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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Um Vírus Chamado Medo [vídeo]


//Quando viviam em cavernas e tinham que caçar os próprios alimentos, nossos ancestrais temiam ser atacados por animais selvagens, ou por tribos rivais, ou serem atingidos por raios. Este medo foi evolutivamente útil para mantê-los vivos. Hoje, apesar do amparo de tecnologias, ainda temos medo: da morte, da dor, da solidão, do sofrimento emocional, da rejeição e daquilo que desconhecemos. Neste curto (mas impactante) documentário, o cineasta Ben Fama Jr. reúne especialistas – entre eles o célebre biólogo Richard Dawkins – para falar sobre como o medo acompanhou a humanidade desde os seus primórdios. Além das possíveis origens do medo, eles falam sobre como esse sentimento foi (e é) usado como ferramenta para manter pessoas sob domínio –- seja por parte de líderes políticos, religiosos ou midiáticos. Uma trilha sonora envolvente, somada a uma bela direção de arte e a depoimentos com linguagem clara “prendem” o espectador ao longo do vídeo. [Ben Fama Jr., YouTube].
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sábado, 23 de junho de 2012

Um vírus que ajuda a recarregar seu celular

Quando se fala em energia limpa, a maioria das pessoas pensa em geradores movidos a vento ou luz. Um grupo de cientistas dos Estados Unidos, porém, saiu do senso comum e montou um gerador alimentado por… vírus!

Para criar essa fonte inusitada, eles modificaram geneticamente amostras do vírus M13 (inofensivo para humanos e muito usado em

experimentos) para aumentar sua propriedade piezoelétrica. Nunca ouviu falar? É a capacidade de gerar eletricidade a partir de um estímulo mecânico (pressão ou impacto) – como num isqueiro, em que você consegue produzir faíscas apertando o botão. Em seguida, eles criaram uma película do tamanho de um selo e a colocaram entre dois eletrodos banhados de ouro. Quando pressionado, o dispositivo gera uma corrente capaz de alimentar uma pequena tela de LCD – cerca de 1/4 da voltagem de uma pilha AAA.

De acordo com um dos líderes do projeto, Seung-Wuk Lee, micro geradores como esse poderão, no futuro, ser usados para alimentar celulares e outros aparelhos eletrônicos pequenos. Além disso, os vírus não geram resíduos tóxicos na fabricação ou no uso dos dispositivos, ao contrário do que ocorre com outros materiais piezoelétricos.

Embora a pesquisa tenha mostrado que usar vírus para gerar energia é viável, vale lembrar que é apenas o começo. Se tudo der certo, diz o pesquisador, a tecnologia deve estar disponível daqui a cinco ou dez anos.[NYTimes]

Um vírus que ajuda a recarregar seu celular

Quando se fala em energia limpa, a maioria das pessoas pensa em geradores movidos a vento ou luz. Um grupo de cientistas dos Estados Unidos, porém, saiu do senso comum e montou um gerador alimentado por… vírus!

Para criar essa fonte inusitada, eles modificaram geneticamente amostras do vírus M13 (inofensivo para humanos e muito usado em

experimentos) para aumentar sua propriedade piezoelétrica. Nunca ouviu falar? É a capacidade de gerar eletricidade a partir de um estímulo mecânico (pressão ou impacto) – como num isqueiro, em que você consegue produzir faíscas apertando o botão. Em seguida, eles criaram uma película do tamanho de um selo e a colocaram entre dois eletrodos banhados de ouro. Quando pressionado, o dispositivo gera uma corrente capaz de alimentar uma pequena tela de LCD – cerca de 1/4 da voltagem de uma pilha AAA.

De acordo com um dos líderes do projeto, Seung-Wuk Lee, micro geradores como esse poderão, no futuro, ser usados para alimentar celulares e outros aparelhos eletrônicos pequenos. Além disso, os vírus não geram resíduos tóxicos na fabricação ou no uso dos dispositivos, ao contrário do que ocorre com outros materiais piezoelétricos.

Embora a pesquisa tenha mostrado que usar vírus para gerar energia é viável, vale lembrar que é apenas o começo. Se tudo der certo, diz o pesquisador, a tecnologia deve estar disponível daqui a cinco ou dez anos.[NYTimes]

Um vírus que ajuda a recarregar seu celular

Quando se fala em energia limpa, a maioria das pessoas pensa em geradores movidos a vento ou luz. Um grupo de cientistas dos Estados Unidos, porém, saiu do senso comum e montou um gerador alimentado por… vírus!

Para criar essa fonte inusitada, eles modificaram geneticamente amostras do vírus M13 (inofensivo para humanos e muito usado em

experimentos) para aumentar sua propriedade piezoelétrica. Nunca ouviu falar? É a capacidade de gerar eletricidade a partir de um estímulo mecânico (pressão ou impacto) – como num isqueiro, em que você consegue produzir faíscas apertando o botão. Em seguida, eles criaram uma película do tamanho de um selo e a colocaram entre dois eletrodos banhados de ouro. Quando pressionado, o dispositivo gera uma corrente capaz de alimentar uma pequena tela de LCD – cerca de 1/4 da voltagem de uma pilha AAA.

De acordo com um dos líderes do projeto, Seung-Wuk Lee, micro geradores como esse poderão, no futuro, ser usados para alimentar celulares e outros aparelhos eletrônicos pequenos. Além disso, os vírus não geram resíduos tóxicos na fabricação ou no uso dos dispositivos, ao contrário do que ocorre com outros materiais piezoelétricos.

Embora a pesquisa tenha mostrado que usar vírus para gerar energia é viável, vale lembrar que é apenas o começo. Se tudo der certo, diz o pesquisador, a tecnologia deve estar disponível daqui a cinco ou dez anos.[NYTimes]

Um vírus que ajuda a recarregar seu celular

Quando se fala em energia limpa, a maioria das pessoas pensa em geradores movidos a vento ou luz. Um grupo de cientistas dos Estados Unidos, porém, saiu do senso comum e montou um gerador alimentado por… vírus!

Para criar essa fonte inusitada, eles modificaram geneticamente amostras do vírus M13 (inofensivo para humanos e muito usado em

experimentos) para aumentar sua propriedade piezoelétrica. Nunca ouviu falar? É a capacidade de gerar eletricidade a partir de um estímulo mecânico (pressão ou impacto) – como num isqueiro, em que você consegue produzir faíscas apertando o botão. Em seguida, eles criaram uma película do tamanho de um selo e a colocaram entre dois eletrodos banhados de ouro. Quando pressionado, o dispositivo gera uma corrente capaz de alimentar uma pequena tela de LCD – cerca de 1/4 da voltagem de uma pilha AAA.

De acordo com um dos líderes do projeto, Seung-Wuk Lee, micro geradores como esse poderão, no futuro, ser usados para alimentar celulares e outros aparelhos eletrônicos pequenos. Além disso, os vírus não geram resíduos tóxicos na fabricação ou no uso dos dispositivos, ao contrário do que ocorre com outros materiais piezoelétricos.

Embora a pesquisa tenha mostrado que usar vírus para gerar energia é viável, vale lembrar que é apenas o começo. Se tudo der certo, diz o pesquisador, a tecnologia deve estar disponível daqui a cinco ou dez anos.[NYTimes]