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terça-feira, 30 de outubro de 2012

TARADO AMARRA JUMENTA PARA MANTER RELAÇÕES SEXUAIS E MATA O ANIMAL

//
Ao chegar ao local policia e populares encontraram a jumenta agonizando para morrer

Mauricio:preso pela policia
na ultima tentativa de
estupro a uma adolescente
no bairro Piauí


Na rua Anhanguera, no Bairro Piauí ,em Parnaíba, um homem identificado por Mauricio, imobilizou uma jumenta amarrando a boca do animal para tentar manter relação sexual.
Não sentindo-se satisfeito por não ter conseguido a ereção devido ao estado alcoólico no qual se encontrava, introduziu um pedaço de madeira na vagina da jumenta e com outro pedaço de madeira aplicou vários golpes na cabeça da jumenta.
Populares ao chegarem no local encontraram o animal já agonizando. A jumenta,que estava prenha, não resistiu a brutalidade e morreu.
"A comunidade assustada clama por justiça,pois o agressor já tem passagem pela policia por tentativa de estupro a uma garota do bairro e agora fez isso com a pobrezinha da jumenta",diz um morador.
O local onde aconteceu o caso não tem iluminação pública, causando medo a quem transita,inclusive aos jovens e adolescentes que frequentam as escolas do bairro no período noturno.


Fonte: Portalparnaíba
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vício em sexo: como diagnosticar

// ma pesquisa mostrou que o vício em sexo é realmente um distúrbio de saúde mental, que pode ser facilmente diagnosticado com precisão.
Publicado no periódico Journal of Sexual Medicine, o estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) sugere que, através de alguns parâmetros, pessoas com a chamada desordem ou distúrbio hipersexual podem ser corretamente diagnosticadas com a doença.
Não há métrica para se dizer quanto sexo é muito sexo, embora o estudo que testou alguns critérios para o vício em sexo descobriu que os viciados relatam uma média de 15 parceiros em um ano.
O psicólogo e professor de psiquiatria Rory Reid liderou a pesquisa. Os cientistas entrevistaram 207 pacientes em clínicas de saúde mental por todos os EUA (a maioria dos pacientes eram homens brancos), cerca de 150 dos quais procuraram ajuda para seus problemas de dependência de sexo, e cerca de 50 estavam em busca de tratamento para depressão ou ansiedade.
Os critérios usados pelos pesquisadores foram bem sucedidos em diagnosticar 88% dos pacientes viciados em sexo como hipersexuais. Por outro lado, 93% dos pacientes que procuraram ajuda para outras doenças não satisfizeram os critérios para elas.
As pessoas diagnosticadas com distúrbio hipersexual não eram pessoas comuns que assistiam pornô e faziam sexo com frequência. Eram pessoas que disseram que não podiam controlar seus impulsos, que até perderam o emprego por causa da sua incapacidade de abster-se de pornografia no trabalho.
Dos 207 pacientes examinados, 17% tinham perdido um trabalho pelo menos uma vez, 39% tiveram um fim de relacionamento, a maioria disse que já tinha magoado um ente querido (68% magoaram pessoas queridas várias vezes), mais da metade tinha perdido dinheiro, 28% contraíram uma infecção transmitida sexualmente, e 78% consideraram que os comportamentos associados à sua hipersexualidade interferiram na possibilidade de terem sexo saudável – tudo isso por causa do distúrbio.
“Não é que um monte de pessoas não corra riscos sexuais de vez em quando, ou use sexo de vez em quando para lidar com o estresse”, disse Reid. “Mas, para esses pacientes, é um padrão constante que se agrava, até que seu desejo sexual controle todos os aspectos de suas vidas”.
  • Quando o prazer se torna vício

O diagnóstico

Depois de analisar cada paciente, os pesquisadores chegaram a algumas definições do que é vício em sexo. O vício em sexo é formalmente chamado de “desordem hipersexual”, e é muito mais do que apreciar sexo mais do que o normal. Os critérios para a doença são:
Um padrão recorrente de fantasias sexuais, impulsos e comportamentos com duração de seis meses ou mais, que não são causados por outros fatores como o abuso de substâncias, outra condição médica ou episódios maníacos associados com transtorno bipolar;
Um padrão de atividade sexual em resposta a estados de humor desagradáveis, como o sentimento de depressão, ou um padrão de usar repetidamente o sexo como uma maneira de lidar com o estresse;
Falta de capacidade de reduzir ou interromper as atividades sexuais que o paciente acredita serem problemáticos;
Evidência de “angústia pessoal” causada pelo comportamento, como interferência com o trabalho ou relacionamentos.
Embora esses critérios pareçam bastante gerais, os pesquisadores afirmam que os profissionais de saúde mental poderiam usar esses sintomas para diagnosticar corretamente pessoas com um vício clínico em sexo, como eles fizeram no estudo.

Doença catalogada

Essa nova pesquisa pode impulsionar os esforços para incluir o vício em sexo no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, uma espécie de “manual de instruções” de várias condições mentais, que são catalogadas junto com seus critérios para auxiliar profissionais no diagnóstico de doenças mentais, de autismo a esquizofrenia.
O manual está passando por sua primeira grande revisão em mais de uma década, o que há um tempo vêm provocando debates acalorados sobre quais distúrbios devem e não devem ser incluídos nele como verdadeiras doenças, incluindo a dependência de sexo.
O vício em sexo tem chances de ser incluído no manual, já que, recentemente, especialistas criaram uma nova definição de vício (no geral) que o coloca como sendo uma desordem cerebral crônica, e não simplesmente um problema de comportamento que pode envolver álcool, drogas, jogos de azar ou sexo.
A definição foi feita pela Sociedade Americana de Medicina do Vício (ASAM, na sigla em inglês), após um processo de quatro anos envolvendo mais de 80 especialistas. A conclusão foi de que o vício, na sua essência, não é apenas um problema social, moral ou criminal. É um problema cerebral cujos comportamentos se manifestam em todas essas outras áreas.[POPSCI, Jezebel]
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Vídeo mostra golfinho 'tarado' saltando sobre mulher

//

Incidente curioso aconteceu em Cuba.
Golfinho aparece fazendo movimentos com a cauda.

Um vídeo publicado pelo site romeno "Cancan" mostra um golfinho "tarado" saltando sobre uma mulher e fazendo movimentos com a cauda. O incidente curioso aconteceu em Cuba. A mulher tinha sentado na beira da piscina na tentativa de ter contato com o mamífero marinho, mas  levou um susto, quando o golfinho saltou sobre ela e começou a sacudir a cauda.
//

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sexo na adolescência pode afetar desenvolvimento do cérebro e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.[LiveScience]

Sexo na adolescência pode afetar desenvolvimento do cérebro e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.[LiveScience]

Sexo na adolescência pode afetar desenvolvimento do cérebro e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.[LiveScience]

Sexo na adolescência pode afetar desenvolvimento do cérebro e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.[LiveScience]

Usar notebook no colo pode prejudicar os espermatozóides

Homens, tirem já o notebook do colo. Uma nova pesquisa aponta que segurar computadores com internet wireless próximo aos órgãos genitais pode provocar infertilidade. Mas ao contrário do que você deve estar pensando, não é pelo calor do notebook.
Células de esperma coletadas em laboratório e colocadas embaixo de um laptop com internet sem fio durante quatro horas tinham menos mobilidade e mais danos no DNA do que esperma colocado em outra sala, longe de aparelhos eletrônicos, mas com a mesma temperatura.
A temperatura alta pode diminuir a quantidade de esperma, e o uso de computadores portáteis no colo aumentam a temperatura escrotal. Mas as novas descobertas sugerem que não era a temperatura do notebook que estava afetando os espermatozóides, mas a radiação.
Uma boa mobilidade dos espermatozóides e o DNA intacto é muito importante na hora da fertilização do óvulo. Pesquisadores especulam que usar o notebook muito próximo aos testículos pode resultar na diminuição da fertilidade.
As células de esperma são mais vulneráveis porque, ao contrário dos outros tipos de célula, tem seu DNA altamente condensado em uma pequena área. Isso os torna mais propensos a sofrer com os efeitos da radiação.
É possível que os campos magnéticos e eletromagnéticos produzidos pelas ondas de rádio danifiquem moléculas do esperma chamadas fosfolipídios – necessárias para manter as membranas das células de esperma intactas.
Ainda não se sabe se todos os notebooks podem trazer os mesmos efeitos observados no estudo, nem se outros fatores podem aumentar ou diminuir o dano. Outra possibilidade é que até mesmo a baixa radiação produzida pelo computador sem conexão com a internet produza lesões nos espermatozoides. [LiveScience]

Usar notebook no colo pode prejudicar os espermatozóides

Homens, tirem já o notebook do colo. Uma nova pesquisa aponta que segurar computadores com internet wireless próximo aos órgãos genitais pode provocar infertilidade. Mas ao contrário do que você deve estar pensando, não é pelo calor do notebook.
Células de esperma coletadas em laboratório e colocadas embaixo de um laptop com internet sem fio durante quatro horas tinham menos mobilidade e mais danos no DNA do que esperma colocado em outra sala, longe de aparelhos eletrônicos, mas com a mesma temperatura.
A temperatura alta pode diminuir a quantidade de esperma, e o uso de computadores portáteis no colo aumentam a temperatura escrotal. Mas as novas descobertas sugerem que não era a temperatura do notebook que estava afetando os espermatozóides, mas a radiação.
Uma boa mobilidade dos espermatozóides e o DNA intacto é muito importante na hora da fertilização do óvulo. Pesquisadores especulam que usar o notebook muito próximo aos testículos pode resultar na diminuição da fertilidade.
As células de esperma são mais vulneráveis porque, ao contrário dos outros tipos de célula, tem seu DNA altamente condensado em uma pequena área. Isso os torna mais propensos a sofrer com os efeitos da radiação.
É possível que os campos magnéticos e eletromagnéticos produzidos pelas ondas de rádio danifiquem moléculas do esperma chamadas fosfolipídios – necessárias para manter as membranas das células de esperma intactas.
Ainda não se sabe se todos os notebooks podem trazer os mesmos efeitos observados no estudo, nem se outros fatores podem aumentar ou diminuir o dano. Outra possibilidade é que até mesmo a baixa radiação produzida pelo computador sem conexão com a internet produza lesões nos espermatozoides. [LiveScience]

Usar notebook no colo pode prejudicar os espermatozóides

Homens, tirem já o notebook do colo. Uma nova pesquisa aponta que segurar computadores com internet wireless próximo aos órgãos genitais pode provocar infertilidade. Mas ao contrário do que você deve estar pensando, não é pelo calor do notebook.
Células de esperma coletadas em laboratório e colocadas embaixo de um laptop com internet sem fio durante quatro horas tinham menos mobilidade e mais danos no DNA do que esperma colocado em outra sala, longe de aparelhos eletrônicos, mas com a mesma temperatura.
A temperatura alta pode diminuir a quantidade de esperma, e o uso de computadores portáteis no colo aumentam a temperatura escrotal. Mas as novas descobertas sugerem que não era a temperatura do notebook que estava afetando os espermatozóides, mas a radiação.
Uma boa mobilidade dos espermatozóides e o DNA intacto é muito importante na hora da fertilização do óvulo. Pesquisadores especulam que usar o notebook muito próximo aos testículos pode resultar na diminuição da fertilidade.
As células de esperma são mais vulneráveis porque, ao contrário dos outros tipos de célula, tem seu DNA altamente condensado em uma pequena área. Isso os torna mais propensos a sofrer com os efeitos da radiação.
É possível que os campos magnéticos e eletromagnéticos produzidos pelas ondas de rádio danifiquem moléculas do esperma chamadas fosfolipídios – necessárias para manter as membranas das células de esperma intactas.
Ainda não se sabe se todos os notebooks podem trazer os mesmos efeitos observados no estudo, nem se outros fatores podem aumentar ou diminuir o dano. Outra possibilidade é que até mesmo a baixa radiação produzida pelo computador sem conexão com a internet produza lesões nos espermatozoides. [LiveScience]

Usar notebook no colo pode prejudicar os espermatozóides

Homens, tirem já o notebook do colo. Uma nova pesquisa aponta que segurar computadores com internet wireless próximo aos órgãos genitais pode provocar infertilidade. Mas ao contrário do que você deve estar pensando, não é pelo calor do notebook.
Células de esperma coletadas em laboratório e colocadas embaixo de um laptop com internet sem fio durante quatro horas tinham menos mobilidade e mais danos no DNA do que esperma colocado em outra sala, longe de aparelhos eletrônicos, mas com a mesma temperatura.
A temperatura alta pode diminuir a quantidade de esperma, e o uso de computadores portáteis no colo aumentam a temperatura escrotal. Mas as novas descobertas sugerem que não era a temperatura do notebook que estava afetando os espermatozóides, mas a radiação.
Uma boa mobilidade dos espermatozóides e o DNA intacto é muito importante na hora da fertilização do óvulo. Pesquisadores especulam que usar o notebook muito próximo aos testículos pode resultar na diminuição da fertilidade.
As células de esperma são mais vulneráveis porque, ao contrário dos outros tipos de célula, tem seu DNA altamente condensado em uma pequena área. Isso os torna mais propensos a sofrer com os efeitos da radiação.
É possível que os campos magnéticos e eletromagnéticos produzidos pelas ondas de rádio danifiquem moléculas do esperma chamadas fosfolipídios – necessárias para manter as membranas das células de esperma intactas.
Ainda não se sabe se todos os notebooks podem trazer os mesmos efeitos observados no estudo, nem se outros fatores podem aumentar ou diminuir o dano. Outra possibilidade é que até mesmo a baixa radiação produzida pelo computador sem conexão com a internet produza lesões nos espermatozoides. [LiveScience]

sábado, 26 de novembro de 2011

Francês processado por não fazer sexo com a esposa

Pode até parecer uma piada, mas é um acontecimento real: uma francesa processou seu ex-marido por que ele não teve um desempenho sexual satisfatório durante o casamento. O caso que ficou famoso levanta uma questão: quanto vale o sexo conjugal?
No caso do francês de 51 anos, não foi nada barato: ele teve que pagar mais de 23 mil reais por não ter conseguido satisfazer a esposa, de 47 anos, entre quatro paredes. O casamento durou 21 anos e a mulher afirma que simplesmente não havia sexo.
Processar um cônjuge ou um ex-cônjuge por danos monetários é algo raro, e ainda mais raro é conseguir ganhar uma ação como essa. Em 2004, um espanhol tentou fazer isso quando a esposa resolveu “chutá-lo”, mas obviamente não ganhou o caso.
Mesmo assim, o sexo – ou melhor, a ausência dele – é motivo de ações o tempo todo. Nos EUA, a insatisfação sexual com o parceiro normalmente não é enunciada na hora do divórcio. Mas no estado de Oklahoma, na hora da separação, existe o motivo de alegação oficial “negligência grosseira do dever”.
Um caso comum de separação e pedido de ressarcimento financeiro é a “alienação de afeto”, um velho processo contra um terceiro, como um amante. Se um marido ou esposa deixa de ter relações sexuais com o cônjuge porque já se desgastou o dia todo com o amante, o prejudicado pode processar o outro por danos e pelo fim do “consórcio” estabelecido na união.
O motivo exato pelo qual o francês deixou de fazer sexo com a esposa por mais de duas décadas ainda permanece inexplicado. Mas se o juiz considerou que os “serviços” que ele deixou de cumprir custaram pouco mais de mil reais por ano, talvez a esposa não estivesse perdendo muita coisa. [MSN]

Francês processado por não fazer sexo com a esposa

Pode até parecer uma piada, mas é um acontecimento real: uma francesa processou seu ex-marido por que ele não teve um desempenho sexual satisfatório durante o casamento. O caso que ficou famoso levanta uma questão: quanto vale o sexo conjugal?
No caso do francês de 51 anos, não foi nada barato: ele teve que pagar mais de 23 mil reais por não ter conseguido satisfazer a esposa, de 47 anos, entre quatro paredes. O casamento durou 21 anos e a mulher afirma que simplesmente não havia sexo.
Processar um cônjuge ou um ex-cônjuge por danos monetários é algo raro, e ainda mais raro é conseguir ganhar uma ação como essa. Em 2004, um espanhol tentou fazer isso quando a esposa resolveu “chutá-lo”, mas obviamente não ganhou o caso.
Mesmo assim, o sexo – ou melhor, a ausência dele – é motivo de ações o tempo todo. Nos EUA, a insatisfação sexual com o parceiro normalmente não é enunciada na hora do divórcio. Mas no estado de Oklahoma, na hora da separação, existe o motivo de alegação oficial “negligência grosseira do dever”.
Um caso comum de separação e pedido de ressarcimento financeiro é a “alienação de afeto”, um velho processo contra um terceiro, como um amante. Se um marido ou esposa deixa de ter relações sexuais com o cônjuge porque já se desgastou o dia todo com o amante, o prejudicado pode processar o outro por danos e pelo fim do “consórcio” estabelecido na união.
O motivo exato pelo qual o francês deixou de fazer sexo com a esposa por mais de duas décadas ainda permanece inexplicado. Mas se o juiz considerou que os “serviços” que ele deixou de cumprir custaram pouco mais de mil reais por ano, talvez a esposa não estivesse perdendo muita coisa. [MSN]

Francês processado por não fazer sexo com a esposa

Pode até parecer uma piada, mas é um acontecimento real: uma francesa processou seu ex-marido por que ele não teve um desempenho sexual satisfatório durante o casamento. O caso que ficou famoso levanta uma questão: quanto vale o sexo conjugal?
No caso do francês de 51 anos, não foi nada barato: ele teve que pagar mais de 23 mil reais por não ter conseguido satisfazer a esposa, de 47 anos, entre quatro paredes. O casamento durou 21 anos e a mulher afirma que simplesmente não havia sexo.
Processar um cônjuge ou um ex-cônjuge por danos monetários é algo raro, e ainda mais raro é conseguir ganhar uma ação como essa. Em 2004, um espanhol tentou fazer isso quando a esposa resolveu “chutá-lo”, mas obviamente não ganhou o caso.
Mesmo assim, o sexo – ou melhor, a ausência dele – é motivo de ações o tempo todo. Nos EUA, a insatisfação sexual com o parceiro normalmente não é enunciada na hora do divórcio. Mas no estado de Oklahoma, na hora da separação, existe o motivo de alegação oficial “negligência grosseira do dever”.
Um caso comum de separação e pedido de ressarcimento financeiro é a “alienação de afeto”, um velho processo contra um terceiro, como um amante. Se um marido ou esposa deixa de ter relações sexuais com o cônjuge porque já se desgastou o dia todo com o amante, o prejudicado pode processar o outro por danos e pelo fim do “consórcio” estabelecido na união.
O motivo exato pelo qual o francês deixou de fazer sexo com a esposa por mais de duas décadas ainda permanece inexplicado. Mas se o juiz considerou que os “serviços” que ele deixou de cumprir custaram pouco mais de mil reais por ano, talvez a esposa não estivesse perdendo muita coisa. [MSN]

Francês processado por não fazer sexo com a esposa

Pode até parecer uma piada, mas é um acontecimento real: uma francesa processou seu ex-marido por que ele não teve um desempenho sexual satisfatório durante o casamento. O caso que ficou famoso levanta uma questão: quanto vale o sexo conjugal?
No caso do francês de 51 anos, não foi nada barato: ele teve que pagar mais de 23 mil reais por não ter conseguido satisfazer a esposa, de 47 anos, entre quatro paredes. O casamento durou 21 anos e a mulher afirma que simplesmente não havia sexo.
Processar um cônjuge ou um ex-cônjuge por danos monetários é algo raro, e ainda mais raro é conseguir ganhar uma ação como essa. Em 2004, um espanhol tentou fazer isso quando a esposa resolveu “chutá-lo”, mas obviamente não ganhou o caso.
Mesmo assim, o sexo – ou melhor, a ausência dele – é motivo de ações o tempo todo. Nos EUA, a insatisfação sexual com o parceiro normalmente não é enunciada na hora do divórcio. Mas no estado de Oklahoma, na hora da separação, existe o motivo de alegação oficial “negligência grosseira do dever”.
Um caso comum de separação e pedido de ressarcimento financeiro é a “alienação de afeto”, um velho processo contra um terceiro, como um amante. Se um marido ou esposa deixa de ter relações sexuais com o cônjuge porque já se desgastou o dia todo com o amante, o prejudicado pode processar o outro por danos e pelo fim do “consórcio” estabelecido na união.
O motivo exato pelo qual o francês deixou de fazer sexo com a esposa por mais de duas décadas ainda permanece inexplicado. Mas se o juiz considerou que os “serviços” que ele deixou de cumprir custaram pouco mais de mil reais por ano, talvez a esposa não estivesse perdendo muita coisa. [MSN]

sábado, 10 de setembro de 2011

4 Coisas Que o Homem Adora e Nunca Uma Mulher Fez Para Ele.





A pior coisa que pode acontecer numa relação é ela cair na mesmice.
Tanto no lado emocional, como no sexual.
Aqui vão 4 Truques para Voce fazer para ele, e que vão torná-la inesquecível.
Pois nunca nenhuma Mulher fez isso para ele.

1.    Da próxima vez que saírem, cinema, jantar... Diga que vai ao banheiro.
Chegando lá, tire a calcinha e coloque na bolsa.
Quando voltar, discretamente, mostre-a para ele.
Você vai ver que o resto da noite ele só vai pensar que Você está sem calcinha e vai ficar enlouquecido.

2.    Quando estiverem em Situações Sociais, sem mais nem menos, faça carinho em seu órgão sexual.

Homens adoram ser desejados e agarrados.
Como as Mulheres são muito travadas em relação a tomar a iniciativa, ele vai se surpreender e adorar.

3.    Diga que Você tem a Fantasia de ser uma Escrava Sexual.

Muitos Homens adorariam ter uma escrava sexual. É uma das fantasias mais recorrentes entre eles.
Desperta seu instinto de dominação e, principalmente, ele vai querer fazer tudo que sempre teve vontade, mas com medo de te constranger, nem tentou.

4.    Quando ele estiver dormindo, acorde-o com Sexo Oral e diga: ' Me deu uma vontade; pode seguir dormindo' .
Você, realmente, acredita que Ele, volte à dormir ?

Olha, até pode ter uma ou outra Mulher que já fez uma dessas coisas, mas as 4... Nunca.
   
                                                                                                                                                                                                                  Escrito por Paulo Bodansky

4 Coisas Que o Homem Adora e Nunca Uma Mulher Fez Para Ele.





A pior coisa que pode acontecer numa relação é ela cair na mesmice.
Tanto no lado emocional, como no sexual.
Aqui vão 4 Truques para Voce fazer para ele, e que vão torná-la inesquecível.
Pois nunca nenhuma Mulher fez isso para ele.

1.    Da próxima vez que saírem, cinema, jantar... Diga que vai ao banheiro.
Chegando lá, tire a calcinha e coloque na bolsa.
Quando voltar, discretamente, mostre-a para ele.
Você vai ver que o resto da noite ele só vai pensar que Você está sem calcinha e vai ficar enlouquecido.

2.    Quando estiverem em Situações Sociais, sem mais nem menos, faça carinho em seu órgão sexual.

Homens adoram ser desejados e agarrados.
Como as Mulheres são muito travadas em relação a tomar a iniciativa, ele vai se surpreender e adorar.

3.    Diga que Você tem a Fantasia de ser uma Escrava Sexual.

Muitos Homens adorariam ter uma escrava sexual. É uma das fantasias mais recorrentes entre eles.
Desperta seu instinto de dominação e, principalmente, ele vai querer fazer tudo que sempre teve vontade, mas com medo de te constranger, nem tentou.

4.    Quando ele estiver dormindo, acorde-o com Sexo Oral e diga: ' Me deu uma vontade; pode seguir dormindo' .
Você, realmente, acredita que Ele, volte à dormir ?

Olha, até pode ter uma ou outra Mulher que já fez uma dessas coisas, mas as 4... Nunca.
   
                                                                                                                                                                                                                  Escrito por Paulo Bodansky

4 Coisas Que o Homem Adora e Nunca Uma Mulher Fez Para Ele.





A pior coisa que pode acontecer numa relação é ela cair na mesmice.
Tanto no lado emocional, como no sexual.
Aqui vão 4 Truques para Voce fazer para ele, e que vão torná-la inesquecível.
Pois nunca nenhuma Mulher fez isso para ele.

1.    Da próxima vez que saírem, cinema, jantar... Diga que vai ao banheiro.
Chegando lá, tire a calcinha e coloque na bolsa.
Quando voltar, discretamente, mostre-a para ele.
Você vai ver que o resto da noite ele só vai pensar que Você está sem calcinha e vai ficar enlouquecido.

2.    Quando estiverem em Situações Sociais, sem mais nem menos, faça carinho em seu órgão sexual.

Homens adoram ser desejados e agarrados.
Como as Mulheres são muito travadas em relação a tomar a iniciativa, ele vai se surpreender e adorar.

3.    Diga que Você tem a Fantasia de ser uma Escrava Sexual.

Muitos Homens adorariam ter uma escrava sexual. É uma das fantasias mais recorrentes entre eles.
Desperta seu instinto de dominação e, principalmente, ele vai querer fazer tudo que sempre teve vontade, mas com medo de te constranger, nem tentou.

4.    Quando ele estiver dormindo, acorde-o com Sexo Oral e diga: ' Me deu uma vontade; pode seguir dormindo' .
Você, realmente, acredita que Ele, volte à dormir ?

Olha, até pode ter uma ou outra Mulher que já fez uma dessas coisas, mas as 4... Nunca.
   
                                                                                                                                                                                                                  Escrito por Paulo Bodansky

4 Coisas Que o Homem Adora e Nunca Uma Mulher Fez Para Ele.





A pior coisa que pode acontecer numa relação é ela cair na mesmice.
Tanto no lado emocional, como no sexual.
Aqui vão 4 Truques para Voce fazer para ele, e que vão torná-la inesquecível.
Pois nunca nenhuma Mulher fez isso para ele.

1.    Da próxima vez que saírem, cinema, jantar... Diga que vai ao banheiro.
Chegando lá, tire a calcinha e coloque na bolsa.
Quando voltar, discretamente, mostre-a para ele.
Você vai ver que o resto da noite ele só vai pensar que Você está sem calcinha e vai ficar enlouquecido.

2.    Quando estiverem em Situações Sociais, sem mais nem menos, faça carinho em seu órgão sexual.

Homens adoram ser desejados e agarrados.
Como as Mulheres são muito travadas em relação a tomar a iniciativa, ele vai se surpreender e adorar.

3.    Diga que Você tem a Fantasia de ser uma Escrava Sexual.

Muitos Homens adorariam ter uma escrava sexual. É uma das fantasias mais recorrentes entre eles.
Desperta seu instinto de dominação e, principalmente, ele vai querer fazer tudo que sempre teve vontade, mas com medo de te constranger, nem tentou.

4.    Quando ele estiver dormindo, acorde-o com Sexo Oral e diga: ' Me deu uma vontade; pode seguir dormindo' .
Você, realmente, acredita que Ele, volte à dormir ?

Olha, até pode ter uma ou outra Mulher que já fez uma dessas coisas, mas as 4... Nunca.
   
                                                                                                                                                                                                                  Escrito por Paulo Bodansky

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Flagrada em sexo durante jogo diz que não sabia que estava sendo vista




Alicia Tenderness disse que não sabia que estava sendo filmada. (Foto: Reproduçã/Site oficial)



O casal que foi flagrado no dia 20 de agosto fazendo sexo em um quarto de hotel com vista para o campo onde estavam jogando Sint-Truiden e Lokeren, pelo Campeonato Belga, disse que não imaginava que os torcedores pudessem vê-los durante o ato.
Envolvida no incidente, a garota de programa Alicia Tenderness, de 26 anos, disse ao jornal "Het Laatste Nieuws" (HLN) que pensou que a "janela do hotel tivesse vidro fumê" e não fosse possível ver do lado de fora o que acontecia no interior do quarto do hotel.

O incidente ocorreu no "Stayen Hotel", que faz parte do estádio. De acordo com o periódico belga, muitos torcedores prestaram mais atenção no ato sexual do que na partida.

Na época, o proprietário do hotel, Luc Withofs, disse que não tinha como controlar o que os clientes faziam no quarto. Mas, após o caso ganhar repercussão no país, Witholfs afirmou que pretende monitorar as janelas para que isso não se repita.