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domingo, 14 de outubro de 2012

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Conheça 8 setores onde sobram empregos

As empresas brasileiras que atuam nos setores que vêm liderando a expansão econômica encontram dificuldades para preencher vagas que exigem profissionais qualificados.
Explica o gerente da consultoria Michael Page, Leonardo Muniz: “O mercado cresceu rapidamente e não deu tempo de formar pessoas. Muitos setores do País ficaram muito tempo abandonados e hoje estão em fase de crescimento expressivo. Com isso, faltam profissionais para trabalhar.”
A especialista em Soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Helena Garcia, acrescenta que a dificuldade das empresas é maior quanto mais específica for a vaga.
Nesses casos, é comum que a empresa tenha que complementar a formação do profissional. “Uma das saídas encontradas pelos empregadores foi se aliar às universidades”. Veja a seguir os profissionais mais difíceis de serem encontrados:
Gerente de Contabilidade: a exigência das empresas é que este profissional tenha conhecimento fluente na língua inglesa e saiba as normas que padronizam os procedimentos contábeis em nível internacional, conhecida como IFRS (International Financial Reporting Standards). O próprio IFRS só foi adotado recentemente pelas empresas brasileiras, o que exige o treinamento mesmo de profissionais tarimbados com muitos anos de experiência na carreira.

Profissional da área de Logística: as empresas buscam pessoas que tenham conhecimento em todos os modais da logística. Não basta apenas ser especialista em transporte ferroviário ou rodoviário. A exigência está associada ao fato de que as empresas precisam se expandir dentro do País, principalmente o Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Gerente Industrial: o profissional solicitado, além de ter conhecimento técnico, tem de ter experiência na gestão de pessoas. Este perfil é necessário porque dentro das indústrias existem tanto profissionais que estão para se aposentar e quanto recém-formados. Nem sempre a convivência entre as gerações é tranquila. Cabe a este gerente saber motivar os colaboradores mais experientes e tirar o que há de melhor dos mais novos.



Especialistas em meio ambiente: a responsabilidade ambiental das organizações e a preocupação em seguir a legislação ambiental têm feito com que as empresas busquem pessoas que entendam do assunto. Entre os profissionais que têm ocupado este cargo estão os geógrafos, que durante muito tempo ficaram apenas nas salas de aula.

Engenheiro(s): faltam engenheiros em todas as especialidades. Atualmente, o Brasil forma de 30 mil a 35 mil engenheiros por ano, mas a demanda é de 60 mil. Como a profissão é fundamental para o desenvolvimento do País, algumas empresas estão importando engenheiros.

Profissionais da Construção Civil: faltam pessoas em vários níveis da construção civil porque a atividade está aquecida devido aos eventos esportivos que acontecerão no País (como Copa do Mundo e Olimpíada), além de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outros. A estimativa é que o setor precisará de 800 mil profissionais até 2016.

Profissionais da área de Energia: o problema de falta de pessoas nesta área está associado ao fato de o setor pedir uma formação muito específica, que tem se agravado com o avanço da tecnologia.

Profissionais da área de Óleo e Gás: o setor permanecerá aquecido nos próximos anos devido às operações do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e ao pré-sal. Com esta expansão, faltam pessoas que tenham conhecimento específico, já que anteriormente, a área não demandava tanta mão de obra.

Conheça 8 setores onde sobram empregos

As empresas brasileiras que atuam nos setores que vêm liderando a expansão econômica encontram dificuldades para preencher vagas que exigem profissionais qualificados.
Explica o gerente da consultoria Michael Page, Leonardo Muniz: “O mercado cresceu rapidamente e não deu tempo de formar pessoas. Muitos setores do País ficaram muito tempo abandonados e hoje estão em fase de crescimento expressivo. Com isso, faltam profissionais para trabalhar.”
A especialista em Soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Helena Garcia, acrescenta que a dificuldade das empresas é maior quanto mais específica for a vaga.
Nesses casos, é comum que a empresa tenha que complementar a formação do profissional. “Uma das saídas encontradas pelos empregadores foi se aliar às universidades”. Veja a seguir os profissionais mais difíceis de serem encontrados:
Gerente de Contabilidade: a exigência das empresas é que este profissional tenha conhecimento fluente na língua inglesa e saiba as normas que padronizam os procedimentos contábeis em nível internacional, conhecida como IFRS (International Financial Reporting Standards). O próprio IFRS só foi adotado recentemente pelas empresas brasileiras, o que exige o treinamento mesmo de profissionais tarimbados com muitos anos de experiência na carreira.

Profissional da área de Logística: as empresas buscam pessoas que tenham conhecimento em todos os modais da logística. Não basta apenas ser especialista em transporte ferroviário ou rodoviário. A exigência está associada ao fato de que as empresas precisam se expandir dentro do País, principalmente o Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Gerente Industrial: o profissional solicitado, além de ter conhecimento técnico, tem de ter experiência na gestão de pessoas. Este perfil é necessário porque dentro das indústrias existem tanto profissionais que estão para se aposentar e quanto recém-formados. Nem sempre a convivência entre as gerações é tranquila. Cabe a este gerente saber motivar os colaboradores mais experientes e tirar o que há de melhor dos mais novos.



Especialistas em meio ambiente: a responsabilidade ambiental das organizações e a preocupação em seguir a legislação ambiental têm feito com que as empresas busquem pessoas que entendam do assunto. Entre os profissionais que têm ocupado este cargo estão os geógrafos, que durante muito tempo ficaram apenas nas salas de aula.

Engenheiro(s): faltam engenheiros em todas as especialidades. Atualmente, o Brasil forma de 30 mil a 35 mil engenheiros por ano, mas a demanda é de 60 mil. Como a profissão é fundamental para o desenvolvimento do País, algumas empresas estão importando engenheiros.

Profissionais da Construção Civil: faltam pessoas em vários níveis da construção civil porque a atividade está aquecida devido aos eventos esportivos que acontecerão no País (como Copa do Mundo e Olimpíada), além de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outros. A estimativa é que o setor precisará de 800 mil profissionais até 2016.

Profissionais da área de Energia: o problema de falta de pessoas nesta área está associado ao fato de o setor pedir uma formação muito específica, que tem se agravado com o avanço da tecnologia.

Profissionais da área de Óleo e Gás: o setor permanecerá aquecido nos próximos anos devido às operações do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e ao pré-sal. Com esta expansão, faltam pessoas que tenham conhecimento específico, já que anteriormente, a área não demandava tanta mão de obra.

Conheça 8 setores onde sobram empregos

As empresas brasileiras que atuam nos setores que vêm liderando a expansão econômica encontram dificuldades para preencher vagas que exigem profissionais qualificados.
Explica o gerente da consultoria Michael Page, Leonardo Muniz: “O mercado cresceu rapidamente e não deu tempo de formar pessoas. Muitos setores do País ficaram muito tempo abandonados e hoje estão em fase de crescimento expressivo. Com isso, faltam profissionais para trabalhar.”
A especialista em Soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Helena Garcia, acrescenta que a dificuldade das empresas é maior quanto mais específica for a vaga.
Nesses casos, é comum que a empresa tenha que complementar a formação do profissional. “Uma das saídas encontradas pelos empregadores foi se aliar às universidades”. Veja a seguir os profissionais mais difíceis de serem encontrados:
Gerente de Contabilidade: a exigência das empresas é que este profissional tenha conhecimento fluente na língua inglesa e saiba as normas que padronizam os procedimentos contábeis em nível internacional, conhecida como IFRS (International Financial Reporting Standards). O próprio IFRS só foi adotado recentemente pelas empresas brasileiras, o que exige o treinamento mesmo de profissionais tarimbados com muitos anos de experiência na carreira.

Profissional da área de Logística: as empresas buscam pessoas que tenham conhecimento em todos os modais da logística. Não basta apenas ser especialista em transporte ferroviário ou rodoviário. A exigência está associada ao fato de que as empresas precisam se expandir dentro do País, principalmente o Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Gerente Industrial: o profissional solicitado, além de ter conhecimento técnico, tem de ter experiência na gestão de pessoas. Este perfil é necessário porque dentro das indústrias existem tanto profissionais que estão para se aposentar e quanto recém-formados. Nem sempre a convivência entre as gerações é tranquila. Cabe a este gerente saber motivar os colaboradores mais experientes e tirar o que há de melhor dos mais novos.



Especialistas em meio ambiente: a responsabilidade ambiental das organizações e a preocupação em seguir a legislação ambiental têm feito com que as empresas busquem pessoas que entendam do assunto. Entre os profissionais que têm ocupado este cargo estão os geógrafos, que durante muito tempo ficaram apenas nas salas de aula.

Engenheiro(s): faltam engenheiros em todas as especialidades. Atualmente, o Brasil forma de 30 mil a 35 mil engenheiros por ano, mas a demanda é de 60 mil. Como a profissão é fundamental para o desenvolvimento do País, algumas empresas estão importando engenheiros.

Profissionais da Construção Civil: faltam pessoas em vários níveis da construção civil porque a atividade está aquecida devido aos eventos esportivos que acontecerão no País (como Copa do Mundo e Olimpíada), além de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outros. A estimativa é que o setor precisará de 800 mil profissionais até 2016.

Profissionais da área de Energia: o problema de falta de pessoas nesta área está associado ao fato de o setor pedir uma formação muito específica, que tem se agravado com o avanço da tecnologia.

Profissionais da área de Óleo e Gás: o setor permanecerá aquecido nos próximos anos devido às operações do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e ao pré-sal. Com esta expansão, faltam pessoas que tenham conhecimento específico, já que anteriormente, a área não demandava tanta mão de obra.

Conheça 8 setores onde sobram empregos

As empresas brasileiras que atuam nos setores que vêm liderando a expansão econômica encontram dificuldades para preencher vagas que exigem profissionais qualificados.
Explica o gerente da consultoria Michael Page, Leonardo Muniz: “O mercado cresceu rapidamente e não deu tempo de formar pessoas. Muitos setores do País ficaram muito tempo abandonados e hoje estão em fase de crescimento expressivo. Com isso, faltam profissionais para trabalhar.”
A especialista em Soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Helena Garcia, acrescenta que a dificuldade das empresas é maior quanto mais específica for a vaga.
Nesses casos, é comum que a empresa tenha que complementar a formação do profissional. “Uma das saídas encontradas pelos empregadores foi se aliar às universidades”. Veja a seguir os profissionais mais difíceis de serem encontrados:
Gerente de Contabilidade: a exigência das empresas é que este profissional tenha conhecimento fluente na língua inglesa e saiba as normas que padronizam os procedimentos contábeis em nível internacional, conhecida como IFRS (International Financial Reporting Standards). O próprio IFRS só foi adotado recentemente pelas empresas brasileiras, o que exige o treinamento mesmo de profissionais tarimbados com muitos anos de experiência na carreira.

Profissional da área de Logística: as empresas buscam pessoas que tenham conhecimento em todos os modais da logística. Não basta apenas ser especialista em transporte ferroviário ou rodoviário. A exigência está associada ao fato de que as empresas precisam se expandir dentro do País, principalmente o Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Gerente Industrial: o profissional solicitado, além de ter conhecimento técnico, tem de ter experiência na gestão de pessoas. Este perfil é necessário porque dentro das indústrias existem tanto profissionais que estão para se aposentar e quanto recém-formados. Nem sempre a convivência entre as gerações é tranquila. Cabe a este gerente saber motivar os colaboradores mais experientes e tirar o que há de melhor dos mais novos.



Especialistas em meio ambiente: a responsabilidade ambiental das organizações e a preocupação em seguir a legislação ambiental têm feito com que as empresas busquem pessoas que entendam do assunto. Entre os profissionais que têm ocupado este cargo estão os geógrafos, que durante muito tempo ficaram apenas nas salas de aula.

Engenheiro(s): faltam engenheiros em todas as especialidades. Atualmente, o Brasil forma de 30 mil a 35 mil engenheiros por ano, mas a demanda é de 60 mil. Como a profissão é fundamental para o desenvolvimento do País, algumas empresas estão importando engenheiros.

Profissionais da Construção Civil: faltam pessoas em vários níveis da construção civil porque a atividade está aquecida devido aos eventos esportivos que acontecerão no País (como Copa do Mundo e Olimpíada), além de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outros. A estimativa é que o setor precisará de 800 mil profissionais até 2016.

Profissionais da área de Energia: o problema de falta de pessoas nesta área está associado ao fato de o setor pedir uma formação muito específica, que tem se agravado com o avanço da tecnologia.

Profissionais da área de Óleo e Gás: o setor permanecerá aquecido nos próximos anos devido às operações do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e ao pré-sal. Com esta expansão, faltam pessoas que tenham conhecimento específico, já que anteriormente, a área não demandava tanta mão de obra.

domingo, 20 de maio de 2012

Hackeando o trabalho: quebrando regras para ser mais eficiente

O local de trabalho e a maneira de trabalhar estão passando por grandes mudanças, criando uma nova força de trabalho que se move mais rápido, pensa mais rápido e produz inovações e produtos melhores. O surgimento de tecnologias e o acesso livre à informação está proporcionando o surgimento de unidades independentes, que estão de certa forma hackeando o mercado a seu favor, aliciando os especialistas que as grandes empresas necessitam.
O que fazer, neste caso? Junte-se a eles! Se sua empresa está sofrendo com ineficiências, falta de visão, estagnação ou está saindo de moda de alguma forma, a solução está nestes iconoclastas que estão ocupados reescrevendo as regras do mercado.
Josh Klein, autor do livro “Hacking work: Breaking Stupid Rules for Smart Results”(“Haqueando o trabalho: Quebrando Regras Estúpidas Para Ter Resultados Inteligentes”, em tradução livre) que desenvolveu um método para ensinar gatos a usar o banheiro, sugere os seguintes “exercícios”:
  • Se a empresa usa o Excel e o Word, experimente fazer as tarefas com o Google Docs: os documentos podem ser compartilhados, editados em conjunto, e versões anteriores podem ser recuperadas com poucos cliques (como quando a tua editora apaga a tua tarefa da pauta quando você ainda não havia copiado a mesma; experiência própria). Ou experimente o DropBox (serviço gratuito de armazenamento e compartilhamento de arquivos e documentos, baseado no conceito de computação e nuvem) em vez de ficar usando pendrives para compartilhar arquivos com os colegas ou com os clientes. Faça a experiência por uma ou duas semanas, e veja o quanto você se tornou mais eficiente;
  • Faça uma lista das políticas que você considera ruins ou que estejam prejudicando a empresa. Procure as alternativas. Coloque a economia que a sua empresa pode fazer com cada uma destas soluções em valores monetários. Faça a lista chegar à mesa do seu chefe;
  • Pergunte para o teu filho ou sobrinho o que ele acha da última campanha publicitária da tua empresa, ou o último lançamento de carro, ou análise de performance. Ouça o que ele diz e pense em maneiras de implementar as sugestões deles (maneira barata de conseguir ideias novas, aliás);
  • Crie uma situação no local de trabalho (como o wiki, um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto) que permita a inclusão de informações anônimas, e encorage os colegas a discutir as dificuldades do trabalho, e veja até onde isto pode levá-lo;
  • Se tem algum dispositivo que esteja tornando a tua vida mais difícil, estude uma forma de melhorá-lo ou de contorná-lo. Veja se não existe uma versão mais nova do firmware do roteador Wi-Fi, haqueie o celular para poder colocar um software melhor nele, coloque uma fita na frente da webcam que o seu chefe usa para espionar a sala (fomos longe demais?). Tudo isto é hacking: é quebrar as regras do trabalho para poder trabalhar melhor.
Prós e contras
O objetivo aqui é conseguir melhorar estes sistemas, de forma que não só você, mas todos se beneficiem e tenham melhoras na eficiência.
Quando as empresas implementam políticas de software e uso de recursos seguindo os conselhos do setor de tecnologia e esquecem do feedback dos usuários, o que acontece na maior parte das vezes é que se o sistema fica no caminho do usuário. É o que se está vendo na dissolução de empresas arcaicas e com modelos de gestão ultrapassados, e com o surgimento de novas empresas mais ágeis, motivadas por resultados
Mas existe o reverso da medalha: você pode perder o emprego se começar a “hackeá-lo”. Mas segundo o Josh, os benefícios superam os riscos.
Considerando que a segurança no emprego é ilusão, e que os melhores empregados conseguem destacar-se apesar do ambiente corporativo que os cerca, tentar melhorar o local de trabalho quebrando regras estúpidas no pior caso vai te ensinar muita coisa, e no melhor caso vai fazer de você um herói.
Libertando-se das ineficiências e das limitações artificiais, você se torna capaz de fazer um serviço melhor, o que vai te ajudar a entender o que realmente te motiva, e como se tornar excelente em algo que você gosta de fazer.
Não é algo que pode ser feito do dia para a noite, mas tudo que você precisa é dar o primeiro passo. Tem alguma ideia para melhorar seu serviço que vai contra as regras da empresa? Se arrisque mesmo assim![BBC]

Hackeando o trabalho: quebrando regras para ser mais eficiente

O local de trabalho e a maneira de trabalhar estão passando por grandes mudanças, criando uma nova força de trabalho que se move mais rápido, pensa mais rápido e produz inovações e produtos melhores. O surgimento de tecnologias e o acesso livre à informação está proporcionando o surgimento de unidades independentes, que estão de certa forma hackeando o mercado a seu favor, aliciando os especialistas que as grandes empresas necessitam.
O que fazer, neste caso? Junte-se a eles! Se sua empresa está sofrendo com ineficiências, falta de visão, estagnação ou está saindo de moda de alguma forma, a solução está nestes iconoclastas que estão ocupados reescrevendo as regras do mercado.
Josh Klein, autor do livro “Hacking work: Breaking Stupid Rules for Smart Results”(“Haqueando o trabalho: Quebrando Regras Estúpidas Para Ter Resultados Inteligentes”, em tradução livre) que desenvolveu um método para ensinar gatos a usar o banheiro, sugere os seguintes “exercícios”:
  • Se a empresa usa o Excel e o Word, experimente fazer as tarefas com o Google Docs: os documentos podem ser compartilhados, editados em conjunto, e versões anteriores podem ser recuperadas com poucos cliques (como quando a tua editora apaga a tua tarefa da pauta quando você ainda não havia copiado a mesma; experiência própria). Ou experimente o DropBox (serviço gratuito de armazenamento e compartilhamento de arquivos e documentos, baseado no conceito de computação e nuvem) em vez de ficar usando pendrives para compartilhar arquivos com os colegas ou com os clientes. Faça a experiência por uma ou duas semanas, e veja o quanto você se tornou mais eficiente;
  • Faça uma lista das políticas que você considera ruins ou que estejam prejudicando a empresa. Procure as alternativas. Coloque a economia que a sua empresa pode fazer com cada uma destas soluções em valores monetários. Faça a lista chegar à mesa do seu chefe;
  • Pergunte para o teu filho ou sobrinho o que ele acha da última campanha publicitária da tua empresa, ou o último lançamento de carro, ou análise de performance. Ouça o que ele diz e pense em maneiras de implementar as sugestões deles (maneira barata de conseguir ideias novas, aliás);
  • Crie uma situação no local de trabalho (como o wiki, um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto) que permita a inclusão de informações anônimas, e encorage os colegas a discutir as dificuldades do trabalho, e veja até onde isto pode levá-lo;
  • Se tem algum dispositivo que esteja tornando a tua vida mais difícil, estude uma forma de melhorá-lo ou de contorná-lo. Veja se não existe uma versão mais nova do firmware do roteador Wi-Fi, haqueie o celular para poder colocar um software melhor nele, coloque uma fita na frente da webcam que o seu chefe usa para espionar a sala (fomos longe demais?). Tudo isto é hacking: é quebrar as regras do trabalho para poder trabalhar melhor.
Prós e contras
O objetivo aqui é conseguir melhorar estes sistemas, de forma que não só você, mas todos se beneficiem e tenham melhoras na eficiência.
Quando as empresas implementam políticas de software e uso de recursos seguindo os conselhos do setor de tecnologia e esquecem do feedback dos usuários, o que acontece na maior parte das vezes é que se o sistema fica no caminho do usuário. É o que se está vendo na dissolução de empresas arcaicas e com modelos de gestão ultrapassados, e com o surgimento de novas empresas mais ágeis, motivadas por resultados
Mas existe o reverso da medalha: você pode perder o emprego se começar a “hackeá-lo”. Mas segundo o Josh, os benefícios superam os riscos.
Considerando que a segurança no emprego é ilusão, e que os melhores empregados conseguem destacar-se apesar do ambiente corporativo que os cerca, tentar melhorar o local de trabalho quebrando regras estúpidas no pior caso vai te ensinar muita coisa, e no melhor caso vai fazer de você um herói.
Libertando-se das ineficiências e das limitações artificiais, você se torna capaz de fazer um serviço melhor, o que vai te ajudar a entender o que realmente te motiva, e como se tornar excelente em algo que você gosta de fazer.
Não é algo que pode ser feito do dia para a noite, mas tudo que você precisa é dar o primeiro passo. Tem alguma ideia para melhorar seu serviço que vai contra as regras da empresa? Se arrisque mesmo assim![BBC]

Hackeando o trabalho: quebrando regras para ser mais eficiente

O local de trabalho e a maneira de trabalhar estão passando por grandes mudanças, criando uma nova força de trabalho que se move mais rápido, pensa mais rápido e produz inovações e produtos melhores. O surgimento de tecnologias e o acesso livre à informação está proporcionando o surgimento de unidades independentes, que estão de certa forma hackeando o mercado a seu favor, aliciando os especialistas que as grandes empresas necessitam.
O que fazer, neste caso? Junte-se a eles! Se sua empresa está sofrendo com ineficiências, falta de visão, estagnação ou está saindo de moda de alguma forma, a solução está nestes iconoclastas que estão ocupados reescrevendo as regras do mercado.
Josh Klein, autor do livro “Hacking work: Breaking Stupid Rules for Smart Results”(“Haqueando o trabalho: Quebrando Regras Estúpidas Para Ter Resultados Inteligentes”, em tradução livre) que desenvolveu um método para ensinar gatos a usar o banheiro, sugere os seguintes “exercícios”:
  • Se a empresa usa o Excel e o Word, experimente fazer as tarefas com o Google Docs: os documentos podem ser compartilhados, editados em conjunto, e versões anteriores podem ser recuperadas com poucos cliques (como quando a tua editora apaga a tua tarefa da pauta quando você ainda não havia copiado a mesma; experiência própria). Ou experimente o DropBox (serviço gratuito de armazenamento e compartilhamento de arquivos e documentos, baseado no conceito de computação e nuvem) em vez de ficar usando pendrives para compartilhar arquivos com os colegas ou com os clientes. Faça a experiência por uma ou duas semanas, e veja o quanto você se tornou mais eficiente;
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  • Se tem algum dispositivo que esteja tornando a tua vida mais difícil, estude uma forma de melhorá-lo ou de contorná-lo. Veja se não existe uma versão mais nova do firmware do roteador Wi-Fi, haqueie o celular para poder colocar um software melhor nele, coloque uma fita na frente da webcam que o seu chefe usa para espionar a sala (fomos longe demais?). Tudo isto é hacking: é quebrar as regras do trabalho para poder trabalhar melhor.
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O objetivo aqui é conseguir melhorar estes sistemas, de forma que não só você, mas todos se beneficiem e tenham melhoras na eficiência.
Quando as empresas implementam políticas de software e uso de recursos seguindo os conselhos do setor de tecnologia e esquecem do feedback dos usuários, o que acontece na maior parte das vezes é que se o sistema fica no caminho do usuário. É o que se está vendo na dissolução de empresas arcaicas e com modelos de gestão ultrapassados, e com o surgimento de novas empresas mais ágeis, motivadas por resultados
Mas existe o reverso da medalha: você pode perder o emprego se começar a “hackeá-lo”. Mas segundo o Josh, os benefícios superam os riscos.
Considerando que a segurança no emprego é ilusão, e que os melhores empregados conseguem destacar-se apesar do ambiente corporativo que os cerca, tentar melhorar o local de trabalho quebrando regras estúpidas no pior caso vai te ensinar muita coisa, e no melhor caso vai fazer de você um herói.
Libertando-se das ineficiências e das limitações artificiais, você se torna capaz de fazer um serviço melhor, o que vai te ajudar a entender o que realmente te motiva, e como se tornar excelente em algo que você gosta de fazer.
Não é algo que pode ser feito do dia para a noite, mas tudo que você precisa é dar o primeiro passo. Tem alguma ideia para melhorar seu serviço que vai contra as regras da empresa? Se arrisque mesmo assim![BBC]

Hackeando o trabalho: quebrando regras para ser mais eficiente

O local de trabalho e a maneira de trabalhar estão passando por grandes mudanças, criando uma nova força de trabalho que se move mais rápido, pensa mais rápido e produz inovações e produtos melhores. O surgimento de tecnologias e o acesso livre à informação está proporcionando o surgimento de unidades independentes, que estão de certa forma hackeando o mercado a seu favor, aliciando os especialistas que as grandes empresas necessitam.
O que fazer, neste caso? Junte-se a eles! Se sua empresa está sofrendo com ineficiências, falta de visão, estagnação ou está saindo de moda de alguma forma, a solução está nestes iconoclastas que estão ocupados reescrevendo as regras do mercado.
Josh Klein, autor do livro “Hacking work: Breaking Stupid Rules for Smart Results”(“Haqueando o trabalho: Quebrando Regras Estúpidas Para Ter Resultados Inteligentes”, em tradução livre) que desenvolveu um método para ensinar gatos a usar o banheiro, sugere os seguintes “exercícios”:
  • Se a empresa usa o Excel e o Word, experimente fazer as tarefas com o Google Docs: os documentos podem ser compartilhados, editados em conjunto, e versões anteriores podem ser recuperadas com poucos cliques (como quando a tua editora apaga a tua tarefa da pauta quando você ainda não havia copiado a mesma; experiência própria). Ou experimente o DropBox (serviço gratuito de armazenamento e compartilhamento de arquivos e documentos, baseado no conceito de computação e nuvem) em vez de ficar usando pendrives para compartilhar arquivos com os colegas ou com os clientes. Faça a experiência por uma ou duas semanas, e veja o quanto você se tornou mais eficiente;
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Prós e contras
O objetivo aqui é conseguir melhorar estes sistemas, de forma que não só você, mas todos se beneficiem e tenham melhoras na eficiência.
Quando as empresas implementam políticas de software e uso de recursos seguindo os conselhos do setor de tecnologia e esquecem do feedback dos usuários, o que acontece na maior parte das vezes é que se o sistema fica no caminho do usuário. É o que se está vendo na dissolução de empresas arcaicas e com modelos de gestão ultrapassados, e com o surgimento de novas empresas mais ágeis, motivadas por resultados
Mas existe o reverso da medalha: você pode perder o emprego se começar a “hackeá-lo”. Mas segundo o Josh, os benefícios superam os riscos.
Considerando que a segurança no emprego é ilusão, e que os melhores empregados conseguem destacar-se apesar do ambiente corporativo que os cerca, tentar melhorar o local de trabalho quebrando regras estúpidas no pior caso vai te ensinar muita coisa, e no melhor caso vai fazer de você um herói.
Libertando-se das ineficiências e das limitações artificiais, você se torna capaz de fazer um serviço melhor, o que vai te ajudar a entender o que realmente te motiva, e como se tornar excelente em algo que você gosta de fazer.
Não é algo que pode ser feito do dia para a noite, mas tudo que você precisa é dar o primeiro passo. Tem alguma ideia para melhorar seu serviço que vai contra as regras da empresa? Se arrisque mesmo assim![BBC]

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Beber mais líquido diminui risco de câncer de bexiga em homens

Segundo uma nova pesquisa, beber mais líquido pode diminuir o risco de câncer de bexiga em homens.
O levantamento com 48.000 homens descobriu que aqueles que bebiam mais de 2.531 mililitros de líquidos por dia tinham um risco 24% menor de câncer de bexiga.
Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque o líquido “despacha” quaisquer agentes causadores de câncer de bexiga antes deles serem capazes de causar qualquer dano ao órgão.
Os cientistas analisaram respostas de um questionário de saúde de homens com 40 anos ou mais ao longo de um período de 22 anos.
Os participantes foram questionados sobre a quantidade de líquidos que bebiam regularmente em intervalos de quatro anos, e os resultados mostraram que o benefício da ingestão de líquidos foi maior quando os homens eram mais jovens, e a associação ficou mais fraca com a idade.
O estudo também mostrou que os homens reduziram sua ingestão de líquidos – principalmente água – à medida que envelheceram. O que, segundo constatou a pesquisa, não é uma boa ideia.[Telegraph]

Beber mais líquido diminui risco de câncer de bexiga em homens

Segundo uma nova pesquisa, beber mais líquido pode diminuir o risco de câncer de bexiga em homens.
O levantamento com 48.000 homens descobriu que aqueles que bebiam mais de 2.531 mililitros de líquidos por dia tinham um risco 24% menor de câncer de bexiga.
Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque o líquido “despacha” quaisquer agentes causadores de câncer de bexiga antes deles serem capazes de causar qualquer dano ao órgão.
Os cientistas analisaram respostas de um questionário de saúde de homens com 40 anos ou mais ao longo de um período de 22 anos.
Os participantes foram questionados sobre a quantidade de líquidos que bebiam regularmente em intervalos de quatro anos, e os resultados mostraram que o benefício da ingestão de líquidos foi maior quando os homens eram mais jovens, e a associação ficou mais fraca com a idade.
O estudo também mostrou que os homens reduziram sua ingestão de líquidos – principalmente água – à medida que envelheceram. O que, segundo constatou a pesquisa, não é uma boa ideia.[Telegraph]

Beber mais líquido diminui risco de câncer de bexiga em homens

Segundo uma nova pesquisa, beber mais líquido pode diminuir o risco de câncer de bexiga em homens.
O levantamento com 48.000 homens descobriu que aqueles que bebiam mais de 2.531 mililitros de líquidos por dia tinham um risco 24% menor de câncer de bexiga.
Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque o líquido “despacha” quaisquer agentes causadores de câncer de bexiga antes deles serem capazes de causar qualquer dano ao órgão.
Os cientistas analisaram respostas de um questionário de saúde de homens com 40 anos ou mais ao longo de um período de 22 anos.
Os participantes foram questionados sobre a quantidade de líquidos que bebiam regularmente em intervalos de quatro anos, e os resultados mostraram que o benefício da ingestão de líquidos foi maior quando os homens eram mais jovens, e a associação ficou mais fraca com a idade.
O estudo também mostrou que os homens reduziram sua ingestão de líquidos – principalmente água – à medida que envelheceram. O que, segundo constatou a pesquisa, não é uma boa ideia.[Telegraph]

Beber mais líquido diminui risco de câncer de bexiga em homens

Segundo uma nova pesquisa, beber mais líquido pode diminuir o risco de câncer de bexiga em homens.
O levantamento com 48.000 homens descobriu que aqueles que bebiam mais de 2.531 mililitros de líquidos por dia tinham um risco 24% menor de câncer de bexiga.
Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque o líquido “despacha” quaisquer agentes causadores de câncer de bexiga antes deles serem capazes de causar qualquer dano ao órgão.
Os cientistas analisaram respostas de um questionário de saúde de homens com 40 anos ou mais ao longo de um período de 22 anos.
Os participantes foram questionados sobre a quantidade de líquidos que bebiam regularmente em intervalos de quatro anos, e os resultados mostraram que o benefício da ingestão de líquidos foi maior quando os homens eram mais jovens, e a associação ficou mais fraca com a idade.
O estudo também mostrou que os homens reduziram sua ingestão de líquidos – principalmente água – à medida que envelheceram. O que, segundo constatou a pesquisa, não é uma boa ideia.[Telegraph]

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos EUA

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer.
Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.
Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.
Dose dupla
Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.
'Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla', disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.
Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.
Apesar de estar internada no momento por causa de uma infecção, a menininha de um ano e três meses continua mantendo uma rotina cheia de brincadeiras, ainda que cercada por equipamentos hospitalares e remédios.
Blog
Kezia vem contando os detalhes de seu dia a dia no blog 'New Mom...New Cancer'.
Na última entrada, publicada na segunda-feira, ela descreveu o que Saoirse tem feito no hospital.
'Ela enfrentou a quimio como uma campeã e continuou animada como sempre. Ela até fez duas lindas pinturas na sala de brincadeiras e acabou se decorando lindamente no processo. As pinturas estão agora na porta da nossa geladeira.'
A família, que vive em Danvers, Massachusetts, acredita que é a atitude positiva que faz com que eles consigam lidar com a situação e ter uma vida próxima do normal.
'Nós vivemos um dia de cada vez e, apesar de termos alguns dias difíceis, há muito mais dias felizes e é nesses que nos concentramos. Temos de nos acostumar com nosso novo 'normal' e, apesar de ele não ser muito comum, essas são as nossas vidas e vamos vivê-las da melhor maneira possível', disse Kezia.
Como ela e o marido, Mike, pararam de trabalhar para se dedicar a lutar contra a doença, a família iniciou um fundo, o Fitzgerald Cancer Fund, com páginas no Twitter e no Facebook, para ajudar a cobrir as despesas médicas.
'Nós agradecemos todo o apoio que recebemos da família e dos amigos assim como de pessoas que nunca vimos antes, e estamos felizes que nossa história tenha inspirado tanta gente. Esperamos continuar a ver melhoras todos os dias e sabemos que, no fim, isso tudo vai nos tornar pessoas melhores e uma família mais forte.'
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
fonte MSN

Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos EUA

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer.
Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.
Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.
Dose dupla
Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.
'Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla', disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.
Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.
Apesar de estar internada no momento por causa de uma infecção, a menininha de um ano e três meses continua mantendo uma rotina cheia de brincadeiras, ainda que cercada por equipamentos hospitalares e remédios.
Blog
Kezia vem contando os detalhes de seu dia a dia no blog 'New Mom...New Cancer'.
Na última entrada, publicada na segunda-feira, ela descreveu o que Saoirse tem feito no hospital.
'Ela enfrentou a quimio como uma campeã e continuou animada como sempre. Ela até fez duas lindas pinturas na sala de brincadeiras e acabou se decorando lindamente no processo. As pinturas estão agora na porta da nossa geladeira.'
A família, que vive em Danvers, Massachusetts, acredita que é a atitude positiva que faz com que eles consigam lidar com a situação e ter uma vida próxima do normal.
'Nós vivemos um dia de cada vez e, apesar de termos alguns dias difíceis, há muito mais dias felizes e é nesses que nos concentramos. Temos de nos acostumar com nosso novo 'normal' e, apesar de ele não ser muito comum, essas são as nossas vidas e vamos vivê-las da melhor maneira possível', disse Kezia.
Como ela e o marido, Mike, pararam de trabalhar para se dedicar a lutar contra a doença, a família iniciou um fundo, o Fitzgerald Cancer Fund, com páginas no Twitter e no Facebook, para ajudar a cobrir as despesas médicas.
'Nós agradecemos todo o apoio que recebemos da família e dos amigos assim como de pessoas que nunca vimos antes, e estamos felizes que nossa história tenha inspirado tanta gente. Esperamos continuar a ver melhoras todos os dias e sabemos que, no fim, isso tudo vai nos tornar pessoas melhores e uma família mais forte.'
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
fonte MSN

Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos EUA

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer.
Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.
Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.
Dose dupla
Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.
'Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla', disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.
Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.
Apesar de estar internada no momento por causa de uma infecção, a menininha de um ano e três meses continua mantendo uma rotina cheia de brincadeiras, ainda que cercada por equipamentos hospitalares e remédios.
Blog
Kezia vem contando os detalhes de seu dia a dia no blog 'New Mom...New Cancer'.
Na última entrada, publicada na segunda-feira, ela descreveu o que Saoirse tem feito no hospital.
'Ela enfrentou a quimio como uma campeã e continuou animada como sempre. Ela até fez duas lindas pinturas na sala de brincadeiras e acabou se decorando lindamente no processo. As pinturas estão agora na porta da nossa geladeira.'
A família, que vive em Danvers, Massachusetts, acredita que é a atitude positiva que faz com que eles consigam lidar com a situação e ter uma vida próxima do normal.
'Nós vivemos um dia de cada vez e, apesar de termos alguns dias difíceis, há muito mais dias felizes e é nesses que nos concentramos. Temos de nos acostumar com nosso novo 'normal' e, apesar de ele não ser muito comum, essas são as nossas vidas e vamos vivê-las da melhor maneira possível', disse Kezia.
Como ela e o marido, Mike, pararam de trabalhar para se dedicar a lutar contra a doença, a família iniciou um fundo, o Fitzgerald Cancer Fund, com páginas no Twitter e no Facebook, para ajudar a cobrir as despesas médicas.
'Nós agradecemos todo o apoio que recebemos da família e dos amigos assim como de pessoas que nunca vimos antes, e estamos felizes que nossa história tenha inspirado tanta gente. Esperamos continuar a ver melhoras todos os dias e sabemos que, no fim, isso tudo vai nos tornar pessoas melhores e uma família mais forte.'
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
fonte MSN

Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos EUA

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer.
Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.
Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.
Dose dupla
Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.
'Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla', disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.
Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.
Apesar de estar internada no momento por causa de uma infecção, a menininha de um ano e três meses continua mantendo uma rotina cheia de brincadeiras, ainda que cercada por equipamentos hospitalares e remédios.
Blog
Kezia vem contando os detalhes de seu dia a dia no blog 'New Mom...New Cancer'.
Na última entrada, publicada na segunda-feira, ela descreveu o que Saoirse tem feito no hospital.
'Ela enfrentou a quimio como uma campeã e continuou animada como sempre. Ela até fez duas lindas pinturas na sala de brincadeiras e acabou se decorando lindamente no processo. As pinturas estão agora na porta da nossa geladeira.'
A família, que vive em Danvers, Massachusetts, acredita que é a atitude positiva que faz com que eles consigam lidar com a situação e ter uma vida próxima do normal.
'Nós vivemos um dia de cada vez e, apesar de termos alguns dias difíceis, há muito mais dias felizes e é nesses que nos concentramos. Temos de nos acostumar com nosso novo 'normal' e, apesar de ele não ser muito comum, essas são as nossas vidas e vamos vivê-las da melhor maneira possível', disse Kezia.
Como ela e o marido, Mike, pararam de trabalhar para se dedicar a lutar contra a doença, a família iniciou um fundo, o Fitzgerald Cancer Fund, com páginas no Twitter e no Facebook, para ajudar a cobrir as despesas médicas.
'Nós agradecemos todo o apoio que recebemos da família e dos amigos assim como de pessoas que nunca vimos antes, e estamos felizes que nossa história tenha inspirado tanta gente. Esperamos continuar a ver melhoras todos os dias e sabemos que, no fim, isso tudo vai nos tornar pessoas melhores e uma família mais forte.'
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fonte MSN

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sexo prolongado: 11 dicas para ignorar o orgasmo e fazer amor por horas

Uma leitora reclama que seu parceiro não aguenta muito tempo de penetração. Um leitor escreve relatando que, se está muito excitado, não consegue segurar a ejaculação e depois, enfraquecido, prolonga o sexo como dá. Ambos se surpreendem com a idéia do homem não ejacular e guardar energia para a próxima noite. Foi por isso que resolvi reunir algumas sugestões para ajudar a mudar esse cenário. Não quero, contudo, criticar a famosa rapidinha ou o sexo cotidiano de 1 hora, apenas descrever outra possibilidade.













Antes, alguns esclarecimentos. Quando falo “sexo prolongado”, tenho em mente um casal que fica mais de 3 horas transando – com breves interrupções para carinho, conversa, hidratação e alimentação – sem contar preliminares como jantar e dança. Nada demais, mas recentemente descobri que não é uma experiência presente em todas as camas.
Por “ignorar o orgasmo”, me refiro a transar sem dar nenhuma importância ao orgasmo e continuar mesmo depois de gozar. Como isso é raridade no universo masculino (mesmo para quem consegue, a potência é bastante reduzida na segunda vez), recomenda-se que o homem evite ejacular, enquanto as mulheres ficam liberadas para gozar o quanto quiserem.
Ao montar a lista, evitei dicas óbvias como “façam alguma atividade física” (claro, é muito melhor se ambos praticam algum esporte, dança, ioga ou arte marcial), “alternem lugares e posições sexuais” (maravilhoso se usarem a bancada do escritório, a mesa da cozinha, a escada do prédio, de quatro, de ladinho, em pé) ou “usem várias camisinhas” (espero que meus leitores já sejam mestres na arte de espalhar camisinhas pelo chão).
Muitas sugestões são direcionadas aos homens pois nunca encontrei uma mulher que não estivesse pronta para mais de 3 horas de sexo irrestrito. Além das dicas que se aplicam a ambos, deixei uma sugestão de jogo para as meninas que desejam enlouquecer a mente de seus parceiros. Dividi em “Antes” e “Durante”. Para “Depois” indico uma promoção perfeita para quem, como eu, deseja trocar o apê por um bangalô.
Por fim, não confundam: nada disso é sexo tântrico. Tantra é outra coisa.
ANTES…
1. Não ejacule por 2 ou 3 dias
Duas constatações do homem que observa seu funcionamento sexual: a ejaculação desperdiça energia vital, diminui a qualidade da ereção e o desejo de atravessar e penetrar sua mulher. Se você respeita sua mulher, fique 3 dias sem ejacular antes de encontrá-la. Naquele fim de semana em que vocês não se desgrudam, deixe para ejacular apenas no fim do domingo, ou melhor, não ejacule e inicie a semana com 100% de vigor. Ejacular deve ser um ato consciente e não uma necessidade. Para aguentar mais de 3 horas de sexo, direcione a energia acumulada e mantenha potência total até levar sua mulher à exaustão. Ainda assim, você tem a liberdade de não ejacular, o que muitas vezes acontece simplesmente porque ela, depois de gozar várias vezes, acaba dormindo.
2. Sente-se imóvel em silêncio
Para não reagir ao impulso de gozar e aprender a ficar presente, sem cair em pensamentos e emoções autocentradas que tensionam nosso corpo (o que só aumenta nossa necessidade de ejacular para liberar o stress), existe o milenar método da meditação. É bastante simples: sente-se e fique imóvel em silêncio por uns 15 minutos. Observe como nossa mente é arrastada por vários pensamentos e como a energia de nosso corpo oscila. Com a prática, você treina liberdade frente aos impulsos, estabiliza a energia e intensifica sua presença no mundo, algo que aprofundará o prazer na cama.
3. Aja como se já estivesse na cama
O melhor jeito de fazer sexo sem fim é não colocar um começo. Antes do beijo, longe da cama, eles se movem como se já estivessem deitados transpirando a noite. Ou seja, fazem amor com todas as coisas ao redor, deliciam-se com o vinho, piscam de prazer. Ele toca nas coisas como se estivesse tocando nela: com firmeza e delicadeza, sabendo o que está fazendo e para onde vai, mas sem pressa alguma de chegar. Ela abre o sorriso como se estivesse tirando a saia. Então, quando ele começa a penetrá-la, ambos tem a certeza de que aquilo já estava acontecendo. Aí o difícil é descobrir como terminar aquilo que nunca começou.
4. Se não estiver disposta(o), nem comece
Não temos a obrigação de finalizar uma noite quase perfeita com sexo. Se chegamos cansados, é melhor dormir do que fazer um sexo displicente, sem vigor, apático. Se a mulher está animada, o homem pode tomar um banho gelado para ficar no ponto (acredite, fazemos isso). Se é o homem que está pronto, a mulher pode se deixar levar até ficar excitada e pedir pela penetração. No entanto, nem sempre isso acontece naturalmente – e se há esforço, é melhor deixar para depois. O ponto é não aceitar nada menos do que um sexo vigoroso, atento, com total presença de ambos.
DURANTE…
5. Respire profundamente e absorva o outro
Enquanto algumas mulheres fazem uma respiração pulmonar, superficial, agitada durante o sexo, muitos homens não sabem que soltar a barriga é um dos melhores modos de prorrogar a ejaculação. Sem vergonha, ambos podem perder a pose e respirar profundamente pelo abdômen durante o sexo. A contração usual da barriga deve ser transferida para os músculos pélvicos. Em vez de reter, meter. Aceitação sem filtros, a respiração é nosso grande convite ao outro e à vida: “Traga o que quiser, venha como vier: eu vou te abocanhar, engolfar e absorver tudo até te devolver, completamente transformada, a si mesma”.
6. Não tente controlar o orgasmo
Com a prática da respiração consciente, descobrimos que podemos nos movimentar freneticamente como animais e, ao mesmo tempo, respirar lentamente como deuses. Tal estabilidade gera o destemor que precisamos para chamar o mais intenso prazer. Avançar até o orgasmo em vez de evitá-lo. Para não ejacular, não fique se controlando. Quando você coloca um limite, todos os estímulos se tornam perturbadores e o empurram ao orgasmo. Nas preliminares, faça o teste das cócegas: se uma leve carícia, na axila ou na cintura, o fizer tremer como uma criança, respire e aprofunde sua entrega sensorial. O mesmo vale para as mulheres.
O caminho é inverso: vá até o fim, relaxe, se solte, permita que o prazer aumente em vez de impedi-lo e travá-lo. Para homens: quando sentir que for gozar, pare um pouco, troque de posição e continue até adquirir confiança para ultrapassar o ponto no qual você estava acostumado a se desesperar. Para mulheres: veja se gosta de segurar por muito tempo ou, se isso a distanciar do orgasmo, goze várias vezes enquanto ele treina não ejacular.
Para o casal, eis o processo rumo a níveis mais profundos de prazer: onde antes tremíamos em uma experiência de pico, agora repousamos em um céu de gozo sem origem, fim, eu, outro, dentro ou fora. O pico do prazer, se quiser ser considerado orgasmo, terá de ser cada vez mais arrebatador para conseguir nos fazer cair, desfalecer, estremecer.
7. Proponha o jogo da ereção constante
Se hoje gozamos facilmente, é porque ainda não entendemos o jogo. Caso contrário, não trocaríamos horas de prazer revitalizador por horas de cansaço sonolento. Faríamos de tudo para evitar que o orgasmo acabe com a brincadeira. Pois bem, para reconhecer um jogo, invente e simule-o até perceber que ele sempre esteve ali. Quando seu marido chegar em casa, diga que você não o deixará descansar por 3 horas seguidas. Então use mãos, peitos, lábios e pés para sustentar a ereção dele nos intervalos entre uma penetração e outra. A idéia é que ele não caia por nem um minuto.
Depois de meia hora, se você der sorte, ele terá ultrapassado vários picos de prazer e estará em uma condição livre, imperturbável. Nada no mundo consegue chacoalhar um homem assim – presente, lúcido, desperto. Acredite, você vai ter de implorar para ele gozar. Talvez você se coloque de joelhos, não por prazer, mas por cansaço: para fazê-lo parar. ;-)
8. Abuse do K-Y
Quando o casal descobre a diversão escondida logo depois das primeiras tentativas que o orgasmo faz para nos tirar do jogo, ou quando explora a diversão escondida logo atrás, entra em cena o famoso K-Y. Já que a lubrificação natural não dá conta de 5 horas de penetração, algum homem bom de cama sentiu necessidade de inventar uma substância parecida com as secreções de prazer que soltamos naturalmente. Tenho certeza que o primeiro slogan do produto foi: “K-Y: porque a lubrificação acaba, mas o amor não” (isso é uma brincadeira, mas ficaria feliz se essa frase fosse utilizada em uma campanha). Falando nisso, deixei um link abaixo para você aprender a usar seu K-Y de outro modo.
9. Faça intervalos
Junto com a diversão, podem surgir alguns problemas. Eu mesmo já passei mal, vi cores no escuro do quarto, alucinei e quase desmaiei durante uma noite dessas. Como nossa mente não é estável, brincar com a energia sexual nem sempre é saudável. Para evitar ocorrências do tipo, recomendo intervalos regulares para tomar água e comer frutas ou castanhas. Algo leve. Você pode tentar aproveitar o tempo para ficar um pouco longe dela, mas não vai adiantar: “Amor, traz chocolate?”.
10. Saiba brochar
Todo mês, em qualquer banca de revistas, temos acesso a 181 técnicas (sempre inéditas!) para produzir super orgasmos múltiplos de 10 minutos em sua mulher. Desconfio que isso vem trazendo um pouco de ansiedade para nossa mente masculina. Nada que não seja simples de superar. Lembre-se que não temos responsabilidade alguma sobre o prazer das mulheres. Não há problema algum em falhar por completo. Desculpas e justificativas são desnecessárias.
Anote aí sua frase de redenção: o orgasmo é a coisa mais brochante do mundo! Demorou para abrir a camisinha, a boca dela não colaborou, o cansaço se impôs, a mente ficou confusa… Tudo isso pode ser rapidamente revertido, mas é muito difícil se levantar depois de ejacular. Para se recuperar de uma brochada, basta reconhecê-la e não tentar se livrar da situação desconfortável. Jogue a camisinha no chão, desista de tentar, aceite a derrota e sorria. Se não fizer isso, aí sim cairá em uma brochada clássica irremediável. Se, ao contrário, rir e se soltar, de repente suas mãos estarão passeando no corpo dela e a situação toda se levantará de novo.
11. Durante o prazer intenso, foque o outro
É muito comum encontrarmos mulheres e homens que, para gozar, se concentram em suas próprias sensações e até fecham os olhos, enclausurados, contraídos, como adolescentes em seus primeiros orgasmos. Para evitar que o sexo se transforme em uma masturbação a dois, o caminho é o inverso. Quando estiver se perdendo dentro de si mesmo, direcione seu olhar ao outro, ofereça seu prazer, mergulhe, solte, arranhe seu homem, enfie, enterre, meta com mais força em sua mulher. Só gozamos quando estamos distraídos acompanhando nossas sensações.
Diante de nossa experiência sensorial e subjetiva, temos duas opções: reprimir e controlar ou ceder e gozar. Ambas acabam com o prazer. A verdadeira saída da prisão adolescente está diante de nossos olhos: a experiência sensorial e subjetiva do outro. Ficamos presentes e abertos ao prazer na medida em que adentramos nosso parceiro e nos liberamos do autocentramento. É possível respirar o outro para dentro, fazer sua energia circular em nosso corpo e, simultaneamente, penetrar o outro e sentir por dentro e para além dele. Em uma posição, estremecemos e enlouquecemos (choramos e sorrimos) quando somos possuídos. Em outra, avançamos furiosos quando atravessamos e rendemos o outro.
A fúria mansa masculina e a doce loucura feminina nos levam para além do orgasmo. É esse o verdadeiro prazer (inseparável do que chamamos de amor): ficar presente, sentindo tudo, completamente aberto. Se o homem se abre para as sensações da mulher, a ereção não oscila. Se a mulher se abre para a potência que vem dele, ela se sente penetrada para além do corpo. Só esse gozo é capaz de realmente satisfazê-la.