador. O primeiro policial que respondeu à cena, Brian Murphy, levou nove tiros fazendo o mesmo, e milagrosamente sobreviveu. Ambos foram aclamados heróis.

O mesmo foi dito de um tripulante de 57 anos que, em janeiro, quando o cruzeiro Costa Concordia naufragou na costa ocidental da Itália, ficou a bordo para ajudar os outros, enquanto até mesmo o capitão do navio o havia abandonado.

O que faz algumas pessoas nessas situações correrem, fugirem, pensarem só em si mesmas, enquanto outras demonstram coragem, e ficam, arriscando suas vidas por outras?

Segundo os cientistas, é muito difícil estudar este tipo de comportamento altruísta, durante calamidades, porque a maioria dos “heróis” morre.

Mas os especialistas sugerem que esse tipo de comportamento pode existir porque o heroísmo é profundamente valorizado.

Os pesquisadores Selwyn Becker e Alice Eagly apontaram em um estudo de 2004 que a ideia de heroísmo existe em praticamente toda cultura humana já registrada, desde pinturas rupestres, folclore, literatura até os super-heróis fantásticos do mundo moderno, como o Batman e o Super-Homem.Ser altruísta, salvar a vida de outros, exatamente como um super-herói faria, dá às pessoas um status nobre.

10 pequenos incríveis heróis

Um exemplo é a pesquisa publicada na revista Evolutionary Psychology em que participantes dispostos a suportar a dor – dispostos a colocar as mãos em uma bacia de gelo por 40 segundos, por exemplo – foram julgados como mais simpáticos, e ganharam significativamente mais dinheiro a partir de uma quantia que podia ser dividida da forma como os próprios voluntários do estudo queriam.

Sendo assim, engajar-se em comportamentos de autossacrifício pode ser uma estratégia rentável a longo prazo. Resumindo: os impulsos heroicos podem ser, ao mesmo tempo, egoístas.

O que isso significa? Que não existem pessoas altruístas de verdade? Tudo que fazemos tem uma razão?

Essa discussão moral é longa, mas ao que diz respeito ao heroísmo, o psiquiatra Deane Aikins desestimula a concepção de que seja uma escolha.

Com isso, ele quis dizer que é difícil alguém tomar decisões por puro altruísmo, sem “segundas intenções”. Mas estas podem ser boas, como proteger alguém que você ama, do modo como namorados fazem com seus amores quando elas correm perigo.

Também pode ser que algumas pessoas tenham hormônios do estresse que atingem picos em situações perigosas, fazendo-as agirem por conta da adrenalina.

Porém, na maioria dos casos, os “heróis” são pessoas que tentaram fugir, mas não conseguiram. Essa foi a conclusão de uma série de estudos com veteranos americanos que serviram em combates no Afeganistão e no Iraque. Segundo Aikins, sorte aleatória define muitos dos que sobrevivem que mais tarde são chamados de heróis.

Mas os poucos casos que parecem fruto de um verdadeiro altruísmo deixam algumas lições importantes sobre os heróis: os que ficam e ajudam geralmente são pessoas que cultivam laços sociais antes e depois da crise.

Profissionais como policiais e bombeiros, por exemplo, podem já ser pessoas que fazem o que fazem porque isso gera um “pagamento” em forma de facilidade e aceitação social.

Também, essas são pessoas que geralmente têm mais comportamentos de risco, ou gostam do perigo. A conclusão é de um estudo de 2005 sobre não judeus que ajudaram a salvar vítimas do nazismo. Eram pessoas que gostavam de arriscar e tinham bastantes laços sociais.

De um modo geral, a correlação mais forte entre os heróis é que a maioria interage com amigos e familiares em uma base regular. Então, mesmo que ajam impulsivamente para salvar os outros (assim como os “covardes” agem impulsivamente para se salvar), a raiz para o comportamento parecer ser social, ou ligada ao status social do herói.[CNN]

Porque algumas pessoas arriscam suas vidas para salvar outras?

Desastres e atos violentos não geram apenas memórias ruins. Em muitos casos, imagens de heróis são as que fazem as manchetes.


Por exemplo, no último dia 5 de agosto, um atirador invadiu um templo sikh em Milwaukee (EUA) e disparou contra as pessoas que lá se encontravam. Enquanto alguns fugiram, outros saltaram para detê-lo.

Uma das seis vítimas do massacre foi o presidente do templo, Santwat Singh Kaleka, que testemunhas dizem ter tentado desarmar o atirador. O primeiro policial que respondeu à cena, Brian Murphy, levou nove tiros fazendo o mesmo, e milagrosamente sobreviveu. Ambos foram aclamados heróis.

O mesmo foi dito de um tripulante de 57 anos que, em janeiro, quando o cruzeiro Costa Concordia naufragou na costa ocidental da Itália, ficou a bordo para ajudar os outros, enquanto até mesmo o capitão do navio o havia abandonado.

O que faz algumas pessoas nessas situações correrem, fugirem, pensarem só em si mesmas, enquanto outras demonstram coragem, e ficam, arriscando suas vidas por outras?

Segundo os cientistas, é muito difícil estudar este tipo de comportamento altruísta, durante calamidades, porque a maioria dos “heróis” morre.

Mas os especialistas sugerem que esse tipo de comportamento pode existir porque o heroísmo é profundamente valorizado.

Os pesquisadores Selwyn Becker e Alice Eagly apontaram em um estudo de 2004 que a ideia de heroísmo existe em praticamente toda cultura humana já registrada, desde pinturas rupestres, folclore, literatura até os super-heróis fantásticos do mundo moderno, como o Batman e o Super-Homem.Ser altruísta, salvar a vida de outros, exatamente como um super-herói faria, dá às pessoas um status nobre.

10 pequenos incríveis heróis

Um exemplo é a pesquisa publicada na revista Evolutionary Psychology em que participantes dispostos a suportar a dor – dispostos a colocar as mãos em uma bacia de gelo por 40 segundos, por exemplo – foram julgados como mais simpáticos, e ganharam significativamente mais dinheiro a partir de uma quantia que podia ser dividida da forma como os próprios voluntários do estudo queriam.

Sendo assim, engajar-se em comportamentos de autossacrifício pode ser uma estratégia rentável a longo prazo. Resumindo: os impulsos heroicos podem ser, ao mesmo tempo, egoístas.

O que isso significa? Que não existem pessoas altruístas de verdade? Tudo que fazemos tem uma razão?

Essa discussão moral é longa, mas ao que diz respeito ao heroísmo, o psiquiatra Deane Aikins desestimula a concepção de que seja uma escolha.

Com isso, ele quis dizer que é difícil alguém tomar decisões por puro altruísmo, sem “segundas intenções”. Mas estas podem ser boas, como proteger alguém que você ama, do modo como namorados fazem com seus amores quando elas correm perigo.

Também pode ser que algumas pessoas tenham hormônios do estresse que atingem picos em situações perigosas, fazendo-as agirem por conta da adrenalina.

Porém, na maioria dos casos, os “heróis” são pessoas que tentaram fugir, mas não conseguiram. Essa foi a conclusão de uma série de estudos com veteranos americanos que serviram em combates no Afeganistão e no Iraque. Segundo Aikins, sorte aleatória define muitos dos que sobrevivem que mais tarde são chamados de heróis.

Mas os poucos casos que parecem fruto de um verdadeiro altruísmo deixam algumas lições importantes sobre os heróis: os que ficam e ajudam geralmente são pessoas que cultivam laços sociais antes e depois da crise.

Profissionais como policiais e bombeiros, por exemplo, podem já ser pessoas que fazem o que fazem porque isso gera um “pagamento” em forma de facilidade e aceitação social.

Também, essas são pessoas que geralmente têm mais comportamentos de risco, ou gostam do perigo. A conclusão é de um estudo de 2005 sobre não judeus que ajudaram a salvar vítimas do nazismo. Eram pessoas que gostavam de arriscar e tinham bastantes laços sociais.

De um modo geral, a correlação mais forte entre os heróis é que a maioria interage com amigos e familiares em uma base regular. Então, mesmo que ajam impulsivamente para salvar os outros (assim como os “covardes” agem impulsivamente para se salvar), a raiz para o comportamento parecer ser social, ou ligada ao status social do herói.[CNN]

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Porque vemos homens como pessoas e mulheres como partes de corpo

O fato de que percebemos as pessoas de modo diferente dependendo de seu gênero não é segredo. Contudo, a diferença pode ser ainda maior do que imaginávamos: segundo estudo recente, nosso cérebro tende a perceber homens como “inteiros” e mulheres como “uma soma de partes do corpo”.
Essas duas formas de percepção são chamadas de “processamento global” e “processamento local”, respectivamente. “Processamento local é a base da forma como pensamos em objetos, tais como casas ou carros”, explica a professora de psicologia Sarah Gervais, líder da equipe responsável pela pesquisa. “Já o processamento global evita que façamos isso com seres humanos. Não ‘dividimos’ pessoas em partes – exceto quando se trata de mulheres, o que é impressionante. Elas são percebidas da mesma maneira que objetos”.
No estudo, os participantes viam fotos de corpo inteiro de homens e mulheres de aparência e trajes comuns. Depois, eram mostradas duas imagens: a foto original e uma versão com pequenas modificações. Em seguida, os participantes tinham que dizer qual era a imagem original.
No caso das imagens de mulheres, as diferenças eram percebidas mais facilmente quando as regiões eram mostradas isoladamente. Quando se tratava de homens, os participantes tiveram mais facilidade em diferenciar as imagens mostradas por inteiro.
Fato curioso: esse fenômeno ocorreu independentemente do gênero dos participantes. Em outras palavras, a percepção das mulheres como uma “soma de partes” não era exclusividade masculina. Os pesquisadores não souberam explicar exatamente o que havia por trás do fenômeno. “Os homens talvez

façam isso porque estão interessadas em companheiras em potencial, enquanto as mulheres podem fazê-lo para se comparar com as outras”, sugere Gervais.
A equipe pretende investigar mais o fenômeno para encontrar uma possível forma de atenuá-lo – e, quem sabe, combater a “objetificação” das mulheres.[Science Daily]

Porque vemos homens como pessoas e mulheres como partes de corpo

O fato de que percebemos as pessoas de modo diferente dependendo de seu gênero não é segredo. Contudo, a diferença pode ser ainda maior do que imaginávamos: segundo estudo recente, nosso cérebro tende a perceber homens como “inteiros” e mulheres como “uma soma de partes do corpo”.
Essas duas formas de percepção são chamadas de “processamento global” e “processamento local”, respectivamente. “Processamento local é a base da forma como pensamos em objetos, tais como casas ou carros”, explica a professora de psicologia Sarah Gervais, líder da equipe responsável pela pesquisa. “Já o processamento global evita que façamos isso com seres humanos. Não ‘dividimos’ pessoas em partes – exceto quando se trata de mulheres, o que é impressionante. Elas são percebidas da mesma maneira que objetos”.
No estudo, os participantes viam fotos de corpo inteiro de homens e mulheres de aparência e trajes comuns. Depois, eram mostradas duas imagens: a foto original e uma versão com pequenas modificações. Em seguida, os participantes tinham que dizer qual era a imagem original.
No caso das imagens de mulheres, as diferenças eram percebidas mais facilmente quando as regiões eram mostradas isoladamente. Quando se tratava de homens, os participantes tiveram mais facilidade em diferenciar as imagens mostradas por inteiro.
Fato curioso: esse fenômeno ocorreu independentemente do gênero dos participantes. Em outras palavras, a percepção das mulheres como uma “soma de partes” não era exclusividade masculina. Os pesquisadores não souberam explicar exatamente o que havia por trás do fenômeno. “Os homens talvez

façam isso porque estão interessadas em companheiras em potencial, enquanto as mulheres podem fazê-lo para se comparar com as outras”, sugere Gervais.
A equipe pretende investigar mais o fenômeno para encontrar uma possível forma de atenuá-lo – e, quem sabe, combater a “objetificação” das mulheres.[Science Daily]

Porque vemos homens como pessoas e mulheres como partes de corpo

O fato de que percebemos as pessoas de modo diferente dependendo de seu gênero não é segredo. Contudo, a diferença pode ser ainda maior do que imaginávamos: segundo estudo recente, nosso cérebro tende a perceber homens como “inteiros” e mulheres como “uma soma de partes do corpo”.
Essas duas formas de percepção são chamadas de “processamento global” e “processamento local”, respectivamente. “Processamento local é a base da forma como pensamos em objetos, tais como casas ou carros”, explica a professora de psicologia Sarah Gervais, líder da equipe responsável pela pesquisa. “Já o processamento global evita que façamos isso com seres humanos. Não ‘dividimos’ pessoas em partes – exceto quando se trata de mulheres, o que é impressionante. Elas são percebidas da mesma maneira que objetos”.
No estudo, os participantes viam fotos de corpo inteiro de homens e mulheres de aparência e trajes comuns. Depois, eram mostradas duas imagens: a foto original e uma versão com pequenas modificações. Em seguida, os participantes tinham que dizer qual era a imagem original.
No caso das imagens de mulheres, as diferenças eram percebidas mais facilmente quando as regiões eram mostradas isoladamente. Quando se tratava de homens, os participantes tiveram mais facilidade em diferenciar as imagens mostradas por inteiro.
Fato curioso: esse fenômeno ocorreu independentemente do gênero dos participantes. Em outras palavras, a percepção das mulheres como uma “soma de partes” não era exclusividade masculina. Os pesquisadores não souberam explicar exatamente o que havia por trás do fenômeno. “Os homens talvez

façam isso porque estão interessadas em companheiras em potencial, enquanto as mulheres podem fazê-lo para se comparar com as outras”, sugere Gervais.
A equipe pretende investigar mais o fenômeno para encontrar uma possível forma de atenuá-lo – e, quem sabe, combater a “objetificação” das mulheres.[Science Daily]

Como o Twitter pode prever quando você ficará doente

Entrar em contato com gente que está gripada aumenta suas chances de ficar doente também. Até aí, nenhum segredo. Imagine, agora, se você pudesse descobrir em que regiões da sua cidade têm surgido mais casos de gripe e, assim, prever quando você vai acabar ficando doente – com até oito dias de antecedência.
Aproveitando o fato de muita gente reclamar via Twitter quando está gripada, o cientista da computação Adam Sadilek desenvolveu, junto com outros pesquisadores, uma ferramenta para coletar informações sobre casos de gripe e prever novos casos.
Para isso, eles compilaram 4,4 milhões de tweets publicados por mais de 630 mil usuários da cidade de Nova York (EUA) durante um mês em 2010. Feita a coleta, eles “treinaram” um algoritmo de computador para saber reconhecer mensagens de pessoas que estavam saudáveis (e diziam coisas do tipo “fiquei doente de preocupação”) e tweets de quem estava com sintomas de gripe.
Com base nesses dados, eles puderam prever novos casos de gripe com 90% de acerto e até oito dias de antecedência.

É claro que esse tipo de análise tem várias limitações: nem todo mundo publica tweets reclamando que está doente, e há outros fatores envolvidos em novos casos, além da exposição – como estado emocional, alimentação e rotina de exercícios. Seja como for, talvez seja o embrião de uma tecnologia que, no futuro, poderá indicar em tempo real se você entrou em um lugar em que há muitas pessoas doentes – e evitar uma exposição desnecessária.[Gizmodo]

Como o Twitter pode prever quando você ficará doente

Entrar em contato com gente que está gripada aumenta suas chances de ficar doente também. Até aí, nenhum segredo. Imagine, agora, se você pudesse descobrir em que regiões da sua cidade têm surgido mais casos de gripe e, assim, prever quando você vai acabar ficando doente – com até oito dias de antecedência.
Aproveitando o fato de muita gente reclamar via Twitter quando está gripada, o cientista da computação Adam Sadilek desenvolveu, junto com outros pesquisadores, uma ferramenta para coletar informações sobre casos de gripe e prever novos casos.
Para isso, eles compilaram 4,4 milhões de tweets publicados por mais de 630 mil usuários da cidade de Nova York (EUA) durante um mês em 2010. Feita a coleta, eles “treinaram” um algoritmo de computador para saber reconhecer mensagens de pessoas que estavam saudáveis (e diziam coisas do tipo “fiquei doente de preocupação”) e tweets de quem estava com sintomas de gripe.
Com base nesses dados, eles puderam prever novos casos de gripe com 90% de acerto e até oito dias de antecedência.

É claro que esse tipo de análise tem várias limitações: nem todo mundo publica tweets reclamando que está doente, e há outros fatores envolvidos em novos casos, além da exposição – como estado emocional, alimentação e rotina de exercícios. Seja como for, talvez seja o embrião de uma tecnologia que, no futuro, poderá indicar em tempo real se você entrou em um lugar em que há muitas pessoas doentes – e evitar uma exposição desnecessária.[Gizmodo]

Como o Twitter pode prever quando você ficará doente

Entrar em contato com gente que está gripada aumenta suas chances de ficar doente também. Até aí, nenhum segredo. Imagine, agora, se você pudesse descobrir em que regiões da sua cidade têm surgido mais casos de gripe e, assim, prever quando você vai acabar ficando doente – com até oito dias de antecedência.
Aproveitando o fato de muita gente reclamar via Twitter quando está gripada, o cientista da computação Adam Sadilek desenvolveu, junto com outros pesquisadores, uma ferramenta para coletar informações sobre casos de gripe e prever novos casos.
Para isso, eles compilaram 4,4 milhões de tweets publicados por mais de 630 mil usuários da cidade de Nova York (EUA) durante um mês em 2010. Feita a coleta, eles “treinaram” um algoritmo de computador para saber reconhecer mensagens de pessoas que estavam saudáveis (e diziam coisas do tipo “fiquei doente de preocupação”) e tweets de quem estava com sintomas de gripe.
Com base nesses dados, eles puderam prever novos casos de gripe com 90% de acerto e até oito dias de antecedência.

É claro que esse tipo de análise tem várias limitações: nem todo mundo publica tweets reclamando que está doente, e há outros fatores envolvidos em novos casos, além da exposição – como estado emocional, alimentação e rotina de exercícios. Seja como for, talvez seja o embrião de uma tecnologia que, no futuro, poderá indicar em tempo real se você entrou em um lugar em que há muitas pessoas doentes – e evitar uma exposição desnecessária.[Gizmodo]

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Grudenta ou distante? Sua personalidade pode influenciar a satisfação na cama

Pessoas que são muito grudentas em um relacionamento são mais susceptíveis a terem problemas na cama. O mesmo vale para o extremo oposto: quem se distancia do parceiro e o trata com indiferença também pode ter mais insatisfação com a vida sexual.
A conclusão surgiu de um novo estudo da Universidade Deakin, na Austrália, em que cientistas analisaram pesquisas que relacionavam diferentes tipos de apegos em relacionamentos e satisfação sexual.
Os pesquisadores constataram dois estilos de personalidade que afetam o relacionamento não só no cotidiano, mas também no sexo. Um deles é o apego ansioso, em que as pessoas são pegajosas por medo de rejeição e abandono. Em poucas palavras, o conhecido relacionamento do tipo “chiclete”. Já no apego evitativo, os indivíduos se sentem desconfortáveis com a proximidade e dependência, por isso tratam o parceiro com indiferença. Ambos os estilos são considerados “inseguros”, em contraste com o apego “seguro”, que não é nem pegajoso, nem indiferente.
Insegurança no relacionamento
Homens e mulheres que se enquadram no tipo de personalidade insegura relataram menos satisfação sexual do que pessoas que se sentem seguras em sua relação. Mulheres inseguras são mais propensas a ter menos excitação sexual, problemas com a lubrificação e dor durante o sexo. Os homens inseguros relataram disfunção erétil.
Os tipos de personalidade também interferem na frequência do sexo. Quem se sente inseguro em relação ao parceiro – e não desgruda dele – tende a desejar relações sexuais com mais frequência, por ansiedade e para reduzir a insegurança. Por essa razão, esses indivíduos podem acabar colocando o sexo em primeiro plano no relacionamento e ter medo da rejeição sexual. Essa ansiedade, entretanto, pode ter consequências contrárias, como a disfunção erétil.
Em contrapartida, as pessoas que evitam o parceiro tendem a ter relações sexuais com menos frequência. Quando a relação sexual acontece, a personalidade reflete em falta de desejo sexual, excitação e orgasmo. De certa maneira, é uma forma de se distanciar do parceiro.

O que fazer para reverter esse quadro?
A insatisfação sexual não é um problema de simples resolução. Isso porque tanto a personalidade grudenta quanto a independente raramente surgem com os relacionamentos. A forma como a pessoa atua com o parceiro e a maneira como ela age na cama pode vir da infância, de acordo com psicólogos.
Pesquisadores sugerem que quando as crianças sentem que seus familiares estão sempre disponíveis, eles se sentem seguros. Só que, mesmo quando pais e familiares estão disponíveis, se o relacionamentos com as crianças for fraco e inconsistente, elas podem crescer ansiosas e desenvolver um apego pegajoso, como forma de obter atenção e cuidados. Se os familiares e entes queridos são percebidos como indisponíveis, as crianças podem se desenvolver comportamentos de esquiva, tentando se tornar autossuficientes, o que, mais tarde, se reflete em tratar o parceiro com frieza e indiferença.
Os jovens relatam com frequência que o sexo é um problema no relacionamento – quando deveria ser justamente o contrário. Por isso é importante compreender o desenvolvimento da pessoa insatisfeita com sua vida sexual e com problemas de ereção ou excitação. Isso pode ser fundamental para solucionar o problema. [LiveScience/Deakin]

Grudenta ou distante? Sua personalidade pode influenciar a satisfação na cama

Pessoas que são muito grudentas em um relacionamento são mais susceptíveis a terem problemas na cama. O mesmo vale para o extremo oposto: quem se distancia do parceiro e o trata com indiferença também pode ter mais insatisfação com a vida sexual.
A conclusão surgiu de um novo estudo da Universidade Deakin, na Austrália, em que cientistas analisaram pesquisas que relacionavam diferentes tipos de apegos em relacionamentos e satisfação sexual.
Os pesquisadores constataram dois estilos de personalidade que afetam o relacionamento não só no cotidiano, mas também no sexo. Um deles é o apego ansioso, em que as pessoas são pegajosas por medo de rejeição e abandono. Em poucas palavras, o conhecido relacionamento do tipo “chiclete”. Já no apego evitativo, os indivíduos se sentem desconfortáveis com a proximidade e dependência, por isso tratam o parceiro com indiferença. Ambos os estilos são considerados “inseguros”, em contraste com o apego “seguro”, que não é nem pegajoso, nem indiferente.
Insegurança no relacionamento
Homens e mulheres que se enquadram no tipo de personalidade insegura relataram menos satisfação sexual do que pessoas que se sentem seguras em sua relação. Mulheres inseguras são mais propensas a ter menos excitação sexual, problemas com a lubrificação e dor durante o sexo. Os homens inseguros relataram disfunção erétil.
Os tipos de personalidade também interferem na frequência do sexo. Quem se sente inseguro em relação ao parceiro – e não desgruda dele – tende a desejar relações sexuais com mais frequência, por ansiedade e para reduzir a insegurança. Por essa razão, esses indivíduos podem acabar colocando o sexo em primeiro plano no relacionamento e ter medo da rejeição sexual. Essa ansiedade, entretanto, pode ter consequências contrárias, como a disfunção erétil.
Em contrapartida, as pessoas que evitam o parceiro tendem a ter relações sexuais com menos frequência. Quando a relação sexual acontece, a personalidade reflete em falta de desejo sexual, excitação e orgasmo. De certa maneira, é uma forma de se distanciar do parceiro.

O que fazer para reverter esse quadro?
A insatisfação sexual não é um problema de simples resolução. Isso porque tanto a personalidade grudenta quanto a independente raramente surgem com os relacionamentos. A forma como a pessoa atua com o parceiro e a maneira como ela age na cama pode vir da infância, de acordo com psicólogos.
Pesquisadores sugerem que quando as crianças sentem que seus familiares estão sempre disponíveis, eles se sentem seguros. Só que, mesmo quando pais e familiares estão disponíveis, se o relacionamentos com as crianças for fraco e inconsistente, elas podem crescer ansiosas e desenvolver um apego pegajoso, como forma de obter atenção e cuidados. Se os familiares e entes queridos são percebidos como indisponíveis, as crianças podem se desenvolver comportamentos de esquiva, tentando se tornar autossuficientes, o que, mais tarde, se reflete em tratar o parceiro com frieza e indiferença.
Os jovens relatam com frequência que o sexo é um problema no relacionamento – quando deveria ser justamente o contrário. Por isso é importante compreender o desenvolvimento da pessoa insatisfeita com sua vida sexual e com problemas de ereção ou excitação. Isso pode ser fundamental para solucionar o problema. [LiveScience/Deakin]

Grudenta ou distante? Sua personalidade pode influenciar a satisfação na cama

Pessoas que são muito grudentas em um relacionamento são mais susceptíveis a terem problemas na cama. O mesmo vale para o extremo oposto: quem se distancia do parceiro e o trata com indiferença também pode ter mais insatisfação com a vida sexual.
A conclusão surgiu de um novo estudo da Universidade Deakin, na Austrália, em que cientistas analisaram pesquisas que relacionavam diferentes tipos de apegos em relacionamentos e satisfação sexual.
Os pesquisadores constataram dois estilos de personalidade que afetam o relacionamento não só no cotidiano, mas também no sexo. Um deles é o apego ansioso, em que as pessoas são pegajosas por medo de rejeição e abandono. Em poucas palavras, o conhecido relacionamento do tipo “chiclete”. Já no apego evitativo, os indivíduos se sentem desconfortáveis com a proximidade e dependência, por isso tratam o parceiro com indiferença. Ambos os estilos são considerados “inseguros”, em contraste com o apego “seguro”, que não é nem pegajoso, nem indiferente.
Insegurança no relacionamento
Homens e mulheres que se enquadram no tipo de personalidade insegura relataram menos satisfação sexual do que pessoas que se sentem seguras em sua relação. Mulheres inseguras são mais propensas a ter menos excitação sexual, problemas com a lubrificação e dor durante o sexo. Os homens inseguros relataram disfunção erétil.
Os tipos de personalidade também interferem na frequência do sexo. Quem se sente inseguro em relação ao parceiro – e não desgruda dele – tende a desejar relações sexuais com mais frequência, por ansiedade e para reduzir a insegurança. Por essa razão, esses indivíduos podem acabar colocando o sexo em primeiro plano no relacionamento e ter medo da rejeição sexual. Essa ansiedade, entretanto, pode ter consequências contrárias, como a disfunção erétil.
Em contrapartida, as pessoas que evitam o parceiro tendem a ter relações sexuais com menos frequência. Quando a relação sexual acontece, a personalidade reflete em falta de desejo sexual, excitação e orgasmo. De certa maneira, é uma forma de se distanciar do parceiro.

O que fazer para reverter esse quadro?
A insatisfação sexual não é um problema de simples resolução. Isso porque tanto a personalidade grudenta quanto a independente raramente surgem com os relacionamentos. A forma como a pessoa atua com o parceiro e a maneira como ela age na cama pode vir da infância, de acordo com psicólogos.
Pesquisadores sugerem que quando as crianças sentem que seus familiares estão sempre disponíveis, eles se sentem seguros. Só que, mesmo quando pais e familiares estão disponíveis, se o relacionamentos com as crianças for fraco e inconsistente, elas podem crescer ansiosas e desenvolver um apego pegajoso, como forma de obter atenção e cuidados. Se os familiares e entes queridos são percebidos como indisponíveis, as crianças podem se desenvolver comportamentos de esquiva, tentando se tornar autossuficientes, o que, mais tarde, se reflete em tratar o parceiro com frieza e indiferença.
Os jovens relatam com frequência que o sexo é um problema no relacionamento – quando deveria ser justamente o contrário. Por isso é importante compreender o desenvolvimento da pessoa insatisfeita com sua vida sexual e com problemas de ereção ou excitação. Isso pode ser fundamental para solucionar o problema. [LiveScience/Deakin]

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Qual a melhor idade para ser chefe?

Se a sua empresa não valoriza funcionários mais experientes, pode estar cometendo um grande engano: um estudo recente mostrou que o auge da “vitalidade profissional” de gerentes ocorre entre os 50 e 59 anos.
Os pesquisadores, da Universidade de Haifa (Israel), consideraram “vitalidade profissional” como a habilidade de executar tarefas com vontade, vigor e competência e, ao mesmo tempo, continuar satisfeito com o trabalho. “Este novo estudo mostra que, em termos de vitalidade, a idade avançada desempenha um papel importante”, disseram.
Eles entrevistaram 545 gerentes de empresas de alta tecnologia, engenharia e infraestrutura, tanto do setor público como do privado.
Entre os participantes (que iam do mais básico ao mais elevado nível hierárquico), aqueles com maiores níveis de motivação e vitalidade tinham entre 50 e 59 anos. Depois dessa idade, a tendência era diminuir.

“A vitalidade dos funcionários é um ‘combustível’ para o sucesso da organização”, apontaram os autores do estudo. “Além disso, o fato de que a vitalidade profissional é preservada e aumenta depois dos 50 anos indica que, se a organização investe nesse aspecto, poderá se beneficiar com trabalhadores produtivos por anos”.
Para eles, dar recursos para aumentar a “vitalidade” dos funcionários deveria ser uma prioridade nas empresas. [LiveScience, JPost, Foto de Victor]

Qual a melhor idade para ser chefe?

Se a sua empresa não valoriza funcionários mais experientes, pode estar cometendo um grande engano: um estudo recente mostrou que o auge da “vitalidade profissional” de gerentes ocorre entre os 50 e 59 anos.
Os pesquisadores, da Universidade de Haifa (Israel), consideraram “vitalidade profissional” como a habilidade de executar tarefas com vontade, vigor e competência e, ao mesmo tempo, continuar satisfeito com o trabalho. “Este novo estudo mostra que, em termos de vitalidade, a idade avançada desempenha um papel importante”, disseram.
Eles entrevistaram 545 gerentes de empresas de alta tecnologia, engenharia e infraestrutura, tanto do setor público como do privado.
Entre os participantes (que iam do mais básico ao mais elevado nível hierárquico), aqueles com maiores níveis de motivação e vitalidade tinham entre 50 e 59 anos. Depois dessa idade, a tendência era diminuir.

“A vitalidade dos funcionários é um ‘combustível’ para o sucesso da organização”, apontaram os autores do estudo. “Além disso, o fato de que a vitalidade profissional é preservada e aumenta depois dos 50 anos indica que, se a organização investe nesse aspecto, poderá se beneficiar com trabalhadores produtivos por anos”.
Para eles, dar recursos para aumentar a “vitalidade” dos funcionários deveria ser uma prioridade nas empresas. [LiveScience, JPost, Foto de Victor]

Qual a melhor idade para ser chefe?

Se a sua empresa não valoriza funcionários mais experientes, pode estar cometendo um grande engano: um estudo recente mostrou que o auge da “vitalidade profissional” de gerentes ocorre entre os 50 e 59 anos.
Os pesquisadores, da Universidade de Haifa (Israel), consideraram “vitalidade profissional” como a habilidade de executar tarefas com vontade, vigor e competência e, ao mesmo tempo, continuar satisfeito com o trabalho. “Este novo estudo mostra que, em termos de vitalidade, a idade avançada desempenha um papel importante”, disseram.
Eles entrevistaram 545 gerentes de empresas de alta tecnologia, engenharia e infraestrutura, tanto do setor público como do privado.
Entre os participantes (que iam do mais básico ao mais elevado nível hierárquico), aqueles com maiores níveis de motivação e vitalidade tinham entre 50 e 59 anos. Depois dessa idade, a tendência era diminuir.

“A vitalidade dos funcionários é um ‘combustível’ para o sucesso da organização”, apontaram os autores do estudo. “Além disso, o fato de que a vitalidade profissional é preservada e aumenta depois dos 50 anos indica que, se a organização investe nesse aspecto, poderá se beneficiar com trabalhadores produtivos por anos”.
Para eles, dar recursos para aumentar a “vitalidade” dos funcionários deveria ser uma prioridade nas empresas. [LiveScience, JPost, Foto de Victor]