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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Grudenta ou distante? Sua personalidade pode influenciar a satisfação na cama

Pessoas que são muito grudentas em um relacionamento são mais susceptíveis a terem problemas na cama. O mesmo vale para o extremo oposto: quem se distancia do parceiro e o trata com indiferença também pode ter mais insatisfação com a vida sexual.
A conclusão surgiu de um novo estudo da Universidade Deakin, na Austrália, em que cientistas analisaram pesquisas que relacionavam diferentes tipos de apegos em relacionamentos e satisfação sexual.
Os pesquisadores constataram dois estilos de personalidade que afetam o relacionamento não só no cotidiano, mas também no sexo. Um deles é o apego ansioso, em que as pessoas são pegajosas por medo de rejeição e abandono. Em poucas palavras, o conhecido relacionamento do tipo “chiclete”. Já no apego evitativo, os indivíduos se sentem desconfortáveis com a proximidade e dependência, por isso tratam o parceiro com indiferença. Ambos os estilos são considerados “inseguros”, em contraste com o apego “seguro”, que não é nem pegajoso, nem indiferente.
Insegurança no relacionamento
Homens e mulheres que se enquadram no tipo de personalidade insegura relataram menos satisfação sexual do que pessoas que se sentem seguras em sua relação. Mulheres inseguras são mais propensas a ter menos excitação sexual, problemas com a lubrificação e dor durante o sexo. Os homens inseguros relataram disfunção erétil.
Os tipos de personalidade também interferem na frequência do sexo. Quem se sente inseguro em relação ao parceiro – e não desgruda dele – tende a desejar relações sexuais com mais frequência, por ansiedade e para reduzir a insegurança. Por essa razão, esses indivíduos podem acabar colocando o sexo em primeiro plano no relacionamento e ter medo da rejeição sexual. Essa ansiedade, entretanto, pode ter consequências contrárias, como a disfunção erétil.
Em contrapartida, as pessoas que evitam o parceiro tendem a ter relações sexuais com menos frequência. Quando a relação sexual acontece, a personalidade reflete em falta de desejo sexual, excitação e orgasmo. De certa maneira, é uma forma de se distanciar do parceiro.

O que fazer para reverter esse quadro?
A insatisfação sexual não é um problema de simples resolução. Isso porque tanto a personalidade grudenta quanto a independente raramente surgem com os relacionamentos. A forma como a pessoa atua com o parceiro e a maneira como ela age na cama pode vir da infância, de acordo com psicólogos.
Pesquisadores sugerem que quando as crianças sentem que seus familiares estão sempre disponíveis, eles se sentem seguros. Só que, mesmo quando pais e familiares estão disponíveis, se o relacionamentos com as crianças for fraco e inconsistente, elas podem crescer ansiosas e desenvolver um apego pegajoso, como forma de obter atenção e cuidados. Se os familiares e entes queridos são percebidos como indisponíveis, as crianças podem se desenvolver comportamentos de esquiva, tentando se tornar autossuficientes, o que, mais tarde, se reflete em tratar o parceiro com frieza e indiferença.
Os jovens relatam com frequência que o sexo é um problema no relacionamento – quando deveria ser justamente o contrário. Por isso é importante compreender o desenvolvimento da pessoa insatisfeita com sua vida sexual e com problemas de ereção ou excitação. Isso pode ser fundamental para solucionar o problema. [LiveScience/Deakin]

Grudenta ou distante? Sua personalidade pode influenciar a satisfação na cama

Pessoas que são muito grudentas em um relacionamento são mais susceptíveis a terem problemas na cama. O mesmo vale para o extremo oposto: quem se distancia do parceiro e o trata com indiferença também pode ter mais insatisfação com a vida sexual.
A conclusão surgiu de um novo estudo da Universidade Deakin, na Austrália, em que cientistas analisaram pesquisas que relacionavam diferentes tipos de apegos em relacionamentos e satisfação sexual.
Os pesquisadores constataram dois estilos de personalidade que afetam o relacionamento não só no cotidiano, mas também no sexo. Um deles é o apego ansioso, em que as pessoas são pegajosas por medo de rejeição e abandono. Em poucas palavras, o conhecido relacionamento do tipo “chiclete”. Já no apego evitativo, os indivíduos se sentem desconfortáveis com a proximidade e dependência, por isso tratam o parceiro com indiferença. Ambos os estilos são considerados “inseguros”, em contraste com o apego “seguro”, que não é nem pegajoso, nem indiferente.
Insegurança no relacionamento
Homens e mulheres que se enquadram no tipo de personalidade insegura relataram menos satisfação sexual do que pessoas que se sentem seguras em sua relação. Mulheres inseguras são mais propensas a ter menos excitação sexual, problemas com a lubrificação e dor durante o sexo. Os homens inseguros relataram disfunção erétil.
Os tipos de personalidade também interferem na frequência do sexo. Quem se sente inseguro em relação ao parceiro – e não desgruda dele – tende a desejar relações sexuais com mais frequência, por ansiedade e para reduzir a insegurança. Por essa razão, esses indivíduos podem acabar colocando o sexo em primeiro plano no relacionamento e ter medo da rejeição sexual. Essa ansiedade, entretanto, pode ter consequências contrárias, como a disfunção erétil.
Em contrapartida, as pessoas que evitam o parceiro tendem a ter relações sexuais com menos frequência. Quando a relação sexual acontece, a personalidade reflete em falta de desejo sexual, excitação e orgasmo. De certa maneira, é uma forma de se distanciar do parceiro.

O que fazer para reverter esse quadro?
A insatisfação sexual não é um problema de simples resolução. Isso porque tanto a personalidade grudenta quanto a independente raramente surgem com os relacionamentos. A forma como a pessoa atua com o parceiro e a maneira como ela age na cama pode vir da infância, de acordo com psicólogos.
Pesquisadores sugerem que quando as crianças sentem que seus familiares estão sempre disponíveis, eles se sentem seguros. Só que, mesmo quando pais e familiares estão disponíveis, se o relacionamentos com as crianças for fraco e inconsistente, elas podem crescer ansiosas e desenvolver um apego pegajoso, como forma de obter atenção e cuidados. Se os familiares e entes queridos são percebidos como indisponíveis, as crianças podem se desenvolver comportamentos de esquiva, tentando se tornar autossuficientes, o que, mais tarde, se reflete em tratar o parceiro com frieza e indiferença.
Os jovens relatam com frequência que o sexo é um problema no relacionamento – quando deveria ser justamente o contrário. Por isso é importante compreender o desenvolvimento da pessoa insatisfeita com sua vida sexual e com problemas de ereção ou excitação. Isso pode ser fundamental para solucionar o problema. [LiveScience/Deakin]

Grudenta ou distante? Sua personalidade pode influenciar a satisfação na cama

Pessoas que são muito grudentas em um relacionamento são mais susceptíveis a terem problemas na cama. O mesmo vale para o extremo oposto: quem se distancia do parceiro e o trata com indiferença também pode ter mais insatisfação com a vida sexual.
A conclusão surgiu de um novo estudo da Universidade Deakin, na Austrália, em que cientistas analisaram pesquisas que relacionavam diferentes tipos de apegos em relacionamentos e satisfação sexual.
Os pesquisadores constataram dois estilos de personalidade que afetam o relacionamento não só no cotidiano, mas também no sexo. Um deles é o apego ansioso, em que as pessoas são pegajosas por medo de rejeição e abandono. Em poucas palavras, o conhecido relacionamento do tipo “chiclete”. Já no apego evitativo, os indivíduos se sentem desconfortáveis com a proximidade e dependência, por isso tratam o parceiro com indiferença. Ambos os estilos são considerados “inseguros”, em contraste com o apego “seguro”, que não é nem pegajoso, nem indiferente.
Insegurança no relacionamento
Homens e mulheres que se enquadram no tipo de personalidade insegura relataram menos satisfação sexual do que pessoas que se sentem seguras em sua relação. Mulheres inseguras são mais propensas a ter menos excitação sexual, problemas com a lubrificação e dor durante o sexo. Os homens inseguros relataram disfunção erétil.
Os tipos de personalidade também interferem na frequência do sexo. Quem se sente inseguro em relação ao parceiro – e não desgruda dele – tende a desejar relações sexuais com mais frequência, por ansiedade e para reduzir a insegurança. Por essa razão, esses indivíduos podem acabar colocando o sexo em primeiro plano no relacionamento e ter medo da rejeição sexual. Essa ansiedade, entretanto, pode ter consequências contrárias, como a disfunção erétil.
Em contrapartida, as pessoas que evitam o parceiro tendem a ter relações sexuais com menos frequência. Quando a relação sexual acontece, a personalidade reflete em falta de desejo sexual, excitação e orgasmo. De certa maneira, é uma forma de se distanciar do parceiro.

O que fazer para reverter esse quadro?
A insatisfação sexual não é um problema de simples resolução. Isso porque tanto a personalidade grudenta quanto a independente raramente surgem com os relacionamentos. A forma como a pessoa atua com o parceiro e a maneira como ela age na cama pode vir da infância, de acordo com psicólogos.
Pesquisadores sugerem que quando as crianças sentem que seus familiares estão sempre disponíveis, eles se sentem seguros. Só que, mesmo quando pais e familiares estão disponíveis, se o relacionamentos com as crianças for fraco e inconsistente, elas podem crescer ansiosas e desenvolver um apego pegajoso, como forma de obter atenção e cuidados. Se os familiares e entes queridos são percebidos como indisponíveis, as crianças podem se desenvolver comportamentos de esquiva, tentando se tornar autossuficientes, o que, mais tarde, se reflete em tratar o parceiro com frieza e indiferença.
Os jovens relatam com frequência que o sexo é um problema no relacionamento – quando deveria ser justamente o contrário. Por isso é importante compreender o desenvolvimento da pessoa insatisfeita com sua vida sexual e com problemas de ereção ou excitação. Isso pode ser fundamental para solucionar o problema. [LiveScience/Deakin]

terça-feira, 26 de julho de 2011

8 maneiras de arruinar um relacionamento

8 maneiras de arruinar um relacionamento

O fato é que, apesar de nos acharmos mais espertos agora do que nunca, tem uma coisa na qual os seres humanos só ficam cada vez piores: em relacionamentos. Hoje em dia, a maioria dos nossos relacionamentos simplesmente falha; não há maneira de argumentar com isso.
Então, talvez nós precisemos de um sinal que mostre que a nossa relação está se deteriorando antes que seja tarde demais. Claro, todos gostariam de poder ver o fim de um relacionamento a um quilômetro de distância, mas muitos precisam de uma ajudinha. Que tal ler com muita atenção?
1 – Não dar valor
Não há melhor maneira de apressar o fim de um relacionamento do que simplesmente assumir que seu parceiro estará sempre lá para tornar sua vida mais fácil. Reconhecer o esforço de seu parceiro é imprescindível. Dizer “obrigado” e “por favor” faz parte da relação. Afinal, você não trataria um estranho em sua casa de forma diferente, então por que trataria a pessoa que você ama pior?
2 – Parar de conversar
No início do relacionamento, o casal não consegue parar de falar. Passa a noite toda conversando, ou incontáveis horas ao telefone, ou abraçados em um sofá. A relação morre quando as duas pessoas param de se falar. Claro, não só falar: ter conversas honestas que os casais têm todo o tempo no início de um relacionamento, mas que desaparecem com o tempo.
Isso é uma progressão natural na maioria dos relacionamentos. A chave é não deixar que as conversas sumam de vez. De vez em quando, o casal deve compartilhar o que é realmente importante para cada um.
3 – Parar de expressar seus sentimentos
À medida que avançamos em uma relação, é também natural parar de dizer “eu te amo” com tanta frequência, ou até mesmo demonstrar raiva e outros sentimentos. É como se os extremos de nossas emoções acabassem, e tudo que resta é um monte de sentimentos sem graça.
Ainda assim, permanece sendo importante compartilhá-los. Sim, os sentimentos apaixonados enlouquecidos do início de qualquer relacionamento tendem a desaparecer, mas isso não significa que você parou de sentir, ou que você deveria parar de dizer o que sente; só é diferente.
4 – Parar de ouvir
Ninguém gosta de não ser ouvido. Portanto, não há melhor maneira de matar um relacionamento do que parar de ouvir o que seu parceiro tem a dizer. Isso mostra uma falta de respeito pela pessoa, e impede o relacionamento de crescer ou prosperar.
Especialmente importante é uma coisa chamada escuta ativa, que mostra ao seu parceiro que você está realmente engajado na conversa.
5 – Acabar com o divertimento
Nós nos juntamos por muitas razões: perspectivas comuns, atração física, espiritualidade compartilhada, vida profissional compartilhada, etc., mas também desfrutamos de uma companhia simplesmente porque é divertido!
Quando a diversão deixa um relacionamento, pode ser um sinal de que ele está acabando. Diversão faz parte da vida e é definitivamente parte de qualquer relacionamento saudável. É importante continuar se divertindo conforme o relacionamento amadurece.
Ama dançar, mas não faz isso em anos? Saia de casa. Conheceram-se durante uma caminhada, mas nunca mais pisaram num ambiente ao livre? Eis sua grande chance.
6 – Dizer o que o outro tem que fazer
Quantos não são culpados disso. Ninguém gosta de ser mandado, de ser dito o que fazer ou como fazê-lo. Enquanto algumas pessoas são mais abertas a “sugestões” do que outras, elas podem logo ser encaradas como ordens por um bom motivo.
Sério? Tem um jeito melhor de limpar a pia? Que bom, use-o da próxima vez que for fazer isso então. Quando for oferecer conselhos não solicitados, tenha em mente que é melhor você fazer o que você acha melhor sem que os outros deem palpite.
Isso pode ser um sinal da necessidade de “controlar” os outros, ou uma forma como algumas pessoas foram educadas. Em qualquer caso, é um mau hábito que você deve tentar reduzir em seu relacionamento.
7 – Ameaçar
Seja uma ameaça de terminar, bater, contar um segredo, isso nunca é um bom sinal para um relacionamento saudável. Ameaças são muitas vezes feitas em um ato de desespero, como uma tentativa de recuperar o controle. No entanto, as ameaças mais adequadas para birras infantis do que para um relacionamento adulto. Quando um parceiro recorre a ameaças, é hora de reavaliar o potencial da relação.
8 – Ignorar seu parceiro
A única coisa pior do que ser odiado por alguém é simplesmente ser ignorado por ele. A pessoa não se importa o suficiente nem para perder a energia da raiva com você.
O mesmo acontece com os relacionamentos. Se você resolve ignorar seu parceiro (ou vice-versa) por qualquer período de tempo maior do que alguns dias, isso é um sinal de que o relacionamento está totalmente em apuros.
A boa notícia de tudo que foi aqui exposto é que estes sinais não significam necessariamente que vocês não têm mais chance. Há sempre esperança, especialmente quando ambas as partes reconhecem esses sinais e decidem que querem fazer o possível para melhorar.
Se não conseguirem sozinhos, há sempre a terapia em casal. Converse com seu parceiro sobre as suas preocupações. Muitas relações podem ser salvas se os dois estiverem empenhados em mudá-la.[LiveScience]

8 maneiras de arruinar um relacionamento

8 maneiras de arruinar um relacionamento

O fato é que, apesar de nos acharmos mais espertos agora do que nunca, tem uma coisa na qual os seres humanos só ficam cada vez piores: em relacionamentos. Hoje em dia, a maioria dos nossos relacionamentos simplesmente falha; não há maneira de argumentar com isso.
Então, talvez nós precisemos de um sinal que mostre que a nossa relação está se deteriorando antes que seja tarde demais. Claro, todos gostariam de poder ver o fim de um relacionamento a um quilômetro de distância, mas muitos precisam de uma ajudinha. Que tal ler com muita atenção?
1 – Não dar valor
Não há melhor maneira de apressar o fim de um relacionamento do que simplesmente assumir que seu parceiro estará sempre lá para tornar sua vida mais fácil. Reconhecer o esforço de seu parceiro é imprescindível. Dizer “obrigado” e “por favor” faz parte da relação. Afinal, você não trataria um estranho em sua casa de forma diferente, então por que trataria a pessoa que você ama pior?
2 – Parar de conversar
No início do relacionamento, o casal não consegue parar de falar. Passa a noite toda conversando, ou incontáveis horas ao telefone, ou abraçados em um sofá. A relação morre quando as duas pessoas param de se falar. Claro, não só falar: ter conversas honestas que os casais têm todo o tempo no início de um relacionamento, mas que desaparecem com o tempo.
Isso é uma progressão natural na maioria dos relacionamentos. A chave é não deixar que as conversas sumam de vez. De vez em quando, o casal deve compartilhar o que é realmente importante para cada um.
3 – Parar de expressar seus sentimentos
À medida que avançamos em uma relação, é também natural parar de dizer “eu te amo” com tanta frequência, ou até mesmo demonstrar raiva e outros sentimentos. É como se os extremos de nossas emoções acabassem, e tudo que resta é um monte de sentimentos sem graça.
Ainda assim, permanece sendo importante compartilhá-los. Sim, os sentimentos apaixonados enlouquecidos do início de qualquer relacionamento tendem a desaparecer, mas isso não significa que você parou de sentir, ou que você deveria parar de dizer o que sente; só é diferente.
4 – Parar de ouvir
Ninguém gosta de não ser ouvido. Portanto, não há melhor maneira de matar um relacionamento do que parar de ouvir o que seu parceiro tem a dizer. Isso mostra uma falta de respeito pela pessoa, e impede o relacionamento de crescer ou prosperar.
Especialmente importante é uma coisa chamada escuta ativa, que mostra ao seu parceiro que você está realmente engajado na conversa.
5 – Acabar com o divertimento
Nós nos juntamos por muitas razões: perspectivas comuns, atração física, espiritualidade compartilhada, vida profissional compartilhada, etc., mas também desfrutamos de uma companhia simplesmente porque é divertido!
Quando a diversão deixa um relacionamento, pode ser um sinal de que ele está acabando. Diversão faz parte da vida e é definitivamente parte de qualquer relacionamento saudável. É importante continuar se divertindo conforme o relacionamento amadurece.
Ama dançar, mas não faz isso em anos? Saia de casa. Conheceram-se durante uma caminhada, mas nunca mais pisaram num ambiente ao livre? Eis sua grande chance.
6 – Dizer o que o outro tem que fazer
Quantos não são culpados disso. Ninguém gosta de ser mandado, de ser dito o que fazer ou como fazê-lo. Enquanto algumas pessoas são mais abertas a “sugestões” do que outras, elas podem logo ser encaradas como ordens por um bom motivo.
Sério? Tem um jeito melhor de limpar a pia? Que bom, use-o da próxima vez que for fazer isso então. Quando for oferecer conselhos não solicitados, tenha em mente que é melhor você fazer o que você acha melhor sem que os outros deem palpite.
Isso pode ser um sinal da necessidade de “controlar” os outros, ou uma forma como algumas pessoas foram educadas. Em qualquer caso, é um mau hábito que você deve tentar reduzir em seu relacionamento.
7 – Ameaçar
Seja uma ameaça de terminar, bater, contar um segredo, isso nunca é um bom sinal para um relacionamento saudável. Ameaças são muitas vezes feitas em um ato de desespero, como uma tentativa de recuperar o controle. No entanto, as ameaças mais adequadas para birras infantis do que para um relacionamento adulto. Quando um parceiro recorre a ameaças, é hora de reavaliar o potencial da relação.
8 – Ignorar seu parceiro
A única coisa pior do que ser odiado por alguém é simplesmente ser ignorado por ele. A pessoa não se importa o suficiente nem para perder a energia da raiva com você.
O mesmo acontece com os relacionamentos. Se você resolve ignorar seu parceiro (ou vice-versa) por qualquer período de tempo maior do que alguns dias, isso é um sinal de que o relacionamento está totalmente em apuros.
A boa notícia de tudo que foi aqui exposto é que estes sinais não significam necessariamente que vocês não têm mais chance. Há sempre esperança, especialmente quando ambas as partes reconhecem esses sinais e decidem que querem fazer o possível para melhorar.
Se não conseguirem sozinhos, há sempre a terapia em casal. Converse com seu parceiro sobre as suas preocupações. Muitas relações podem ser salvas se os dois estiverem empenhados em mudá-la.[LiveScience]

8 maneiras de arruinar um relacionamento

8 maneiras de arruinar um relacionamento

O fato é que, apesar de nos acharmos mais espertos agora do que nunca, tem uma coisa na qual os seres humanos só ficam cada vez piores: em relacionamentos. Hoje em dia, a maioria dos nossos relacionamentos simplesmente falha; não há maneira de argumentar com isso.
Então, talvez nós precisemos de um sinal que mostre que a nossa relação está se deteriorando antes que seja tarde demais. Claro, todos gostariam de poder ver o fim de um relacionamento a um quilômetro de distância, mas muitos precisam de uma ajudinha. Que tal ler com muita atenção?
1 – Não dar valor
Não há melhor maneira de apressar o fim de um relacionamento do que simplesmente assumir que seu parceiro estará sempre lá para tornar sua vida mais fácil. Reconhecer o esforço de seu parceiro é imprescindível. Dizer “obrigado” e “por favor” faz parte da relação. Afinal, você não trataria um estranho em sua casa de forma diferente, então por que trataria a pessoa que você ama pior?
2 – Parar de conversar
No início do relacionamento, o casal não consegue parar de falar. Passa a noite toda conversando, ou incontáveis horas ao telefone, ou abraçados em um sofá. A relação morre quando as duas pessoas param de se falar. Claro, não só falar: ter conversas honestas que os casais têm todo o tempo no início de um relacionamento, mas que desaparecem com o tempo.
Isso é uma progressão natural na maioria dos relacionamentos. A chave é não deixar que as conversas sumam de vez. De vez em quando, o casal deve compartilhar o que é realmente importante para cada um.
3 – Parar de expressar seus sentimentos
À medida que avançamos em uma relação, é também natural parar de dizer “eu te amo” com tanta frequência, ou até mesmo demonstrar raiva e outros sentimentos. É como se os extremos de nossas emoções acabassem, e tudo que resta é um monte de sentimentos sem graça.
Ainda assim, permanece sendo importante compartilhá-los. Sim, os sentimentos apaixonados enlouquecidos do início de qualquer relacionamento tendem a desaparecer, mas isso não significa que você parou de sentir, ou que você deveria parar de dizer o que sente; só é diferente.
4 – Parar de ouvir
Ninguém gosta de não ser ouvido. Portanto, não há melhor maneira de matar um relacionamento do que parar de ouvir o que seu parceiro tem a dizer. Isso mostra uma falta de respeito pela pessoa, e impede o relacionamento de crescer ou prosperar.
Especialmente importante é uma coisa chamada escuta ativa, que mostra ao seu parceiro que você está realmente engajado na conversa.
5 – Acabar com o divertimento
Nós nos juntamos por muitas razões: perspectivas comuns, atração física, espiritualidade compartilhada, vida profissional compartilhada, etc., mas também desfrutamos de uma companhia simplesmente porque é divertido!
Quando a diversão deixa um relacionamento, pode ser um sinal de que ele está acabando. Diversão faz parte da vida e é definitivamente parte de qualquer relacionamento saudável. É importante continuar se divertindo conforme o relacionamento amadurece.
Ama dançar, mas não faz isso em anos? Saia de casa. Conheceram-se durante uma caminhada, mas nunca mais pisaram num ambiente ao livre? Eis sua grande chance.
6 – Dizer o que o outro tem que fazer
Quantos não são culpados disso. Ninguém gosta de ser mandado, de ser dito o que fazer ou como fazê-lo. Enquanto algumas pessoas são mais abertas a “sugestões” do que outras, elas podem logo ser encaradas como ordens por um bom motivo.
Sério? Tem um jeito melhor de limpar a pia? Que bom, use-o da próxima vez que for fazer isso então. Quando for oferecer conselhos não solicitados, tenha em mente que é melhor você fazer o que você acha melhor sem que os outros deem palpite.
Isso pode ser um sinal da necessidade de “controlar” os outros, ou uma forma como algumas pessoas foram educadas. Em qualquer caso, é um mau hábito que você deve tentar reduzir em seu relacionamento.
7 – Ameaçar
Seja uma ameaça de terminar, bater, contar um segredo, isso nunca é um bom sinal para um relacionamento saudável. Ameaças são muitas vezes feitas em um ato de desespero, como uma tentativa de recuperar o controle. No entanto, as ameaças mais adequadas para birras infantis do que para um relacionamento adulto. Quando um parceiro recorre a ameaças, é hora de reavaliar o potencial da relação.
8 – Ignorar seu parceiro
A única coisa pior do que ser odiado por alguém é simplesmente ser ignorado por ele. A pessoa não se importa o suficiente nem para perder a energia da raiva com você.
O mesmo acontece com os relacionamentos. Se você resolve ignorar seu parceiro (ou vice-versa) por qualquer período de tempo maior do que alguns dias, isso é um sinal de que o relacionamento está totalmente em apuros.
A boa notícia de tudo que foi aqui exposto é que estes sinais não significam necessariamente que vocês não têm mais chance. Há sempre esperança, especialmente quando ambas as partes reconhecem esses sinais e decidem que querem fazer o possível para melhorar.
Se não conseguirem sozinhos, há sempre a terapia em casal. Converse com seu parceiro sobre as suas preocupações. Muitas relações podem ser salvas se os dois estiverem empenhados em mudá-la.[LiveScience]

8 maneiras de arruinar um relacionamento

8 maneiras de arruinar um relacionamento

O fato é que, apesar de nos acharmos mais espertos agora do que nunca, tem uma coisa na qual os seres humanos só ficam cada vez piores: em relacionamentos. Hoje em dia, a maioria dos nossos relacionamentos simplesmente falha; não há maneira de argumentar com isso.
Então, talvez nós precisemos de um sinal que mostre que a nossa relação está se deteriorando antes que seja tarde demais. Claro, todos gostariam de poder ver o fim de um relacionamento a um quilômetro de distância, mas muitos precisam de uma ajudinha. Que tal ler com muita atenção?
1 – Não dar valor
Não há melhor maneira de apressar o fim de um relacionamento do que simplesmente assumir que seu parceiro estará sempre lá para tornar sua vida mais fácil. Reconhecer o esforço de seu parceiro é imprescindível. Dizer “obrigado” e “por favor” faz parte da relação. Afinal, você não trataria um estranho em sua casa de forma diferente, então por que trataria a pessoa que você ama pior?
2 – Parar de conversar
No início do relacionamento, o casal não consegue parar de falar. Passa a noite toda conversando, ou incontáveis horas ao telefone, ou abraçados em um sofá. A relação morre quando as duas pessoas param de se falar. Claro, não só falar: ter conversas honestas que os casais têm todo o tempo no início de um relacionamento, mas que desaparecem com o tempo.
Isso é uma progressão natural na maioria dos relacionamentos. A chave é não deixar que as conversas sumam de vez. De vez em quando, o casal deve compartilhar o que é realmente importante para cada um.
3 – Parar de expressar seus sentimentos
À medida que avançamos em uma relação, é também natural parar de dizer “eu te amo” com tanta frequência, ou até mesmo demonstrar raiva e outros sentimentos. É como se os extremos de nossas emoções acabassem, e tudo que resta é um monte de sentimentos sem graça.
Ainda assim, permanece sendo importante compartilhá-los. Sim, os sentimentos apaixonados enlouquecidos do início de qualquer relacionamento tendem a desaparecer, mas isso não significa que você parou de sentir, ou que você deveria parar de dizer o que sente; só é diferente.
4 – Parar de ouvir
Ninguém gosta de não ser ouvido. Portanto, não há melhor maneira de matar um relacionamento do que parar de ouvir o que seu parceiro tem a dizer. Isso mostra uma falta de respeito pela pessoa, e impede o relacionamento de crescer ou prosperar.
Especialmente importante é uma coisa chamada escuta ativa, que mostra ao seu parceiro que você está realmente engajado na conversa.
5 – Acabar com o divertimento
Nós nos juntamos por muitas razões: perspectivas comuns, atração física, espiritualidade compartilhada, vida profissional compartilhada, etc., mas também desfrutamos de uma companhia simplesmente porque é divertido!
Quando a diversão deixa um relacionamento, pode ser um sinal de que ele está acabando. Diversão faz parte da vida e é definitivamente parte de qualquer relacionamento saudável. É importante continuar se divertindo conforme o relacionamento amadurece.
Ama dançar, mas não faz isso em anos? Saia de casa. Conheceram-se durante uma caminhada, mas nunca mais pisaram num ambiente ao livre? Eis sua grande chance.
6 – Dizer o que o outro tem que fazer
Quantos não são culpados disso. Ninguém gosta de ser mandado, de ser dito o que fazer ou como fazê-lo. Enquanto algumas pessoas são mais abertas a “sugestões” do que outras, elas podem logo ser encaradas como ordens por um bom motivo.
Sério? Tem um jeito melhor de limpar a pia? Que bom, use-o da próxima vez que for fazer isso então. Quando for oferecer conselhos não solicitados, tenha em mente que é melhor você fazer o que você acha melhor sem que os outros deem palpite.
Isso pode ser um sinal da necessidade de “controlar” os outros, ou uma forma como algumas pessoas foram educadas. Em qualquer caso, é um mau hábito que você deve tentar reduzir em seu relacionamento.
7 – Ameaçar
Seja uma ameaça de terminar, bater, contar um segredo, isso nunca é um bom sinal para um relacionamento saudável. Ameaças são muitas vezes feitas em um ato de desespero, como uma tentativa de recuperar o controle. No entanto, as ameaças mais adequadas para birras infantis do que para um relacionamento adulto. Quando um parceiro recorre a ameaças, é hora de reavaliar o potencial da relação.
8 – Ignorar seu parceiro
A única coisa pior do que ser odiado por alguém é simplesmente ser ignorado por ele. A pessoa não se importa o suficiente nem para perder a energia da raiva com você.
O mesmo acontece com os relacionamentos. Se você resolve ignorar seu parceiro (ou vice-versa) por qualquer período de tempo maior do que alguns dias, isso é um sinal de que o relacionamento está totalmente em apuros.
A boa notícia de tudo que foi aqui exposto é que estes sinais não significam necessariamente que vocês não têm mais chance. Há sempre esperança, especialmente quando ambas as partes reconhecem esses sinais e decidem que querem fazer o possível para melhorar.
Se não conseguirem sozinhos, há sempre a terapia em casal. Converse com seu parceiro sobre as suas preocupações. Muitas relações podem ser salvas se os dois estiverem empenhados em mudá-la.[LiveScience]